Mais de 40% das cidades baianas decretaram situação de emergência devido a dengue
Número de óbitos por dengue no estado chegou a 14
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Foto: Sesab
- A Secretária de Saúde do Estado (Sesab) informou, nesta quinta-feira (14), que cerca de 175 municípios do estado estão em epidemia, um total de 41,9% das cidades baianas.Dentre esse número, 67 estão em risco e 18 em alerta. Foram contabilizados quase 45.386 mil casos prováveis até o dia 9 de março deste ano, o que corresponde a um aumento de 307,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A pasta ainda confirmoi mais duas mortes por dengue na Bahia. Os pacientes moravam em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo da Bahia, e em Santo Estevão, a cerca de 150 quilômetros de Salvador. A Sesab não detalhou o perfil dos pacientes que morreram. No mesmo período, foram notificados 3.918 casos prováveis de Chikungunya no estado. Em 2023, foram 4.747 casos prováveis da doença, o que representa uma redução de 17,5%. Enquanto os casos de Zika tiveram um aumento de 38,2% em relação ao ano passado, saltando de 335 casos prováveis em 2023 para 463 casos prováveis em 2024.
Enchentes castigaram 165 cidades da Bahia desde início de novembro
O número total de pessoas afetadas chegou a 661.508 em todo estado
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- As fortes chuvas que provocaram grandes estragos na Bahia são responsáveis por afetar 165 municípios, desde novembro do ano passado. Números da Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), atualizados em 1ª de janeiro, indicam 32.737 desabrigados (pessoas que precisam de abrigos do governo), 57.531 desalojados (estão nas casas de parentes ou vizinhos), 25 mortos e 517 feridos. Na Bahia, as regiões mais castigadas pelas chuvas foram sul, extremo-sul e sudoeste. O número total de pessoas afetadas chegou a 661.508 em todo estado. Até o momento, os locais com vítimas fatais são: Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2) e Ubaitaba (1).
Ao menos 17 cidades baianas perderam vacinas e medicamentos por causa da chuva
O levantamento feito pelo Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde é preliminar e o número de cidades afetadas pode ser ainda maior
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Foto: Reprodução
- Quase 30% dos municípios baianos foram afetados pelas fortes chuvas que atingem o estado desde o início do mês de dezembro. Destas, 100 já decretaram situação de emergência. Para além de todo o transtorno que as enchentes estão causando, as secretarias de Saúde de diversos municípios estão em alerta por mais um motivo: a perda de vacinas e medicamentos após os alagamentos. O governador Rui Costa, em uma transmissão ao vivo, já havia dito na última terça-feira (28) que várias cidades do sul da Bahia perderam todas as medicações e vacinas. O Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems-Ba) realizou um levantamento que confirmou a afirmação de Rui. Dados mostram que ao menos 17 cidades tiveram perdas de remédios, imunizantes, equipamentos ou insumos hospitalares por causa das enchentes. No entanto, por ser um levantamento preliminar, o Consems-Ba acredita que esse número pode ser ainda maior. Segundo o órgão, diversos secretários municipais estão tendo dificuldade de se comunicar com a pasta e repassar informações. Lista das cidades que sinalizaram perdas de medicamentos, vacina ou insumos: Itororó; Jucuruçu; Amargosa; Jiquiriçá; Laje ; Aratuípe ; Coaraci Itacaré; Ilhéus; Itabuna; Canavieiras; Pau Brasil; Ipiaú; Jequié; Jaguaquara; Valença; Vitória da Conquista.
Bahia tem 51 cidades em emergência e mais de 15 mil desalojados pelas chuvas
Foram afetadas 220 mil pessoas em regiões afetadas pelas enchentes; 11 morreram
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Foto: Divulgação | CBM-BA
- A Superintendência de Proteção e Defesa Civil do Estado da Bahia (Sudec) indicou, nesta quarta-feira (14), que há, atualmente, 51 municípios da Bahia em situação de emergência devido às fortes chuvas que atingem todo o estado, especialmente a região do extremo sul, desde novembro deste ano. Além das 11 mortes, registradas em seis cidades -- duas em Amargosa, outras duas em Itaberaba, três em Itamaraju, uma em Macarani, uma em Prado, uma Ruy Barbosae outra Jucuruçu --, o órgão informou que foram afetadas, com as enchentes, 220.297 pessoas nas 51 cidades em emergência. Dentre estas, foram computados 267 feridos, 6.371 desabrigados e 15.199 desalojados. Confira a lista dos municípios em situação de emergência: 1- Alcobaça; 2- Amélia Rodrigues; 3- Anagé; 4- Baixa Grande; 5- Belmonte ;6- Boa Vista do Tupim; 7- Camacan; 8- Canavieiras; 9- Caravelas; 10- Cocos; 11- Encruzilhada; 12- Eunapolis; 13- Guaratinga; 14- Iaçu; 15- Ibicoara; 16- Ibicuí; 17- Ibirapuã; 18- Ilhéus; 19- Itabela; 20- Itapebi; 21- Itaberaba; 22- Itacaré; 23- Itagimirim; 24- Itamaraju; 25- Itambé; 26- Itanhém; 27- Itapetinga; 28- Itaquara; 29- Itarantim; 30- Jaguaquara; 31- Jiquiriçá; 32- Jucuruçu; 33- Lajedão; 34- Macarani; 35- Maragogipe; 36- Marcionilio de Souza; 37- Mascote; 38- Medeiros Neto; 39- Mucugê; 40- Mucuri; 41- Mutuípe; 42- Nova Viçosa; 43- Porto Seguro; 44- Prado; 45- Ribeira do Pombal; 46- Ruy Barbosa; 47- Santa Cruz Cabrália; 48- Santanópolis; 49- Teixeira de Freitas; 50- Teolândia; 51- Vereda.
Grandes cidades têm queda recorde de Covid desde início da pandemia
Salvador está entre as 21 capitais que passaram todo o mês de outubro no estágio de desaceleração
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução
- Quatro em cada cinco cidades com mais de 100 mil habitantes no Brasil tiveram redução de novos casos da Covid-19 em outubro, maior índice de toda a pandemia. Os dados são do monitor de aceleração da Covid do jornal Folha de S. Paulo, que mede a velocidade de crescimento de novas infecções pelo coronavírus nos estados e municípios grandes, que têm dados mais estáveis e confiáveis que os menores. Em média, outubro teve, por dia, 260 cidades no estágio de desaceleração, quando o número de novos casos está em queda. Isso representa 80% das 326 cidades com mais de 100 mil habitantes. O pior índice foi em maio de 2020, quando a média diária de cidades com redução de casos chegou a três.Por sua vez, outubro de 2021 teve o menor número de municípios com crescimento acelerado de casos — média de 16 por dia (5%). Nesse estágio, segundo a classificação do monitor, o ritmo de infecções cresce de forma expressiva e descontrolada. O pico foi em junho do ano passado, com 287 (88% das cidades grandes). O monitor tem ainda outras três etapas possíveis: estável (quando o número de novos casos é constante, mas considerável), reduzido (quando não há nenhum ou muito poucos novos casos) e inicial (quando os casos começam a surgir, no início da epidemia). Entre as 27 capitais, 21 passaram todo o mês passado no estágio de desaceleração. É o caso de São Paulo, Salvador, Manaus, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre, por exemplo. Já Boa Vista, Brasília, Florianópolis, Fortaleza, Teresina e Vitória tiveram parte dos dias em situação estável ou de crescimento acelerado de casos, embora a maior parte do mês tenha sido em desaceleração ou estabilidade.
Mais de 50 cidades baianas passam de 15 dias sem novos casos de Covid-19
149 cidades não registraram mortes em agosto
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- A Bahia tem 54 municípios que não registram novos casos de Covid-19 há pelo menos 15 dias. Os dados foram revelados pelo boletim mais recente da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) que acompanha o número de casos na Bahia. As cidades representam 13% dos municípios baianos. Quando o dado é o do registro do número de mortes são 196 cidades da Bahia, ou 47% de todo o estado, que não registraram mortes por covid em agosto. A lista de cidades a mais tempo sem novos casos da doença inclui Nova Itarana (44 dias); Catolândia (39 dias); Lajedinho (38 dias); Itaquara (36 dias) e Planaltino (36 dias) Os cinco municípios a mais tempo sem casos têm populações que variam entre 2 e 8 mil habitantes segundo dados do IBGE.
CGU apura suspeita de desvios de recursos durante a pandemia em 50 cidades da Bahia
Por: Alexandre Santos
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Foto: Divulgação | CGU
- A Controladoria-Geral da União (CGU) está monitorando a aplicação de recursos federais repassados para o combate ao novo coronavírus em ao menos 50 cidades da Bahia. A informação foi confirmada pelo superintendente do órgão no estado, Ronaldo Machado de Oliveira, durante coletiva de imprensa após a Operação Estertor, deflagrada pela CGU e pela Polícia Federal, na última sexta-feira (11), em Candeias. Segundo Machado, a PF também acompanha outros municípios que estão em situação semelhante — algumas deles sob investigação em curso para apurar fatos relacionados aos supostos desvios. Procurada pelo Metro1, a assessoria da CGU respondeu que todos os casos suspeitos correm em segredo de Justiça. "Esta Controladoria vem acompanhando a execução dos recursos destinados ao enfrentamento da pandemia do Covid-19, que foram repassados pela União ao Estado da Bahia, Municípios, entidades filantrópicas, bem como pessoas físicas beneficiárias do auxílio emergencial. Por se tratar de trabalho de monitoramento que continua em andamento, não é possível discriminar a relação de entes/entidades fiscalizadas", disse, em nota, a Superintendência da CGU na Bahia. Na ação de Candeias, os dois órgãos informaram terem desarticulado um esquema criminoso de direcionamento de dispensas de licitação realizado pela gestão do prefeito Pitágoras Alves (PP). De acordo com a investigação conjunta, o prejuízo aos cofres públicos decorrentes de tais irregularidades chegam a mais de R$ 800 mil. De acordo com a PF e a CGU, os supostos desvios foram identificados após uma denúncia sobre compra de respiradores e máscaras de proteção contra a Covid-19 em 2020. Naquele ano, a prefeitura contratou, sem licitação, oito respiradores no valor de R$ 175 mil — totalizando R$ 1,4 milhão — da empresa Manupa Comércio, Exportação, Importação de Equipamentos e Veículos Adaptado Eireli. Em nota enviada ao site Metro1 após a operação, a Prefeitura de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, informou que os mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF na casa do prefeito Dr. Pitágoras) se referem a uma "denúncia antiga". De acordo com a assessoria do município, a ação aconteceu na residência do gestor porque, à época, a secretária de Saúde era a primeira-dama Soraia Cabral. "Não há busca e apreensão contra o prefeito. Há também na secretaria de Saúde, onde já foram entregues todos os documentos", diz o comunicado. Em dezembro do ano passado, a Operação Anóxia, deflagrada conjuntamente entre a PF e a CGU, apontou um superfaturamento de mais de R$ 110 mil em contratos da Prefeitura de Ilhéus relativos a aportes para o combate à crise sanitária. De abril de 2020 até agora, a CGU atuou diretamente em 57 operações especiais, em conjunto com a Polícia Federal, Ministérios Públicos e outros órgãos parceiros para combater desvios de recursos federais destinados ao enfrentamento da Covid-19. Conforme o órgão, o montante analisado nas contratações e licitações é de R$ 1,62 bilhão. O prejuízo efetivo (que constou nas apurações) é de R$ 39,22 milhões e o prejuízo potencial (que decorre dos desdobramentos das investigações) é de R$ 164,76 milhões.























