Polícia Ambiental flagra caça e armas ilegais em Ibicoara
Suspeito possuía licença para criação de passeriformes, mas foi flagrado com animais abatidos, aves silvestres e armas artesanais na zona rural de Ibicoara.
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Foto: Divulgação
Durante averiguação de denúncia no distrito de Cascavel, em Ibicoara, na Chapada Diamantina, nesta quarta-feira (19), equipes da Polícia Ambiental constataram que um homem, embora licenciado para criação de passeriformes, praticava caça ilegal. A infração foi agravada pela posse de uma espingarda artesanal, artefato comumente utilizado no abate de animais silvestres, configurando desvio de finalidade na autorização concedida ao criador. Na residência do suspeito, os policiais localizaram, dentro de um freezer, dois tatus abatidos — um deles filhote — e cerca de 15 kg de perdizes e “bombinhas” congeladas. Também foram resgatados quatro azulões, cinco canários-da-terra, seis estevões e dois galos-de-campina. A diversidade de espécies reforçou a gravidade da prática e o completo descumprimento da licença de criador.
Foto: Divulgação
A operação apreendeu ainda três espingardas artesanais, munições de diversos calibres, chumbinhos, recipientes de pólvora e 17 gaiolas. Diante do flagrante, foram adotadas todas as medidas legais cabíveis. O material apreendido e o autor foram encaminhados à Delegacia Territorial de Ibicoara.A Polícia Ambiental destacou que o combate à caça ilegal é essencial para a preservação da fauna silvestre e para a proteção do equilíbrio ambiental.
Morador é multado em R$ 100 mil por corte ilegal de árvores em Caetité
Secretaria de Meio Ambiente notificou cidadão por derrubada sem autorização em via pública
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Um morador de Caetité, no sudoeste da Bahia, foi multado em R$ 100 mil após cortar duas árvores de grande porte em via pública sem autorização, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Limpeza Pública. O caso aconteceu na Rua 2 de Julho, centro da cidade. De acordo com a notificação, o homem usou um veículo para arrastar as árvores, e os galhos atingiram a rede elétrica de alta tensão, provocando curto-circuito e colocando pedestres em risco. A secretaria classificou a conduta como infração gravíssima, com base na Lei Municipal nº 809/2016, por risco à saúde e impacto ambiental. O autuado deve pagar a multa no prazo estabelecido e pode apresentar defesa escrita em até 10 dias.























