TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
Liminar impede uso de recursos públicos, propaganda e participação em atos de campanha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar que suspende todos os atos de campanha de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições de 2026, após recurso da coligação Paraná Para Todos e da Federação Brasil da Esperança contra decisão do TRE‑PR. O ministro Floriano de Azevedo Marques apontou risco ao processo eleitoral e citou precedente de 2023 que indeferiu seu registro para a Câmara, mantendo Dallagnol impedido de usar recursos públicos, veicular propaganda e participar de debates até novo julgamento do colegiado.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, por meio de uma liminar, os atos de campanha de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições de 2026. A decisão foi tomada pelo ministro Floriano de Azevedo Marques em uma ação que questiona o registro da candidatura. O pedido foi apresentado pela Coligação Paraná Para Todos e pela Federação Brasil da Esperança, que recorreram contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que havia deferido o registro de Dallagnol. Na decisão, o ministro considerou haver elementos que justificam a análise do recurso e apontou risco ao processo eleitoral caso a campanha continuasse enquanto a questão sobre a elegibilidade permanece em discussão. Com a liminar, Dallagnol fica impedido de receber e utilizar recursos públicos de campanha, veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão, participar de debates e realizar outros atos de campanha. A decisão é provisória e ainda deverá ser submetida à análise do colegiado do TSE. O ministro também citou como fundamento um julgamento de 2023, quando o tribunal indeferiu o registro de Dallagnol para a Câmara dos Deputados por entender que houve fraude à lei relacionada à sua saída do Ministério Público Federal. O caso atual trata da candidatura ao Senado e ainda terá o recurso analisado pela Justiça Eleitoral.
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Ex-primeira-dama diz que vai se dedicar aos cuidados com Jair Bolsonaro e a filha; aliados afirmam que ela também está desmotivada para disputar o Senado pelo DF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Michelle Bolsonaro anunciou sua saída da presidência nacional do PL Mulher, justificando a decisão pela necessidade de se dedicar integralmente aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro e a filha do casal. A comunicação foi feita ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, e a ex-primeira-dama reforçou a motivação familiar em nota divulgada nas redes sociais, agradecendo o apoio recebido e defendendo a maior participação feminina na política.
- Nos bastidores, contudo, aliados sugerem que a saída também reflete o desgaste provocado por disputas internas no PL e a insatisfação de Michelle com críticas recebidas após questionar publicamente posições de Flávio Bolsonaro. Há relatos de seu crescente desânimo com a possibilidade de uma candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, uma vez que ela sempre condicionou a disputa a um pedido do ex-presidente. A vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, é cotada para assumir o comando do PL Mulher.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) anunciou que deixará a presidência nacional do PL Mulher para se dedicar aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com a filha do casal. A decisão foi comunicada ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, em reunião realizada nesta terça-feira (30), na sede da legenda. Em nota divulgada nas redes sociais, Michelle afirmou que a decisão foi tomada após conversas com o marido. Segundo ela, o momento exige dedicação integral à família. Nos bastidores, porém, aliados afirmam que a saída também ocorre em meio ao desgaste provocado por disputas internas no PL. Michelle tem demonstrado insatisfação após críticas e ataques recebidos desde que questionou publicamente posições do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência. Pessoas próximas à ex-primeira-dama afirmam que ela também está cada vez mais desanimada com a possibilidade de disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Segundo esses relatos, Michelle sempre afirmou que só aceitaria a candidatura a pedido de Jair Bolsonaro e nunca assumiu publicamente a condição de pré-candidata. A expectativa é que a atual vice-presidente nacional do PL Mulher, a vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, assuma o comando do grupo. Em nota, Michelle agradeceu às dirigentes estaduais e municipais do movimento, destacou o apoio recebido de Valdemar Costa Neto e defendeu maior participação feminina na política. Valdemar afirmou que respeita a decisão da ex-primeira-dama, elogiou sua atuação à frente do PL Mulher e atribuiu os conflitos internos ao crescimento da legenda, classificando as divergências como naturais.
























