TCM-BA investiga contratação de parentes de servidor pela Prefeitura de Cocos
TCM-BA investiga contratação de parentes de servidor pela Prefeitura de Cocos
Auditoria aponta possível violação aos princípios da impessoalidade e moralidade nas contratações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) abriu procedimento investigativo contra a Prefeitura de Cocos após auditoria apontar possíveis irregularidades em contratos diretos que somam mais de R$ 1,29 milhão, envolvendo a empresa Athos Carneiro Viana e um aditivo com a médica Dyanna Silva Pinto Neves. O prefeito Clewton Domingues de Souza, conhecido como Clevyn, foi notificado para apresentar defesa, enquanto a 25ª Inspetoria Regional de Controle Externo (IRCE) solicitou a suspensão dos pagamentos por risco ao erário.
- A investigação destaca supostas violações aos princípios da impessoalidade e moralidade, além de questionar o cumprimento da Lei Federal nº 14.133/2021 e da legislação municipal. O relator Paulo Rangel adiou a análise da liminar, mantendo o caso em fase de apuração sem conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos envolvidos.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) apura possíveis irregularidades em contratos que somam mais de R$ 1,29 milhão firmados pela Prefeitura de Cocos, no oeste da Bahia. O procedimento foi aberto pela 25ª Inspetoria Regional de Controle Externo (IRCE) contra o prefeito Clewton Domingues de Souza, conhecido como Clevyn, após a auditoria apontar possíveis irregularidades em contratações diretas por inexigibilidade de licitação. Segundo o TCM-BA, os contratos envolvem a empresa Athos Carneiro Viana, no valor de R$ 1.209.384, e um aditivo de R$ 86.544 com a médica Dyanna Silva Pinto Neves. De acordo com a representação, os contratados são, respectivamente, cunhado e esposa do médico Lúcio Lacerda de Moura, servidor efetivo da rede municipal de saúde e diretor clínico do Hospital Municipal de Cocos. A inspetoria aponta possível violação aos princípios da impessoalidade e moralidade, além de questionar o cumprimento da Lei Federal nº 14.133/2021 e da legislação municipal. A 25ª IRCE pediu a suspensão dos contratos e dos pagamentos, alegando risco de dano ao erário. O relator do processo, conselheiro Paulo Rangel, porém, adiou a análise do pedido liminar e determinou a notificação do prefeito para apresentação de defesa antes de decidir sobre a medida. As irregularidades apontadas ainda são objeto de apuração e não representam, neste momento, uma conclusão definitiva do TCM-BA sobre a responsabilidade dos envolvidos.
MPBA prepara regras para fiscalizar gastos com São João de 2027
MPBA prepara regras para fiscalizar gastos com São João de 2027
Órgão quer avaliar contratos de shows conforme a capacidade financeira de cada prefeitura
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) deu início a uma nova fase de discussões para ampliar a transparência e o controle dos gastos públicos nos festejos juninos dos municípios baianos, com foco no ciclo festivo de 2027. A reunião, realizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB) em Salvador, contou com a presença de representantes do MPBA, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), empresários do setor artístico e, futuramente, de autoridades da União dos Municípios da Bahia (UPB) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
- Entre os principais pontos abordados estão os critérios de capacidade financeira das prefeituras, previstos na Nota Técnica Conjunta nº 01/2025, e a coleta de informações sobre eventuais inadimplências para prevenir riscos às contas públicas. A iniciativa visa garantir que municípios em situação financeira delicada não assumam compromissos incompatíveis com seus orçamentos, reforçando o Compromisso Público de Economicidade e a transparência nos contratos de artistas, shows e estruturas para as festas.
Foto: Reprodução
O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) iniciou uma nova etapa de discussões para ampliar a transparência e o controle dos gastos públicos com os festejos juninos realizados pelos municípios baianos. A iniciativa tem como foco o ciclo festivo de 2027 e envolve representantes do MPBA, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e empresários do setor artístico. A reunião ocorreu no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, e teve como objetivo discutir critérios contratuais que poderão servir de referência para a fiscalização das prefeituras. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Rita Tourinho, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público (Caopam), com apoio do Centro de Autocomposição e Construção de Consensos (Compor). A agenda dá continuidade a uma articulação iniciada em 2023 e deverá envolver, nas próximas reuniões, representantes dos municípios, da União dos Municípios da Bahia (UPB) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Entre os pontos discutidos está a capacidade financeira de cada prefeitura como um dos critérios para avaliar a compatibilidade dos valores destinados à contratação de artistas, shows e estruturas para os festejos. O parâmetro está previsto na Nota Técnica Conjunta nº 01/2025, reafirmada em 2026. A intenção é identificar antecipadamente possíveis riscos às contas públicas e evitar que municípios em situação financeira delicada assumam compromissos considerados incompatíveis com seus orçamentos. Como parte da estratégia preventiva, o MPBA solicitou aos empresários do setor artístico informações sobre eventuais casos de inadimplência envolvendo prefeituras baianas. Os dados deverão ajudar os órgãos de controle a identificar dificuldades financeiras dos municípios e planejar medidas antes do período de festas. Durante a reunião, a promotora Rita Tourinho destacou os resultados do diálogo entre os órgãos públicos e o setor artístico e citou o Compromisso Público de Economicidade como instrumento para discutir custos, formação de preços e riscos relacionados aos contratos. Também participaram do encontro o promotor de Justiça Frank Ferrari, coordenador do projeto Painel da Transparência dos Festejos Juninos, além de auditores e assessores do TCM e representantes do setor artístico.
Bahia cria grupo para avaliar impactos da Reforma Tributária em contratos públicos
Equipe reúne PGE, Saeb e Sefaz para preparar o Estado para mudanças no sistema de tributação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Governo da Bahia instituiu, por meio de portaria conjunta publicada no Diário Oficial, um Grupo de Trabalho Interinstitucional para analisar os impactos da Reforma Tributária nos contratos públicos estaduais. A equipe reúne representantes da Procuradoria‑Geral do Estado (PGE), da Secretaria da Administração (Saeb) e da Secretaria da Fazenda (Sefaz), e tem como objetivo principal estudar a transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo e propor ajustes nos contratos durante o período de mudança.
- A coordenação ficará a cargo do procurador Leôncio Ogando Dacal, que atuará ao lado de Thiago Anton Alban, enquanto membros de cada secretaria – como Simone Garcia Barbosa, José Wladimir de Araújo Ferreira e Ilan Nogueira de Oliveira Santana – compõem o grupo. A iniciativa busca antecipar efeitos fiscais e garantir a continuidade das relações contratuais da administração estadual na fase de transição.
Foto: Reprodução | Getty Images
O Governo da Bahia criou um Grupo de Trabalho Interinstitucional para analisar os possíveis impactos da Reforma Tributária sobre contratos públicos firmados pelo Estado. A medida foi formalizada por meio de uma portaria conjunta publicada no Diário Oficial do Estado neste sábado (19). A equipe reúne representantes da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), da Secretaria da Administração (Saeb) e da Secretaria da Fazenda (Sefaz). O grupo terá como uma das principais atribuições estudar os efeitos da transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo e propor procedimentos para eventuais revisões dos contratos estaduais. A coordenação ficará sob responsabilidade do procurador do Estado Leôncio Ogando Dacal, que também representará a PGE ao lado de Thiago Anton Alban. Pela Saeb, integram o grupo Simone Garcia Barbosa, José Wladimir de Araújo Ferreira, Jurandi Moreira Angelim Júnior e João Adolfo Ferreira Jonas. A Sefaz será representada por Ilan Nogueira de Oliveira Santana e Josuele de Santana Souza. A criação da equipe busca antecipar os possíveis efeitos das mudanças tributárias sobre as relações contratuais mantidas pela administração estadual durante o período de transição para o novo sistema.
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Nunes Marques nega pedido da PF para fazer buscas contra ACM Neto na Overclean
Candidato ao governo da Bahia foi alvo de solicitação da Polícia Federal no âmbito da 10ª fase da operação, que investiga supostas fraudes em contratos da Educação de Belo Horizonte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal autorização para cumprir 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados, como parte da 10ª fase da Operação Overclean, visando investigar supostas fraudes em contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte que ultrapassam R$ 80 milhões. O pedido, que contava com parecer favorável da Procuradoria‑Geral da República, foi recusado pelo ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso no STF, gerando grande repercussão no cenário político da Bahia, onde o candidato ACM Neto (União Brasil) também era alvo da investigação.
- A operação amplia o foco para possíveis direcionamentos de licitações de materiais didáticos, envolvendo o ex‑secretário Bruno Barral, e investiga se esquemas semelhantes foram replicados em outras prefeituras do país. Entre os crimes apurados estão fraudes em licitações, organização criminosa, lavagem de dinheiro e outras irregularidades contra a administração pública, ampliando o escopo que inicialmente tratava de contratos de coleta de lixo e desvios de emendas parlamentares na Bahia.
Foto: Valter Pontes | Secom
A Polícia Federal pediu autorização para fazer buscas contra o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relator do caso na Corte, porém, negou o pedido. Nesta etapa da operação, a PF cumpre 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados para investigar suspeitas de fraudes em contratos firmados entre 2024 e 2025 pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. Os contratos sob investigação somam mais de R$ 80 milhões. Investigação em Belo Horizonte - A nova frente apura suspeitas de direcionamento de procedimentos licitatórios para a compra de materiais didáticos na capital mineira. À época, a Secretaria Municipal de Educação era comandada por Bruno Barral, que também é alvo dos mandados cumpridos nesta quinta. Segundo a investigação, Barral teria chegado ao cargo com o aval de ACM Neto. A PF apura ainda se grupos investigados por supostas fraudes na Bahia teriam reproduzido o mesmo tipo de esquema em contratos de diferentes prefeituras pelo país. A investigação aponta possíveis crimes contra a administração pública, fraudes em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Pedido contra ACM Neto - No curso das apurações, a Polícia Federal solicitou ao STF autorização para realizar buscas relacionadas a ACM Neto. O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas foi rejeitado por Nunes Marques. A solicitação foi feita pela PF em janeiro, enquanto a manifestação favorável da PGR ocorreu no início de fevereiro, meses antes do período eleitoral. A assessoria do ministro informou que não comentaria a decisão. A Operação Overclean começou investigando suspeitas de fraudes em contratos de coleta de lixo e outros serviços, além de possíveis desvios de emendas parlamentares na Bahia. As apurações posteriormente avançaram para contratos e suspeitas envolvendo outros municípios e áreas de atuação em diferentes estados.
TCM descobre 244 baterias compradas para 51 veículos e multa prefeito de Ibitiara
Tribunal apontou mais de 150 trocas em menos de um ano e identificou falhas na fiscalização dos contratos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) multou o prefeito de Ibitiara, Wilson dos Santos Souza, após identificar irregularidades na compra e substituição de baterias da frota municipal. Entre 2022 e 2024, a prefeitura adquiriu 244 baterias para apenas 51 veículos e realizou 203 trocas, sendo 152 delas em menos de 12 meses no mesmo automóvel, o que levanta dúvidas sobre a qualidade das baterias ou problemas mecânicos não resolvidos.
- A investigação apontou ausência de ordens de serviço, laudos técnicos e histórico de manutenção, e embora não tenha constatado prejuízo direto ao erário, o TCM constatou falha na fiscalização dos contratos e aplicou multa de R$ 3 mil ao gestor, decisão que ainda pode ser recorrida.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) multou o prefeito de Ibitiara, Wilson dos Santos Souza, o "Wilson de Bududa", após identificar irregularidades na compra e substituição de baterias da frota municipal. Segundo o órgão, entre 2022 e 2024 a prefeitura adquiriu 244 baterias para apenas 51 veículos e realizou 203 substituições, sendo que 152 delas aconteceram em menos de 12 meses no mesmo automóvel. Para a relatora do processo, o volume de trocas levanta dúvidas sobre a qualidade das baterias fornecidas ou sobre possíveis problemas mecânicos na frota que não foram solucionados pela administração. A investigação também apontou ausência de ordens de serviço, laudos técnicos e histórico de manutenção dos veículos. Apesar de não identificar prejuízo direto aos cofres públicos, o TCM concluiu que houve falha na fiscalização dos contratos e aplicou multa de R$ 3 mil ao gestor. A decisão ainda cabe recurso.
TRE-BA manda PF aprofundar investigação contra prefeito por suspeitas de caixa dois e fraude em licitação
Tribunal determinou novas diligências para apurar suspeitas de caixa dois eleitoral, fraude em licitações e contratos públicos no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou a continuidade das investigações sobre supostas irregularidades do prefeito de Rio de Contas, Célio Vaqueiro, envolvendo caixa dois eleitoral, fraude em processos licitatórios e contratos públicos. A decisão rejeitou o pedido de arquivamento da defesa e mantém o inquérito em andamento.
- A investigação apura suspeitas de que a campanha de 2024 teria sido financiada com recursos públicos, além de indícios de fraude em contratos firmados pela Prefeitura de Rio de Contas. A Polícia Federal deverá realizar diligências para apurar essas acusações e devolver o inquérito ao TRE-BA após a conclusão das investigações.
Foto: Reprodução
TCM manda prefeito de Riacho de Santana suspender pagamento milionário a escritório de advocacia
Tribunal considerou desproporcionais os honorários previstos em contratos que podem chegar a R$ 18 milhões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou a suspensão imediata dos pagamentos de honorários advocatícios pela Prefeitura de Riacho de Santana ao escritório Monteiro e Monteiro Advogados Associados. A decisão liminar, proferida pelo conselheiro Paulo Rangel, aponta que os valores acordados são desproporcionais aos serviços prestados, uma vez que a banca atuou apenas na fase de execução de decisões judiciais que já haviam sido obtidas pelo Ministério Público Federal.
- O prefeito João Vitor Martins Laranjeira (PSD) tem um prazo de 20 dias para apresentar sua defesa, sob risco de aplicação de multa e envio do caso ao Ministério Público Estadual para investigação de possíveis irregularidades. O gestor, que já foi investigado pela Polícia Federal na Operação Overclean e temporariamente afastado em 2025, responderá ao processo juntamente com o escritório de advocacia até a deliberação final do plenário do TCM.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou que a Prefeitura de Riacho de Santana suspenda imediatamente os pagamentos de honorários advocatícios ao escritório Monteiro e Monteiro Advogados Associados. A decisão liminar foi publicada no Diário Oficial do órgão e também notificou o prefeito João Vitor Martins Laranjeira (PSD), que terá 20 dias para apresentar defesa. Segundo o TCM, os contratos firmados em 2025 preveem honorários entre 15% e 20% sobre valores recuperados em ações judiciais. Para o tribunal, a remuneração é desproporcional aos serviços prestados, já que os processos estavam em fase avançada ou praticamente concluídos em favor do município. De acordo com a decisão, os honorários poderiam alcançar cerca de R$ 18 milhões, enquanto o impacto financeiro estimado para os cofres públicos seria de aproximadamente R$ 12 milhões. O relator do caso, conselheiro Paulo Rangel, destacou que, em dois dos contratos analisados, o escritório atuou apenas na fase de execução de decisões judiciais já obtidas pelo Ministério Público Federal, mas foi contratado com remuneração equivalente à de quem conduziu toda a ação desde o início. Com a decisão, ficam proibidos novos pagamentos ao escritório até o julgamento definitivo do processo pelo plenário do TCM. O tribunal também alertou que o eventual descumprimento da medida poderá resultar em multa ao prefeito e no encaminhamento do caso ao Ministério Público da Bahia para apuração de possíveis irregularidades. João Vitor Martins Laranjeira também é investigado pela Polícia Federal na Operação Overclean, que apura suspeitas de desvios de recursos oriundos de emendas parlamentares. Em 2025, ele chegou a ser afastado do cargo por decisão judicial, retornando à Prefeitura após 109 dias. O prefeito e o escritório de advocacia poderão apresentar defesa dentro do prazo estabelecido pelo Tribunal de Contas.
























