Ministério da Saúde recebe 1,8 milhão de doses da CoronaVac para crianças
Carregamento faz parte do quarto contrato de compra de 10 milhões de doses feito no início de 2022
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O Instituto Butantan entregou, nesta sexta-feira, mais 1,8 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), com o objetivo de dar prosseguimento à vacinação contra a covid-19 de crianças em todo o país. As informações são da Agência Brasil. De acordo com o instituto, essas doses fazem parte do quarto contrato de compra de 10 milhões de doses, feito no início de 2022. A estimativa é que, para a imunização com as duas doses previstas no esquema vacinal primário de CoronaVac para crianças da faixa etária de 3 a 5 anos, são necessárias cerca de 12 milhões de vacinas contra a doença. Em janeiro de 2022, a CoronaVac foi aprovada pela Anvisa para a população menor de 18 anos, de 6 a 17 anos. Em julho, o imunizante foi liberado para crianças com idade entre 3 e 5 anos.
CoronaVac é incluída no plano de vacinação para crianças
Anvisa autorizou nesta quinta-feira (20) uso de imunizante para a faixa etária
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O Ministério da Saúde anunciou hoje (21) a inclusão da vacina contra a covid-19 CoronaVac para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19. A pasta abriu negociações com o Instituto Butantan, responsável pela produção do imunizante, para a aquisição de doses. A inclusão ocorre um dia após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso da CoronaVac em pessoas de 6 a 17 anos. Foi o segundo imunizante pediátrico autorizado pela agência. O primeiro foi o da Pfizer. Nesta sexta-feira, em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, informou que a pasta oficiou o Instituto Butantan para saber qual o quantitativo disponível para uma possível compra. A instituição de pesquisa respondeu com a disponibilidade de sete milhões de doses. No entanto, um contrato de compra ainda depende de um levantamento dos estados. Cruz declarou que o Ministério da Saúde vai sondar os estados, pois ainda há em estoques da pasta seis milhões de doses, além de outros três milhões em estoques de diferentes estados. “A gente vai provocar os estados para que eles nos informem se querem receber CoronaVac ou Pfizer e quanto tem na rede estadual e municipal para que façamos distribuição mais equânime”, disse o secretário executivo. Segundo Cruz, o processo deve ser concluído na próxima semana, a depender do levantamento dos estados. Em nota, o Instituto Butantan informou que pode ampliar a produção para além dos sete milhões, caso haja interesse por parte do Programa Nacional de Imunizações.
Área técnica da Anvisa recomenda o uso da Coronavac em crianças de 6 a 17 anos
O pedido original do Butantan previa que o imunizante poderia ser usada em crianças a partir dos 3 anos de idade
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Foto: Divulgação | Sesab
- A área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou, nesta quinta-feira (20), que o uso da Coronavac seja feito em crianças de 6 a 17 anos. O pedido original do Butantan previa que o imunizante poderia ser usada em crianças a partir dos 3 anos de idade. Outra recomendação da agência foi de que a vacina não seja aplicada em crianças imunocomprometidas. Com relação à posologia aplicada, seria a mesma dosagem que os adultos recebem e no mesmo período de tempo, com intervalo entre 2 a 4 semanas entre a primeira dose e a segunda. A versão pediátrica da vacina da Pfizer funciona de maneira diferente, com uma posologia menor. A aprovação ou não do imunizante para crianças depende da votação da Diretoria Colegiada do órgão, que ainda está em andamento. Em Salvador, o prefeito Bruno Reis e o secretário municipal de Saúde Leo Prates já deram declarações em que afirmam que, caso aprovada, a Coronavac será a escolha principal para vacinação de crianças contra a Covid-19. Nesta sexta, inclusive, o prefeito voltou a torcer pela aprovação do imunizante.
Para liberar Coronavac em crianças, Anvisa pede informações a Butantan
Atualmente, apenas o imunizante da Pfizer foi autorizado para o público infantil
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou informações complementares para analisar o pedido de uso emergencial da Coronavac no público infantil. A decisão foi tomada nesta terça-feira (21) após reunião com técnicos da Anvisa, representantes do Instituto Butantan e sociedades médicas. De acordo com a análise feita pelos pesquisadores da Anvisa e especialistas, como pediatras e imunologistas, os dados apresentados pelo instituto paulista não são suficientes. Os avaliadores entenderam que o Butantan precisa apresentar dados ''ausentes no processo'' para, depois, avaliar se libera ou não a vacina da Coronavac em crianças e adolescentes. ''A Anvisa vai encaminhar ao Instituto uma série de questionamentos sobre dados que ainda não estão presentes no processo e que impedem a conclusão da análise pela Agência'', informou a agência reguladora em nota. A reunião foi divida em duas etapas. Primeiro os representantes do Instituto apresentaram estudos sobre o imunizante em crianças e passaram a responder aos questionamentos de especialistas presentes no encontro. Na segunda etapa, apenas técnicos da reguladora e representantes de sociedades médicas analisaram as informações prestadas pelo Butantan. ''Na avaliação dos técnicos da Anvisa e dos especialistas externos convidados há lacunas importantes nos dados apresentados pelo Butantan que ainda impedem afirmar de forma científica o grau de imunidade gerado nas crianças e adolescentes.'' O Instituto Butantan divulgou uma nota em que ''agradece as associações médicas'' que estiveram na reunião e informou que ''foram apresentados dados robustos sobre imunogenicidade e segurança do imunizante mostrando, mais uma vez, que há elementos suficientes para autorização''. Por se tratar de vacinas para crianças, a Anvisa incluiu as reuniões com especialistas da área no processo de autorização de imunizantes para esse público. Segundo a agência, a mesma medida foi adotada durante os estudos sobre a vacina da Pfizer, liberada para crianças na semana passada.
Vacinados com CoronaVac têm 74% menos chance de morte, diz estudo
Pesquisa tem como base dados de 60 milhões de brasileiros vacinados entre 18 de janeiro e 30 de junho
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Um estudo, com dados de 60 milhões de brasileiros vacinados entre 18 de janeiro e 30 de junho, avaliou a efetividade das vacinas CoronaVac e AstraZeneca para prevenir casos graves de covid-19, hospitalizações, admissão em UTIs e mortes. No caso da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, a CoronaVac, com o esquema vacinal completo, a pessoa imunizada tem 74% menos risco de morte. A autoria do trabalho publicado na plataforma medRxiv e ainda em processo de revisão, segundo publicação da Agência Brasil, é de pesquisadores das universidades federais da Bahia e de Ouro Preto, da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e da London School of Hygiene & Tropical Medicine e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com a AstraZeneca, os que completaram a imunização com duas doses apresentaram 70% menos risco de infecção, 86,8% menos risco de internação, 88,1% menos risco de admissão na UTI e 90,2% menos risco de morte. Entre os que tomaram uma dose, foi observado um risco 32,7% menor de infecção, risco de hospitalização caiu pela metade, 53,6% menos risco de admissão em UTI e 49,3% menos risco de morte. Os pesquisadores destacam que o levantamento é importante não apenas pelo grande número de pessoas analisadas, mas porque se trata do primeiro levantamento nacional para verificar a efetividade vacinal. Esse dado é diferente da eficácia vacinal, que se dá em um ambiente de condições controladas e ideais.
Butantan pede à Anvisa autorização para aplicar CoronaVac em crianças
Instituto quer aplicar imunizante em pessoas entre 3 e 17 anos
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | GOV/SP
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na sexta-feira (30) o pedido do Instituto Butantan para ampliar a faixa etária de indicação da vacina CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida em parceria com laboratório Sinovac. O laboratório quer incluir o público de crianças e adolescentes na faixa de 3 a 17 anos de idade na bula da vacina. De acordo com a Anvisa, para inserir novos públicos na bula, o fabricante do imunizante precisa conduzir estudos que demonstrem a relação de segurança e eficácia para determinada faixa etária. Esses estudos podem ser conduzidos no Brasil ou em outros países. Até o momento, a única vacina para o novo coronavírus aprovada para menores de 18 anos no Brasil é a da Pfizer. Esse imunizante tem indicação em bula para uso a partir de 12 anos de idade. Já o laboratório responsável pela Janssen recebeu autorização da agência para realizar estudos de sua vacina com menores de 18 anos. Os estudos estão em condução pelo laboratório.
Butantan entrega mais 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde
Remessa será distribuída para todo o país por meio do Programa Nacional de Imunizações
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | GOV/SP
- O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira (23) ao Ministério da Saúde mais 1 milhão de doses da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus. A remessa será distribuída para todo o país por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Até o momento, já foram disponibilizadas 58,6 milhões de doses do imunizante desenvolvido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. No último dia 13 de julho, o Butantan recebeu mais 12 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) que permitirão a produção de mais 20 milhões de doses da vacina CoronaVac. A previsão é que, até o fim de agosto, o instituto conclua a entrega de 100 milhões de doses de vacina referentes aos dois contratos assinados com o Ministério da Saúde. Se cumprida, a estimativa antecipa em um mês o prazo estipulado pelos termos para conclusão das entregas.
Butantan entrega 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde
Remessa é referente ao segundo contrato de 54 milhões de doses, que devem ser entregues até setembro
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Instituto Butantan liberou mais 1 milhão de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde nesta quarta (16). As entregas voltaram a ser feitas na semana passada. Com o novo lote, o Instituto totaliza 50 milhões de doses enviadas ao Programa Nacional de Imunização (PNI) desde o início do ano, o que corresponde a metade do total estabelecido nos dois contratos com o governo federal. De acordo com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), uma nova remessa será liberada ainda nesta sexta-feira (18). A remessa é referente ao segundo contrato de 54 milhões de doses, que devem ser entregues até setembro.
Bahia recebeu neste sábado a maior remessa de vacina desde o início da pandemia
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Gov/BA
- Neste sábado (20), por volta das 9h, no Aeroporto Luis Eduardo Magalhães, em Salvador, chegou a maior remessa de vacina contra a Covid-19, desde o início da pandemia. Ao todo, são 263,2 mil doses da CoronaVac e 178 mil doses do imunizante de Oxford/Astrazeneca, o que totaliza 441.200 doses. O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas. De acordo com Fábio, os municípios que conseguiram alcançar as metas da primeira fase estarão autorizados a ampliar a aplicação das doses para idosos de 65 anos ou mais. E em reunião com a Comitiva de Imunização da Bahia (CIB), ficou decidido que pessoas de comunidades quilombolas e pacientes que realizam tratamento de hemodiálise terão prioridade na nova etapa de vacinação.
Governo federal recebe 3,3 milhões de doses da Coronavac produzidas pelo Butantan
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | GOV/SP
- O Ministério da Saúde recebeu hoje (15) 3,3 milhões de doses da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acompanhou a saída do carregamento na sede do instituto. Estão reservados para o estado de São Paulo 823 mil doses deste lote - o que corresponde a 22,6%. De acordo com o gestor paulista, mais 2 milhões de imunizantes serão entregues ao governo federal nesta quarta-feira (17). No total, a previsão é de que, até o final de março, o Butantan entregue ao país 22,7 milhões de doses. Até o final de abril, a quantidade deve chegar a 46 milhões. O instituto está trabalhando para, até o final de agosto, conseguir enviar mais 54 milhões de doses e atingir o total de 100 milhões de unidades da vacina prometidos ao ministério.
Secretaria de Saúde de Caetité divulga novo cronograma de vacinação contra Covid-19
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- A Secretaria de Saúde de Caetité (Sesau-CTE) divulgou, nesta sexta-feira (26), um cronograma de retomada do processo de vacinação contra a Covid-19, após receber um novo lote da vacina CoronaVac. A vacinação começa amanhã (27) e se estende até o dia 05 de março (sexta-feira). O público em que as doses serão destinadas será o de idosos com 80 anos até 86 e profissionais de saúde. Para vacinação, serão necessários os seguintes documentos: RG, CPF, cartão SUS e carteira de vacinação. No caso dos idosos acamados, estes por suas vezes, receberão a vacina em suas residências. No sábado (27), idosos com 86 anos serão vacinados das 8h às 16h, na Unidade Básica de Saúde (UBS) CAE III, que fica localizada na rua Rui Barbosa. O plano também conta com aplicação da segunda dose para idosos com mais de 90 anos, que acontecerá no dia 04 de março (quinta-feira), das 8h às 16h, na UBS Wóquinton Fernandes, que fica localizada na saída de Maniaçu. O plano de ação será finalizado com a aplicação do imunizante em idosos de 80 e 81 anos, das 8h às 16h, na UBS CAE III. Mais informações podem ser obtidas junto aos agentes de saúde comunitária ou pelo site oficial da prefeitura caetiteba.gov.br.
Secretaria de Saúde de Caetité divulga cronograma para aplicação da 2ª dose da vacina CoronaVac
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoesta Bahia
- Nesta terça-feira (16), a Secretaria de Saúde de Caetité (Sesau-CTE), divulgou o cronograma (imagem abaixo) de aplicação da 2ª dose da coronoVac, que será destinada a profissionais de saúde. Ao todo, o município recebeu mais 500 doses do imunizante, que começarão a ser aplicadas a partir desta quarta-feira (17). A Sesau-CTE informa que os profissionais deverão apresentar o cartão de vacinação em que está certificado que a pessoa recebeu a primeira dose, cartão do SUS e documento de identificação com foto. É necessário também o uso de máscara durante o ato da vacinação.
Butantan deve fornecer total de 100 milhões de doses da Coronavac ao Brasil até setembro
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou hoje (11) que irá assinar, até amanhã (12), um acordo com o Ministério da Saúde para a venda de mais 54 milhões de doses da Coronavac, vacina contra o coronavírus produzida pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, no Brasil. Esta quantidade será adicionada ao acordo que já havia sido feito anteriormente, que garante o fornecimento de 46 milhões de imunizantes ao governo federal. No total, a vacinação no país contará, então, com 100 milhões de doses da Coronavac. O que corresponde à possibilidade de proteger 55 milhões de pessoas (26% da população brasileira). Covas estima que até o final do mês de março os insumos para a fabricação das novas doses cheguem ao Brasil. "Já tomamos todas as providências para a produção dessas 54 milhões de doses. Isso já está, inclusive, no processo de produção na China. A partir do final de março devemos receber já os quantitativos de matéria prima", disse em entrevista à rádio CBN. Desta forma, o diretor acredita que as vacinas devem ser entregues integralmente até o início de setembro.
Bahia recebe 186 mil novas doses de Coronavac
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Divulgação | GOV/BA
- Um novo lote com 186.200 novas doses da vacina contra o coronavírus chegou a Salvador na noite de ontem (6). Os imunizantes chegaram ao Aeroporto Internacional de Luis Eduardo Magalhães por volta das 21h30. A expectativa do governo da Bahia é distribuir as doses para todos os 417 municípios do estado em até 24h. Este já é o quarto lote que chega ao estado desde o inicio da vacinação. Ao todo, a Bahia totaliza 736.900 doses recebidas, entre Coronavac Oxford, desde o dia 18 de janeiro, quando chegou a primeira remessa. No total, 282.018 pessoas já receberam a primeira dose da vacina até o momento na Bahia. Os dados são do painel de monitoramento da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
Chegam ao Brasil 5,4 mil litros de insumos para Coronavac
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Um avião com 5,4 mil litros de insumos para a fabricação da Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa em parceria com o Instituto Butantan, chegou na noite de ontem (3) ao Brasil. A carga vinda da China foi despachada em São Paulo às 23h46. A chegada teve a presença do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), do secretário de Saúde do estado, Jean Gorinchteyn, e do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. De acordo com Covas, há a expectativa da vinda de mais 10 mil litros até o final de fevereiro. Com isso, no total, serão entregues 100 milhões de doses até o início do mês de setembro. "Vão chegar mais insumos na semana que vem, no dia 10, e até o final do mês esperamos mais 10 mil litros. Então não pararemos até entregar todo o quantitativo de 100 milhões de doses, que deve ser até agosto, começo de setembro". Segundo o Butantan, com a matéria-prima recebida hoje pelo país, conseguirão ser fabricadas cerca de 8,6 milhões de doses da Coronavac em 20 dias. Os imunizantes têm previsão de entrega para a partir do dia 25 deste mês.
Butantan receberá mais 5,4 mil litros de matéria-prima da Sinovac para fabricação da Coronavac
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O governo de São Paulo afirmou hoje (31) que deve receber na quarta (3) a matéria-prima para o Instituto Butantan produzir mais 8,6 milhões de vacinas da Coronavac. A nova remessa trará 5,4 mil litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) da fábrica da biofarmacêutica Sinovac, na China. Segundo o governo de São Paulo, na última sexta (29), foi entregue ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, mais um lote com 1,8 milhão de doses da vacina fabricada pelo Butantan. Com isso, o cronograma que previa a entrega de 8,7 milhões de vacinas até 31 de janeiro foi cumprido.
Butantan diz que pode negociar doses da CoronaVac com estados
Por: Gabriel Amorim
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- O Instituto Butantan afirmou que pode negociar diretamente com estados e municípios novas doses de CoronaVac se o governo federal não se manifestar. Segundo o diretor do instituto, Dimas Covas, o lote extra de 54 milhões de doses da Corona Vac foi oferecido ao Ministério da Saúde. O governo federal, no entanto, ainda não fez uma solicitação formal das doses. Ainda segundo Covas, outros países também já manifestaram interesse. Na tarde de ontem (27) o presidente do Butantan chegou a dizer que as vacinas poderiam ser exportadas se o governo não formalizasse o interesse. O contrato que inclui a vacina no Plano Nacional de Imunização (PNI) prevê a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, com entrega até 30 de abril. Existe, ainda, a possibilidade de solicitação de outros 54 milhões, totalizando 100 milhões. Pelo contrato, o Ministério da Saúde pode manifestar o interesse pelo segundo lote até 30 dias após a entrega de todas as doses do primeiro."Temos esse compromisso inicial com o Ministério [da Saúde] de oferta de 54 milhões [de doses de CoronaVac]. Mas nós temos uma solicitação muito grande, não só dos países da América Latina, como também de estados e municípios. Então precisamos de fato fazer esse planejamento", disse Dimas Covas em entrevista à GloboNews. Por nota divulgada na noite de ontem, o Ministério da Saúde informou que vai se pronunciar dentro do prazo legal estabelecido no contrato, até 30 de maio.
Após nova liberação da Anvisa, Instituto Butantan entrega mais 900 mil doses da CoronaVac
Por: Kamille Martinho
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- Após a liberação do uso emergencial das doses envasadas na sede do instituto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Butantan entregou ontem (22) mais 900 mil doses da vacina CoronaVac para a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo e para o Ministério da Saúde. Segundo o instituto, 200 mil doses foram levadas ao Centro de Distribuição e Logística da Secretaria da Saúde de São Paulo e 700 mil foram entregues ao governo federal na central de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Ao todo, a Anvisa aprovou o uso de 4,1 milhões de doses da CoronaVac. No entanto, as outras 3,2 milhões de doses envasadas serão liberadas e distribuídas após passarem por um processo de inspeção de controle de qualidade do instituto. Ainda não há previsão da entrega das doses que serão inspecionadas.
Capitais temem fim das doses da CoronaVac até final de janeiro
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O primeiro lote de vacinas distribuído no país tem previsão para durar apenas até o final da próxima semana na maior parte das capitais. As doses começaram a ser entregues na última segunda-feira (18). Das 27 capitais brasileiras (com o Distrito Federal), 17 temem que os imunizantes durem apenas até o dia 31 de janeiro. Apenas Goiânia e Recife preveem que ainda têm três semanas de vacinação pela frente com as doses disponíveis. Oito cidades não têm nenhuma estimativa. A pesquisa foi realizada pela Folha de S.Paulo. Alguns municípios, como São Paulo, Boa Vista, Rio Branco e Goiânia, correm o risco de não ter quantidade suficiente para aplicar a segunda dose nas pessoas que já receberam a vacina, pois estão utilizando todas elas. Em todo o Brasil, foram distribuídas 6 milhões de vacinas Coronavac, vindas da China. Destas, 1,4 milhão foi destinada às capitais. Outras 6 milhões têm previsão de chegada no Brasil em breve: 2 milhões da vacina de Oxford/Astrazeneca serão importadas da Índia hoje (22) e 4,8 milhões da Coronavac produzidas pelo Instituto Butantan aguardam autorização para uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão já tem uma reunião marcada para acontecer na tarde de hoje (22) para decidir se aprova a distribuição.
Igaporã recebeu 130 doses da CoronaVac para início da primeira etapa de vacinação
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Ascom PMI
- A cidade de Igaporã recebeu na manhã desta terça-feira (19), as 130 primeiras doses da CoronaVac, para dar início ao processo de vacinação no município. Conforme informações da Secretaria Municipal de Saúde de Igaporã (Sesau-Igaporã), o plano de vacinação irá seguir as orientações da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (Sesab) e também da Organização Mundial de Saúde (OMS), que prioriza os profissionais de saúde e os idosos com mais de 75 anos. A Sesau-Igaporã reforça que assim que mais doses forem disponibilizadas, toda população igaporaense será contemplada. A cidade de Igaporã é gerida pelo prefeito Neto Cotrim (PT).
Butantan vai anunciar eficácia global da CoronaVac nesta terça-feira
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A eficácia global dos testes da CoronaVac no Brasil será apresentada amanhã (12) em uma coletiva de imprensa no Instituto Butantan, segundo o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn. De acordo com o secretário, a “eficácia global” só é conhecida, por enquanto, pelo Butantan e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Saberemos todos amanhã essa informação”, disse. Ele explicou que esse dado é “de fundamental importância” para ser inserido, por exemplo, na campanha de vacinação do estado. Na semana passada, foi anunciada a eficácia de 78% em casos leves do coronavírus e 100% em casos graves e moderados. Desta forma, já se sabe que a Coronavac protege contra mortes e complicações sérias da doença. A taxa que será divulgada amanhã indica a capacidade de combate ao vírus em todos os tipos de casos, leves a graves.
Coronavac tem eficácia de 78% contra a Covid-19 em estudo no Brasil, diz jornal
Por: Matheus Simoni
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac contra a Covid-19, apresentou eficácia de 78% nos estudos finais realizados no Brasil. Os dados serão divulgados em coletiva de imprensa do governo paulista na sede do Instituto Butantan, com participação do governador paulista, João Doria (PSDB), e de secretários do governo paulista. Por questões de sigilos contratuais, o governo de SP diz que não pode antecipar quais foram os índices obtidos no Brasil, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. No entanto, de acordo com o revelado pelo secretário da Saúde do município, a vacina não atingiu 90% de eficácia nos testes que foram feitos.
Brasil pode ser o primeiro país do mundo a dar aval à Coronavac
Por: Matheus Simoni
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Enquanto o Brasil segue sem previsão do início da vacinação, cerca de 30 países do mundo já iniciaram a vacinação contra a Covid-19. Até agora, os imunizantes mais promissores para serem aprovados no país são a da AstraZeneca, que está sendo desenvolvida no Brasil em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a Coronavac, resultante de acordo entre o laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, de São Paulo. Apenas quatro países fazem testes da Coronavac além do Brasil: China, Indonésia, Turquia e Índia. Segundo a infectologista Raquel Stucchi, da Sociedade Brasileira de Infectologia, esta decisão foi feita pelo próprio laboratório Sinovac. “Só nestes quatro países é que recrutaram voluntários. Isso por uma decisão da Sinovac, do laboratório. Ela poderia ter feito na Inglaterra, onde quisesse, mas ela optou por estes quatro. E o Brasil será o país que dará, vamos dizer assim, o aval. Será o primeiro país que dará a certificação, ou não, da vacina com os resultados globais da fase 3”, diz. A partir do momento que a Coronavac for aprovada no Brasil, qualquer país do mundo poderá mostrar interesse em comprar e realizar um acordo comercial com a Sinovac.
Doria convida Lula e Dilma para tomarem vacina contra Covid do Instituto Butantan
Por: Geovana Oliveira
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- O governador João Doria (PSDB) convidou os ex-presidentes do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, para receberem doses da vacina contra Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan. A informação é da coluna Painel, no jornal Folha de S. Paulo. Doria pediu para que o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), fizesse o convite, mas as assessorias dos ex-presidentes não confirmaram o convite. Além dos petistas, Doria já havia convidado José Sarney (1985 a 1990), Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002) e Michel Temer (2016 a 2018). O assessor de Lula afirmou que o ex-presidente está em viagem para Cuba, mas que tomará a vacina do Instituto Butantan assim que estiver disponível. O governo de São Paulo recebeu hoje (18) da China, no aeroporto de Guarulhos, mais 2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac e pelo Instituto Butantan. A previsão é que a campanha de vacinação no estado comece a partir do dia 25 de janeiro.
Três ex-presidentes brasileiros tomarão vacina CoronaVac juntos, afirma revista
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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- Três ex-presidentes brasileiros resolveram repetir a iniciativa dos presidentes americanos, Bush, Obama e Clinton, que já anunciaram que irão se vacinar juntos, e devem repetir o gesto também no Brasil. Se tratam de Fernando Henrique, José Sarney e Michel Temer, que aceitaram o convite do governador de São paulo, João Dória (PSDB), e irão propagandear a vacina CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, informou a revista Veja. Os ex-presidentes devem tomar a vacina em meados de janeiro, mais precisamente no dia 25 de janeiro já que, os três, integram o chamado grupo de risco, pois Sarney tem 90 anos, Fernando Henrique 89 e Temer 80. A ideia do ato conjunto é criar um contraponto ao bolsonarismo e seus adeptos, principalmente, a figura do presidente Jair Bolsonaro que já disse por diversas vezes que não vai se vacinar, além de alardear informações sem comprovação científica acerca da vacina.























