Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Número de indecisos dobra na espontânea, que registra empate numérico; a situação é de empate técnico, com 1 ponto de diferença entre os dois candidatos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta‑feira (21) indica que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão praticamente empatados para o segundo turno, com 45% e 44% das intenções de voto, respectivamente. A margem de erro de dois pontos mantém o cenário como empate técnico, enquanto 9% dos eleitores pretendem votar em branco ou nulo e 2% ainda estão indecisos.
- Na sondagem espontânea, que não apresenta previamente os nomes dos candidatos, ambos alcançaram 40% de apoio, mas o número de indecisos dobrou para 14% em apenas uma semana. O levantamento, contratado pela TV Globo, reflete o impacto de recentes marcos da campanha, como o fim da escala 6x1, entrevistas na Globo e debate na Band, além de intensas mobilizações nas ruas e nas redes sociais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno, mostra distância de apenas um ponto entre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 45% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%. Em comparação com a sondagem da última semana, Flávio oscilou um ponto para baixo, e Lula permaneceu com o mesmo percentual. Pessoas que dizem que vão botar em branco ou nulo se mantêm em 9%, e os indecisos são 2%. Na modalidade espontânea, aquela em que o entrevistado não é apresentado previamente aos nomes dos candidatos, os dois aparecem em empate numérico, com 40% cada. Esse formato é importante para medir quão convicto está o eleitor. O dado mais relevante da espontânea na nova rodada é o número de indecisos, que dobrou em uma semana e chegou a 14%. A nova pesquisa é a primeira do instituto depois de momentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo. Pela margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos seguem em empate técnico.
Poucas propostas e muitas trocas de farpas marcam debate da Band
Poucas propostas e muitas trocas de farpas marcam debate da Band
Debate da Band foi marcado pelo predomínio de ataques e trocas de acusações entre Lula e Flávio Bolsonaro, enquanto propostas concretas para os problemas do país tiveram espaço limitado
Por: Jairo Costa Jr.
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- O debate transmitido pela Band evidenciou que as trocas de acusações dominaram o confronto, reduzindo o espaço para a apresentação de propostas detalhadas sobre economia, segurança pública, saúde e educação.
- Essa ênfase nos ataques reforça a narrativa negativa, aumenta a repercussão nas redes sociais e coloca em risco a conexão entre a disputa política e as preocupações da população, exigindo que o eleitor identifique candidatos capazes de transformar discurso em compromissos concretos.
Foto: Reprodução/YouTube
O debate da Band foi marcado por um contraste que ajuda a explicar o tom da disputa eleitoral: enquanto as propostas para enfrentar os principais problemas do país tiveram espaço limitado, os ataques e as tentativas de desestabilizar os adversários ocuparam boa parte do confronto. O resultado foi um embate em que a disputa pela narrativa política se sobrepôs, em diversos momentos, à discussão sobre os caminhos para governar. As trocas de acusações evidenciaram uma estratégia voltada menos à apresentação de projetos e mais à exploração das fragilidades dos adversários. Nesse ambiente, cada candidato procurou associar o oponente a problemas, contradições ou episódios capazes de comprometer sua credibilidade diante do eleitorado. A dinâmica reforçou a dimensão negativa da campanha, na qual o objetivo não é apenas conquistar votos para si, mas também criar obstáculos à transferência de votos para o rival. O predomínio dos ataques também revela a dificuldade de transformar o debate em um espaço de comparação objetiva entre programas de governo. Embora o confronto direto seja parte essencial de uma disputa eleitoral, a ausência de propostas detalhadas reduz a possibilidade de o eleitor avaliar diferenças concretas sobre temas como economia, segurança pública, saúde e educação. Quando as acusações prevalecem, a discussão tende a se concentrar na imagem dos candidatos, deixando em segundo plano as consequências práticas de suas escolhas políticas. Outro aspecto relevante é o efeito desse formato sobre a percepção do público. As falas mais agressivas, as respostas rápidas e os momentos de maior tensão costumam ganhar destaque nas redes sociais e nos noticiários, enquanto explicações mais extensas sobre políticas públicas têm menor potencial de repercussão. Isso cria um incentivo para que os candidatos invistam em frases de impacto e confrontos, ainda que esse tipo de desempenho não necessariamente esclareça as dúvidas do eleitor sobre o futuro governo. Ao final, o debate deixou uma questão central para a campanha: até que ponto a capacidade de atacar e responder aos adversários será mais determinante do que a apresentação de soluções para os problemas do país? Em uma eleição marcada pela polarização, o confronto pode mobilizar as bases e consolidar rejeições, mas também corre o risco de ampliar a distância entre a disputa política e as preocupações cotidianas da população. Mais do que medir quem conseguiu impor o golpe retórico mais forte, o desafio para os eleitores será identificar quais candidatos conseguem transformar o discurso em compromissos concretos e propostas viáveis.
Flávio Bolsonaro recua e diz que vai ao debate Band
Flávio Bolsonaro recua e diz que vai ao debate Band
Senador havia anunciado que não participaria do encontro de domingo (18) e disse que aguardava a confirmação do petista para anunciar sua decisão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) reverteu sua decisão e confirmou presença no debate promovido pela TV Band, marcado para o próximo domingo (18). O senador anunciou a mudança em vídeo nas redes sociais, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar participação, destacando que aguardava a manifestação do petista antes de se posicionar.
- No discurso, Bolsonaro prometeu confrontar Lula ao vivo, dizendo que vai “esfregar a verdade” na cara do adversário, e ainda deixou em aberto a possibilidade de comparecer ao debate da TV Globo, previsto para 23 de outubro, dois dias antes das eleições.
Foto: Reprodução | Charles Vieira
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou atrás e confirmou presença no debate promovido pela TV Band no próximo domingo (18). O senador anunciou a decisão em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (14), após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar participação no encontro. Flávio afirmou que esperava uma manifestação do petista antes de anunciar sua presença. “Lula, como você é previsível. Bastou falar que eu não ia no debate da Band para você no segundo seguinte falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, disse. Na sequência, o senador provocou o adversário e afirmou que pretende confrontá-lo durante o programa. “Eu vou estar lá para esfregar as verdades na sua cara, o que já queria ter feito no primeiro turno e você fugiu. Toda essa campanha de medo e mentira que você está divulgando, enganando pessoas inocentes. Eu vou esfregar a verdade na sua cara, eu vou te desmascarar ao vivo para milhões de brasileiros. Te espero no debate da Band”, declarou. Na terça-feira (13), Flávio havia afirmado que não participaria do debate da Band. O senador também deixou em aberto a possibilidade de comparecer ao encontro promovido pela TV Globo, marcado para 23 de outubro, dois dias antes das eleições.
Flávio Bolsonaro diz que não irá a debate com Lula na Band
Flávio Bolsonaro diz que não irá a debate com Lula na Band
Senador afirmou que a participação no último debate, previsto para a TV Globo, ainda depende da avaliação de sua equipe. A Band confirmou a realização do confronto neste domingo (18).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) confirmou que não participará do debate previsto para domingo (18) na Band, ao lado do presidente Lula (PT). O parlamentar informou que a decisão está em análise pela sua equipe técnica, deixando claro que não há previsão de presença no confronto televisivo.
- A Band garantiu a manutenção do programa e avisou que, caso algum candidato falte, o púlpito ficará vazio. As ausências de Lula e Flávio nos debates do primeiro turno já haviam provocado o cancelamento de dois dos quatro encontros planejados, com o último debate da Globo sendo suspenso após a desistência de ambos os candidatos e intervenções do TSE.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (13) que não participará do debate com o presidente Lula (PT), previsto para domingo (18), na Band. Segundo o parlamentar, a presença no último confronto da campanha, organizado pela TV Globo, ainda está em análise. “Não vou, não está previsto ir nesse debate no domingo. Estamos analisando, e quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, de ir no último debate [da Globo]”, declarou. A Band confirmou que o programa está mantido e informou que, caso um dos candidatos não compareça, seu púlpito ficará vazio. Após o primeiro turno, Flávio havia afirmado que participaria dos debates da segunda etapa da eleição, assim como Lula, que também defendeu a realização dos confrontos. Os dois candidatos não compareceram aos debates do primeiro turno, e as ausências contribuíram para o cancelamento de dois dos quatro encontros previstos. Na ocasião, Lula alegou que os confrontos poderiam favorecer ataques de vários adversários, enquanto Flávio sustentou que a ausência do presidente inviabilizava o debate direto. O encontro da Globo acabou cancelado após a ausência de Lula, a desistência de Flávio e decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a participação de candidatos e a possibilidade de exibir púlpitos vazios.
Nunes Marques determina análise de canal ‘Exército do Lula’ após guerra de decisões no TSE
Presidente da Corte Eleitoral pediu que área técnica averigue se há desinformação em canal do WhatsApp com mais de 3,7 milhões de usuários
Por: Vinícius Valfré e Carolina Brígido
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a área técnica da Corte analise com urgência o canal “Exército do Lula” no WhatsApp, que reúne mais de 3,7 milhões de usuários e é coordenado pelo deputado André Janones (Rede‑MG). A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acusou o canal de disseminar desinformação, citando oito publicações falsas, entre elas a alegação de que o senador pretendia retirar Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil, e solicitou sua remoção.
- A decisão de Nunes Marques foi parcialmente revertida pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que considerou insuficientes os elementos apresentados para suspender integralmente o canal. Paralelamente, o vice‑presidente do TSE, André Mendonça, ordenou que a campanha de Lula suspenda o impulsionamento pago de postagens nas redes sociais que advertiam que a vitória de Flávio Bolsonaro resultaria em perdas para os eleitores.
Foto: Reprodução | TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou, nesta segunda-feira (12), que área técnica da Corte faça uma análise do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, com “máxima urgência”. O canal, que reúne mais de 3,7 milhões de usuários, é coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG), e foi acusado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, de disseminar desinformação. Ao apresentar motivos pelos quais o canal deveria ser derrubado, a campanha de Flávio citou oito publicações que repetiam conteúdos já proibidos pela TSE, com média de 1,1 milhão de visualizações cada. Entre elas, a informação falsa de que Flávio Bolsonaro pretendia tirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. Para os advogados de Flávio, a estrutura no WhatsApp reproduz uma “sistemática de desinformação” que foi atacada pelo TSE nas eleições de 2022. A determinação de Nunes Marques à Assessoria de Enfrentamento à Desinformação é para que a unidade informe sobre conteúdos falsos já atacados pelo TSE e se identificou “eventual atuação coordenada destinada à sua disseminação”. Na véspera da nova decisão de Nunes Marques, o caso “Exército do Lula” motivou uma guerra de decisões no TSE, com reclamações das duas campanhas. Primeiro, Nunes Marques, mandou tirar o canal do ar, atendendo a pedido da campanha de Flávio. O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva reverteu a decisão do colega. Cueva considerou que os elementos apontados pela campanha de Flávio eram insuficientes para justificar a suspensão integral do canal. No mesmo dia, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou que a campanha de Lula suspendesse o impulsionamento pago de postagens no Instagram e no Facebook com a mensagem “se Flávio Bolsonaro vencer, você perde”.
TSE: Corregedor derruba decisão de Kassio e libera canal "Exército do Lula"
TSE: Corregedor derruba decisão de Kassio e libera canal "Exército do Lula"
Ricardo Villas Bôas Cueva anulou a suspensão determinada pelo presidente do tribunal e submeteu a decisão final ao plenário do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O corregedor‑geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, revogou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, medida que havia sido determinada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) por suposta desinformação.
- Cueva destacou a apresentação tardia de documentos, enfatizando a necessidade de harmonia entre as decisões da presidência e a jurisdição do tribunal para evitar contradições institucionais. A decisão foi criticada por André Janones e pelo próprio Lula, e o caso será encaminhado ao plenário do TSE para deliberação definitiva.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia determinado a suspensão do canal "Exército do Lula" no WhatsApp. Horas antes, Kassio atendeu a um pedido da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) para bloquear o canal com mais de 3,4 milhões de membros sob a alegação de propagação de desinformação, ato que gerou críticas do deputado federal André Janones (Rede-MG) e do próprio candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao revogar a medida, Cueva apontou que a campanha do adversário acionou a presidência do tribunal apenas 41 minutos após uma decisão anterior da própria corregedoria, apresentando documentos que não constavam no processo original sob sua relatoria. O corregedor ressaltou a necessidade de harmonia entre as decisões administrativas da presidência e a jurisdição do tribunal para evitar contradições institucionais e insegurança jurídica, decidindo encaminhar o caso para deliberação definitiva do plenário do TSE em data a ser definida.
Lula reúne milhares de pessoas em ato na Avenida Paulista
Lula reúne milhares de pessoas em ato na Avenida Paulista
Em ato de campanha na Avenida Paulista, presidente defendeu o fim da escala 6x1, cobrou a PEC da Segurança Pública e pediu engajamento no segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu milhares de apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, e convocou a militância a conversar com eleitores que deixaram de votar no primeiro turno, destacando que cerca de 30 milhões de pessoas ficaram ausentes, incluindo idosos acima de 70 anos. Lula enfatizou a necessidade de convencer esse contingente decisivo para reverter as abstenções na fase final da disputa eleitoral.
- Ele também confiou que o Senado votará nesta quarta‑feira a PEC que elimina a escala de trabalho 6x1 e defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, ao mesmo tempo em que criticou a gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid‑19, ressaltando a diferença entre construir e destruir.
Foto: Miguel Schincariol/AFO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu milhares de apoiadores em um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante seu discurso, Lula convocou a militância a conversar com os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno para tentar reverter as abstenções na etapa final do pleito. O presidente lembrou que cerca de 30 milhões de pessoas deixaram de votar, ressaltando que, entre as abstenções e os idosos acima de 70 anos desobrigados por lei, há um contingente decisivo que precisa ser convencido pelo futuro do país. O petista também afirmou confiar que o Senado votará na quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1, além de defender a aprovação da PEC da Segurança Pública, que amplia a atuação do governo federal no setor. Em tom crítico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula afirmou que construir algo é difícil, mas destruir é simples, e criticou a condução da gestão anterior durante a pandemia de Covid-19.
Flávio Bolsonaro fala em “guerra espiritual” durante evento evangélico
Flávio Bolsonaro fala em “guerra espiritual” durante evento evangélico
Durante celebração dos 100 anos da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira, no Rio, senador afirmou que o Brasil vive uma “guerra espiritual”; bispo Samuel Ferreira declarou apoio à candidatura.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, afirmou que enfrenta “inimigos mentirosos” e descreveu a campanha como uma “guerra espiritual” durante a celebração dos 100 anos da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira, no Maracanãzinho, Rio de Janeiro. Em discurso, conduziu uma oração, citou o louvor “Hino da Vitória” como lema da campanha e ressaltou que sua candidatura faz parte de um projeto divino para o país.
- O evento contou com apoio de lideranças religiosas, como o bispo Samuel Ferreira, que declarou que votaria no senador e repetiu o bordão “irmão vota em irmão”. Também estiveram presentes o presidente mundial da denominação, Manuel Ferreira, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL) e o pastor Silas Malafaia, reforçando a presença de figuras políticas e eclesiásticas na campanha de Flávio Bolsonaro.
Foto: Reprodução
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (10) que enfrenta “inimigos mentirosos” durante a campanha eleitoral e declarou que o Brasil vive uma “guerra espiritual”. As falas ocorreram durante a celebração dos 100 anos da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira, realizada no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. “Não pensem que é fácil sair de casa todos os dias e enfrentar, além de inimigos mentirosos que tentam usar a arma do diabo, que é a mentira para enganar muita gente”, afirmou o senador, que também disse acreditar que sua candidatura faz parte de um projeto divino para o país. Durante o evento, Flávio conduziu uma oração e convidou os presentes a cantar trechos do louvor “Hino da Vitória”, que classificou como um lema de sua vida e campanha. Um dos momentos de destaque foi a manifestação de apoio do bispo Samuel Ferreira, uma das principais lideranças do Ministério de Madureira. Embora tenha afirmado que não estava pedindo votos, o religioso declarou que votaria no senador. “Se eu pudesse, eu pediria voto para o Flávio”, disse. Ferreira também repetiu o bordão “irmão vota em irmão” e apresentou o candidato como futuro presidente do Brasil. Após o discurso, Flávio foi recebido pela plateia aos gritos de “é 22”. “O pastor não pediu, mas o povo está pedindo”, afirmou o senador. O evento reuniu lideranças religiosas e políticos, entre eles o presidente mundial da denominação, Manuel Ferreira, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL) e o pastor Silas Malafaia.
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Mudanças ocorrem após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição, incorporando figuras de peso do Nordeste: o ex‑governador da Bahia, Rui Costa, assumiu atribuições estratégicas; o ex‑governador do Ceará, Camilo Santana, ficou responsável pela articulação política; e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, passou a atuar nas discussões de comunicação. A mudança visa ampliar a presença de aliados regionais e reforçar a coordenação da campanha após críticas de desorganização no primeiro turno.
- Lula também passou a controlar diretamente a estratégia eleitoral, incluindo a pré‑análise de programas de TV e a aprovação de roteiros de caminhadas e atos públicos, enquanto membros da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, perderão espaço nas decisões. A nova estrutura busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição e ampliou o espaço de aliados do Nordeste em funções estratégicas. Entre os nomes estão o ex-governador da Bahia Rui Costa, que assumiu atribuições relacionadas à agenda do presidente, o ex-governador do Ceará Camilo Santana, responsável pela articulação política, e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, que passou a atuar nas discussões sobre comunicação. As mudanças ocorreram após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno, quando ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL) na votação. O presidente também decidiu ampliar o controle direto sobre a estratégia eleitoral, incluindo a análise prévia dos programas de televisão e a aprovação dos roteiros de caminhadas e outros atos públicos. Com a reformulação, integrantes da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, devem perder espaço nas decisões. Na quarta-feira (7), Lula afirmou que esta foi a campanha “menos organizada” de que participou desde 1989. A nova estratégia busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Campanha do segundo turno pode ser retomada nesta segunda-feira
Campanha do segundo turno pode ser retomada nesta segunda-feira
Candidatos à Presidência e aos governos estaduais podem fazer comícios, carreatas e propaganda paga a partir das 17h.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os candidatos ao segundo turno da Presidência da República, bem como os governadores e o Distrito Federal, podem retomar a campanha eleitoral a partir das 17h desta segunda‑feira (5), 24 horas após o encerramento da votação do primeiro turno. Estão autorizados comícios, carreatas, caminhadas, distribuição de panfletos e propaganda paga na internet e em meios impressos, com restrições de horário para uso de alto‑falantes (8h‑22h) e equipamentos de som em comícios (até meia‑noite).
Foto: Brasil 61
Os candidatos que disputarão o segundo turno das eleições para a Presidência da República e os governos estaduais e do Distrito Federal podem retomar a campanha eleitoral nesta segunda-feira (5), 24 horas após o encerramento da votação do primeiro turno. A partir das 17h, estão autorizados comícios, carreatas, caminhadas, distribuição de panfletos e propaganda paga na internet e em meios impressos. As atividades com uso de alto-falantes ou amplificadores de som, como carreatas, podem ocorrer das 8h às 22h, enquanto os equipamentos de som instalados em comícios podem ser utilizados até a meia-noite. A propaganda paga na internet e em veículos impressos também está permitida, respeitando os limites previstos na legislação eleitoral. O calendário da campanha termina gradualmente: em 22 de outubro, encerra-se o uso de equipamentos sonoros; no dia 23, termina a veiculação de propaganda paga; e, em 24 de outubro, chega ao fim a distribuição de material de campanha, além de passeatas e carreatas. Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa na sexta-feira (9) e segue até 23 de outubro. No rádio, os programas serão transmitidos às 7h e ao meio-dia. Na televisão, a exibição ocorrerá às 13h e às 20h30. Cada bloco terá dez minutos por cargo, divididos igualmente entre os candidatos, além de inserções de 30 ou 60 segundos distribuídas ao longo da programação.
Jerônimo compara Jaques Wagner a “São Pedro” durante discurso da vitória
Jerônimo compara Jaques Wagner a “São Pedro” durante discurso da vitória
Governador reeleito destacou atuação política de Wagner e afirmou que Bahia terá papel importante no segundo turno presidencial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Jerônimo Rodrigues, reeleito governador da Bahia no primeiro turno, proferiu um discurso de quase 13 minutos em frente ao Palácio de Ondina, destacando a atuação do senador Jaques Wagner e elogiando a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) nas eleições para a Assembleia Legislativa. O governador ressaltou o papel histórico da Bahia na política nacional, criticou a intervenção dos Estados Unidos no Brasil e reforçou a importância da mobilização para o segundo turno da eleição presidencial, previsto para 25 de outubro, entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
- No pronunciamento, Jerônimo prometeu intensificar a campanha de Lula na Bahia, afirmando que a equipe começará a trabalhar imediatamente para garantir uma votação expressiva. Ele destacou a união do “time político” de Lula e sua própria liderança, sinalizando que a Bahia será um ponto estratégico na disputa presidencial.
Foto: Reprodução
Reeleito governador da Bahia no primeiro turno, Jerônimo Rodrigues (PT) fez um discurso de quase 13 minutos em frente ao Palácio de Ondina, neste domingo (4), após a confirmação do resultado das urnas. Durante o pronunciamento, o governador destacou a atuação política do senador eleito Jaques Wagner (PT), a quem homenageou ao lembrar sua participação na articulação política do grupo. "Além da história de Otto, todo mundo conhece o perfil e a história dos dois novos senadores da República, Rui Costa e Wagner. Faço uma homenagem especial a Jaques Wagner, que é o nosso interlocutor; foi na história São Pedro que abriu as portas e intermediou todo o processo", afirmou o governador reeleito. Jerônimo também comentou o desempenho da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, na eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia. "O resultado não nos surpreendeu. É a gratidão do povo da Bahia. Reconheço o esforço desse time político, time de Lula e Jerônimo. Fazemos valer cada coisa nossa", acrescentou. No discurso, o governador ainda fez referência ao papel histórico da Bahia na política nacional, falou sobre a divisão política do país e criticou a intervenção dos Estados Unidos no Brasil. Em outro momento, Jerônimo projetou a atuação do grupo político no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O governador afirmou que a mobilização pela campanha do petista começará imediatamente. "Agora, para garantir o segundo turno das eleições nacionais, nós não vamos aguardar um dia para voltar a correr a Bahia novamente. Então vamos sentar, seja amanhã, para ver o que Lula precisa da gente", disse Jerônimo. Ele também afirmou que pretende trabalhar para ampliar a votação de Lula na Bahia. "Aqui na Bahia, o dever de casa é nosso. Vamos garantir uma votação expressiva novamente. A gente cai em campo a partir de amanhã. Nós queremos celebrar a vitória do presidente Lula", disse ele.
ACM Neto atribui derrota a ataques e critica campanha de Jerônimo
ACM Neto atribui derrota a ataques e critica campanha de Jerônimo
Candidato derrotado no primeiro turno afirmou que campanha de Jerônimo teve ataques pessoais e anunciou reunião com lideranças do União Brasil em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos eleitores baianos após ser derrotado no primeiro turno da eleição para governador da Bahia e criticou a campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), acusando-a de ataques pessoais e mentiras. Em entrevista coletiva, Neto destacou que a vitória da sua sigla será restabelecida e anunciou viagem a Brasília para alinhar a posição do União Brasil no segundo turno da eleição presidencial.
- Ele informou que a reunião em Brasília, marcada para segunda‑feira (5), reunirá lideranças nacionais do partido para definir estratégias entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas de 25 de outubro.
Foto: Divulgação
Após ser derrotado no primeiro turno da eleição para o governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos eleitores e aliados políticos durante pronunciamento neste domingo (4) e criticou a campanha do governador reeleito, Jerônimo Rodrigues (PT). “Quero agradecer primeiro aos baianos pela expressiva votação que nós tivemos, pela campanha linda que aconteceu neste ano. O resultado reflete uma campanha de baixo nível feita no final dessa eleição pelo atual governador, que foi para a baixaria, foi para os ataques pessoais, para as mentiras”, afirmou. Na sequência, Neto declarou: “Tudo isso será restabelecido porque nós vamos o Brasil. Vamos mudar o Brasil para certamente depois mudar a Bahia”. Durante a entrevista coletiva, ACM Neto também anunciou que iria a Brasília nesta segunda-feira (5) para se reunir com lideranças nacionais do União Brasil e discutir o posicionamento da sigla no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Sargento Isidório supera 245 mil votos e é o mais votado da Bahia
Sargento Isidório supera 245 mil votos e é o mais votado da Bahia
Parlamentar supera 245 mil votos e repete liderança conquistada nas eleições de 2018.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pastor Sargento Isidório foi reeleito deputado federal neste domingo (4) e encerrou a apuração como o candidato mais votado da Bahia, acumulando mais de 245 mil votos – desempenho que repete o sucesso obtido em 2018.
- Com três mandatos como deputado estadual (eleito pela primeira vez em 2002 e reeleito em 2010 e 2014), Isidório também é aposentado da Polícia Militar da Bahia, pastor e coordenador da Fundação Doutor Jesus, que desenvolve ações sociais na região.
Foto: Reprodução
O Pastor Sargento Isidório foi reeleito deputado federal neste domingo (4) e terminou a apuração como o candidato mais votado da Bahia para a Câmara dos Deputados, com mais de 245 mil votos. O resultado repete o desempenho de 2018, quando também liderou a votação para deputado federal no estado. Antes de chegar ao Congresso, Isidório foi deputado estadual por três mandatos, após ser eleito pela primeira vez em 2002 e retornar à Assembleia Legislativa da Bahia em 2010, sendo reeleito em 2014. Aposentado como sargento da Polícia Militar da Bahia, ele também atua como pastor e coordena a Fundação Doutor Jesus, voltada a ações sociais.
Tarcísio de Freitas vence Fernando Haddad e é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno
Governador promete segundo mandato focado no cidadão e ‘muito próximo’ das periferias; vitória o cacifa para disputar a Presidência em 2030
Por: Bianca Gomes e Pedro Augusto Figueiredo
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- Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo no primeiro turno, com 62,85% dos votos válidos nas 90,04% das urnas apuradas, superando o ex‑ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que ficou com 36,22%.
- A vitória coloca o governador como provável candidato à Presidência em 2030, reforçando a tradição paulista de servir de trampolim ao Planalto; aliados apontam que ele pode assumir a disputa nacional, enquanto a derrota de Haddad marca sua quarta sequência de derrotas eleitorais.
Foto: Tiago Queiroz | Estadão
Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo neste domingo (04). Com 90,04% das urnas apuradas, ele tem 62,85% dos votos válidos e não pode ser mais alcançado pelo seu principal adversário na disputa eleitoral, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que recebeu 36,22% dos votos até o momento. Tarcísio já havia derrotado o petista na eleição passada, mas no segundo turno. A disputa paulista não era definida na primeira etapa da votação desde 2014, com Geraldo Alckmin, também última vez que São Paulo reelegeu o incumbente. O resultado deste domingo posiciona Tarcísio como um potencial candidato à Presidência em 2030 - nos últimos anos, a cadeira de governador de São Paulo tem servido de trampolim para disputar o Planalto, como aconteceu com o próprio Alckmin e o ex-governador José Serra. Tarcísio era cotado para suceder Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial deste ano, mas acabou preterido por Flávio Bolsonaro (PL). Com a vitória em primeiro turno, a expectativa da campanha de Flávio é que Tarcísio mergulhe de cabeça na disputa nacional. Aliados do governador dizem que o governador o fará sob o argumento de que é preciso derrotar o PT. Uma vitória de Flávio, no entanto, pode ser uma pedra no caminho da eventual candidatura presidencial do governador, já que o senador estaria habilitado a disputar a reeleição. Ao longo da campanha, o filho de Bolsonaro acenou ao governador que proporá o fim da reeleição, abrindo espaço para Tarcísio disputar o Planalto se assim desejar. Do outro lado, Haddad, apontado como um dos nomes para suceder Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sofreu a quarta derrota eleitoral seguida – a última vez que ele sagrou-se vitorioso foi quando disputou a Prefeitura de São Paulo, em 2012.
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Decisão determina o restabelecimento de publicações removidas sob o mesmo fundamento em meio à campanha eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Ministro Flávio Dino, do STF, anulou nesta domingo (27) a decisão do ministro André Mendonça, do TSE, que havia ordenado a retirada de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida nas redes sociais durante a campanha eleitoral de 2026. A medida foi revertida após pedido do humorista Antonio Tabet, que alegou violação da liberdade de expressão e religiosa, e o STF entendeu que não havia provas suficientes de que o conteúdo referia‑se diretamente ao candidato Flávio Bolsonaro.
- A decisão também determina o restabelecimento de outras postagens removidas pelo mesmo fundamento, gerando debate sobre os limites da censura nas plataformas digitais e o papel das instituições judiciais na disputa eleitoral. O caso destaca a tensão entre a proteção da imagem de candidatos e o direito ao debate político e religioso nas redes sociais.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou neste domingo (27) uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a remoção de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha eleitoral. A decisão foi tomada após pedido do humorista Antonio Tabet, que teve uma postagem retirada da plataforma X. No conteúdo, Tabet escreveu que a “família miliciana” estaria atacando Nossa Senhora Aparecida, sem citar nominalmente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a Agência Brasil, Dino considerou que a retirada dependeria de presumir que a expressão usada pelo humorista se referia diretamente ao candidato. Para o ministro, não havia grau suficiente de certeza sobre eventual ilicitude que justificasse a remoção e restrições à liberdade de expressão e religiosa. A decisão de Dino também determina o restabelecimento de outras publicações que tenham sido removidas pelo mesmo fundamento. Mendonça havia determinado a retirada dos conteúdos após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou que as publicações associavam falsamente o candidato à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio nega ter essa intenção. Não há, segundo a apuração publicada pela Folha, declaração conhecida do candidato defendendo a retirada do título. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e ao debate sobre os limites da liberdade de expressão nas redes sociais. Dino afirmou que posições políticas e religiosas podem ser livremente debatidas, enquanto Mendonça havia considerado a remoção necessária diante da proximidade da eleição e do potencial de disseminação do conteúdo.
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Candidato do PL confirmou participação após carreata em Goiânia e convocou o presidente para o confronto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate televisivo promovido pela TV Globo na quinta‑feira (1º), mesmo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareça. Durante uma carreata em Goiânia, o candidato prometeu usar o confronto para “desmascarar” Lula, abordando temas como a crise no STF e a proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, três dias antes do primeiro turno das eleições de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou neste domingo (27) que participará do debate da TV Globo, marcado para quinta-feira (1º), e convocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o confronto. A declaração foi dada após uma carreata em Goiânia (GO). Flávio afirmou que pretende participar do encontro mesmo se Lula não comparecer e disse que quer confrontar o petista durante o debate. “Eu quero ir para esse debate só para desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil”, declarou. O candidato também afirmou que pretende questionar Lula sobre temas como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O debate será realizado três dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Até o momento, a campanha de Lula não havia confirmado a participação do presidente no encontro.
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Declaração ocorre após projeto de 2007 voltar a circular nas redes e ser associado ao candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta‑feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, após a circulação nas redes sociais de um projeto antigo (PL 2.623/2007) que foi erroneamente associado ao candidato. O parlamentar afirmou que nunca defendeu a mudança, que respeita todas as religiões e que o projeto, apresentado pelo ex‑deputado Victório Galli, foi arquivado pela Câmara em 2008 e não tem autoria sua.
- A polêmica ganhou força no contexto da disputa eleitoral, com Flávio também criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reforçando que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações foram feitas após participar de uma cerimônia da Polícia Militar do Rio de Janeiro e refletem a tensão entre candidatos nas redes sociais.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta-feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A declaração ocorreu após voltar a circular nas redes sociais um projeto antigo que passou a ser associado ao candidato. “É mentira que apoiei projeto para retirar Aparecida como padroeira do Brasil”, afirmou Flávio a jornalistas após participar de uma cerimônia de formação de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O candidato também negou que pretenda defender uma mudança desse tipo caso seja eleito e afirmou que respeita todas as religiões. A polêmica envolve o Projeto de Lei 2.623/2007, apresentado pelo então deputado federal Victório Galli, que propunha alterar a referência a Nossa Senhora Aparecida na legislação. A proposta foi arquivada pela Câmara dos Deputados em 2008 e não é de autoria de Flávio Bolsonaro. A repercussão aumentou após conteúdos nas redes sociais relacionarem o projeto à atual candidatura presidencial. Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e afirmou que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações fazem parte da disputa eleitoral e foram dadas em meio à repercussão do episódio nas redes sociais.
Geddel critica ACM Neto e questiona discurso de mudança na Bahia
Geddel critica ACM Neto e questiona discurso de mudança na Bahia
Ex-ministro citou trajetória política do candidato e questionou obras e ações da gestão em Salvador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑ministro Geddel Vieira Lima (MDB) atacou o candidato à governadoria da Bahia, ACM Neto (União Brasil), acusando‑o de viver à sombra do avô, o ex‑senador Antônio Carlos Magalhães, e de não representar mudança na política baiana. Em post nas redes sociais, Geddel questionou a trajetória de Neto, que começou como assessor da Secretaria da Educação (1999‑2002) e deputado federal em 2003, e criticou a falta de obras estruturantes durante os oito anos em que o ex‑prefeito dirigiu Salvador, citando projetos como o centro de convenções, hospitais e a suposta ausência de metrô, VLT e viadutos.
- Além disso, Geddel rebateu propostas de segurança pública e saúde apresentadas por ACM Neto, afirmando que o candidato cumpre compromissos apenas quando está sentado e não entrega resultados concretos. O ex‑ministro ainda associou Neto ao legado político de Antônio Carlos Magalhães, alertando que o candidato pretende reviver o estilo de governo que dominou a Bahia por quatro décadas, sem promover mudanças reais.
Foto: Reprodução
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) fez críticas ao candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) e contestou o discurso de mudança apresentado pelo ex-prefeito de Salvador durante a campanha eleitoral. Em publicação nas redes sociais, Geddel afirmou que a trajetória política de Neto está ligada à influência do avô, o ex-senador Antônio Carlos Magalhães. “Repilo esse argumento da mudança. ACM Neto não representa mudança de nada. Como pode representar mudança alguém que, desde muito jovem na política, vivia às costas do avô?”, afirmou. Geddel também citou a trajetória política de Neto e disse que ele teria chegado a cargos públicos com influência do avô. ACM Neto foi assessor da Secretaria da Educação da Bahia entre 1999 e 2002 e iniciou o primeiro mandato de deputado federal em 2003. O ex-ministro ainda questionou o legado administrativo de Neto durante os oito anos em que comandou Salvador. “Qual a grande obra estruturante que ele fez? Centro de Convenções? Um hospital municipal que dizem que funciona muito mal? Se tirar as obras do governo, como metrô, VLT, viadutos e hospitais diversos na cidade, Salvador fica nua”, declarou. Geddel também criticou propostas apresentadas por ACM Neto nas áreas de segurança pública e saúde e afirmou ter se decepcionado pessoalmente com o ex-prefeito. “Acreditei nele em alguns momentos e posso assegurar que ele acerta um compromisso sentado e não cumpre em pé”, disse. Ao final, Geddel associou o candidato ao grupo político historicamente liderado por Antônio Carlos Magalhães. “Quer ressuscitar o estilo que mandou na Bahia durante 40 anos e teve no avô dele a principal figura. Não há nada de mudança”, afirmou.
Flávio Bolsonaro promete enquadrar facções como terroristas durante ato em Vitória da Conquista
Em discurso no Lomantão, senador afirmou que pretende declarar guerra a esses grupos a partir de janeiro de 2027; mobilização teve registros de trechos com público reduzido.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) destacou o combate ao crime organizado como prioridade em discurso realizado na quinta‑feira (17) em frente ao Estádio Municipal Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista (Bahia). O senador prometeu buscar apoio no Congresso para classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas e anunciou que, caso eleito, declarará guerra a esses grupos a partir de janeiro de 2027, marcando seu primeiro compromisso de campanha no Nordeste.
- A agenda incluiu uma motociata pelas ruas da cidade, embora o candidato tenha percorrido o trajeto em carro de apoio. O evento contou com presença de aliados como o deputado Alfredo Gaspar (vice‑presidente), João Roma (candidato ao Senado) e outros parlamentares bolsonaristas, mas registrou público reduzido nas imagens divulgadas nas redes sociais.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) colocou o combate ao crime organizado no centro do discurso durante ato realizado nesta quinta-feira (17), em frente ao Estádio Municipal Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Ele afirmou que, se eleito, buscará apoio do Congresso para classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas e declarou que pretende “declarar guerra” a esses grupos a partir de janeiro de 2027. A proposta foi apresentada pelo próprio candidato durante o discurso. A agenda marcou o primeiro compromisso de campanha de Flávio na Bahia. A mobilização começou com uma motociata pelas ruas da cidade. Diferentemente do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que costuma participar desse tipo de evento pilotando motocicletas, o senador percorreu o trajeto em um carro de apoio, de onde acenou e gravou imagens dos apoiadores. Durante o percurso e na concentração em frente ao estádio, foram registrados espaços vazios. Imagens divulgadas nas redes sociais do próprio candidato mostraram trechos com público reduzido, apesar da presença de motociclistas e militantes vestidos de verde e amarelo. Antes do evento, aliados haviam anunciado a participação de lideranças e caravanas de municípios da região. O local também remete a um ato eleitoral realizado por Jair Bolsonaro em 2022, durante a campanha à reeleição. No palanque, Flávio citou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), indicado como seu vice, e destacou sua atuação como ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas. O candidato também foi recebido por aliados, entre eles João Roma (PL), candidato ao Senado, e parlamentares bolsonaristas. A passagem por Vitória da Conquista integra a agenda eleitoral do senador pelo Nordeste.
Raissa Soares acusa direção do PL de não cumprir promessa e pede doações para campanha
Com R$ 500 mil recebidos, candidata diz ter reduzido a equipe e pede contribuições de apoiadores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Raissa Soares, candidata a deputada federal pelo PL na Bahia, denunciou nas redes sociais que a direção nacional do partido entregou apenas 18% dos recursos prometidos para sua campanha, totalizando R$ 500 mil. Enquanto concorrentes como Leandro de Jesus, Capitão Alden e Roberta Roma receberam entre R$ 3 e 3,1 milhões, a candidata afirma que a falta de verba a obrigou a reduzir a equipe, contando agora apenas com o filho como motorista e o videomaker como segurança.
- Mesmo com a redução de equipe, Raissa mantém a agenda de eventos em 20 municípios, já percorreu 66 cidades e planeja visitar mais 20, pedindo apoio financeiro ao público por meio de financiamento coletivo. A situação evidencia divergências internas no PL e levanta questões sobre a distribuição desigual de recursos entre candidatos nas eleições federais da Bahia.
Foto: Reprodução
A candidata a deputada federal pelo PL, Raissa Soares, foi às redes sociais reclamar que a direção nacional do partido não repassou integralmente os recursos que, segundo ela, haviam sido prometidos para financiar sua campanha. Com apenas R$ 500 mil recebidos até o momento, a bolsonarista afirma que o valor representa 18% do montante acertado e que precisou reorganizar a estrutura eleitoral para seguir na disputa. “Organizei minha agenda, minha campanha, assumi compromissos com base no valor que foi prometido pela nacional. O dinheiro não foi transferido para mim. Aliás, eles mandaram. Mandaram 18% do valor prometido”, afirmou. Raissa também levantou a possibilidade de resistência dentro da própria legenda à sua candidatura. “Sei que tenho alguns perseguidores aí que não querem minha vitória, querem que eu pare minha campanha. Mas ainda bem que gastei menos da metade do que me prometeram”, declarou. A distribuição de recursos do PL na Bahia mostra diferenças entre os valores destinados aos candidatos. Enquanto Raissa recebeu R$ 500 mil, o deputado estadual Leandro de Jesus, que também disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, recebeu R$ 3 milhões. Capitão Alden, candidato à reeleição, e Roberta Roma receberam R$ 3,1 milhões cada. Entre os candidatos à Assembleia Legislativa, Diego Castro e Jânio Júnior receberam R$ 300 mil cada. A médica, que disputou o Senado pela Bahia em 2022, afirmou já ter percorrido 66 municípios e aberto 11 comitês nesta campanha. Segundo ela, outras 20 cidades estão previstas no roteiro até a eleição. Diante da falta dos recursos esperados, Raissa disse ter reduzido a equipe e relatou que passou a contar apenas com o filho e um profissional que, segundo ela, acumulou funções. “Hoje, meu filho virou meu motorista. Meu videomaker virou meu segurança. E eu só tenho eles agora. Então, eu peço uma ajuda de 1 real, 2 reais, 10 reais, o que você puder, o que tocar seu coração”, pediu. A candidata afirmou que mantém eventos programados em 20 municípios e garantiu que seguirá na disputa, mas voltou a solicitar apoio financeiro aos seguidores. “Eu não vou recuar, mas preciso da sua ajuda”, declarou, ao divulgar o financiamento coletivo em seu perfil.
Jerônimo promete construir 450 UBSs e seis policlínicas se for reeleito
Jerônimo promete construir 450 UBSs e seis policlínicas se for reeleito
Em entrevista, governador destacou a expansão da saúde no interior e anunciou novos hospitais e serviços especializados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), destacou a expansão da rede pública de saúde, anunciando a entrega de 15 hospitais em três anos e meio e a implantação de serviços oncológicos em Barreiras e Teixeira de Freitas, reduzindo a necessidade de longas viagens para tratamentos de alta complexidade. Para o próximo mandato, ele promete construir 450 UBSs, seis policlínicas regionais, novos hospitais e maternidades em diversas cidades, além de implantar o Serviço Estadual de Cirurgia Robótica em Salvador, reforçando a agenda de saúde como pilar da sua campanha.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), destacou a ampliação da rede pública de saúde no interior do estado durante entrevista nesta segunda-feira (14) e apresentou propostas para um eventual novo mandato. Segundo ele, a abertura de hospitais e serviços especializados reduziu a necessidade de pacientes viajarem longas distâncias para receber atendimento de alta complexidade. Jerônimo afirmou ter entregue 15 hospitais em três anos e meio e citou os tratamentos oncológicos oferecidos em Barreiras e Teixeira de Freitas como exemplos da descentralização dos serviços. “Eu entreguei 15 novos hospitais em três anos e meio. Hoje, as pessoas não precisam mais andar 2 mil quilômetros de ida e volta porque em Barreiras e em Teixeira de Freitas já se faz tratamento de câncer”, declarou. Entre as unidades mencionadas estão o Hospital Geral do Oeste, em Barreiras, e o Hospital Estadual Costa das Baleias, em Teixeira de Freitas. O candidato também citou as 27 policlínicas estaduais e a universalização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) como parte da estrutura de atendimento. Para a próxima gestão, caso seja reeleito, Jerônimo prometeu construir 450 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e seis policlínicas regionais, previstas para Remanso, Seabra, Ipirá, Itapetinga, Barra e Ibotirama. Ele também afirmou que pretende apoiar as prefeituras na construção de hospitais municipais e na compra de equipamentos. Como exemplo, mencionou Feira de Santana, que, segundo ele, ainda não conta com um hospital municipal. “Eu quero e vou apoiar os prefeitos a construir hospital, investir em equipamentos e nos serviços”, afirmou. Entre as demais propostas apresentadas estão cinco novos hospitais e maternidades estaduais, previstos para Jacobina, Itapetinga, Valença, Amargosa e Serrinha, além de um hospital em Paulo Afonso, em parceria com o governo federal. Jerônimo também anunciou a previsão de implantação do Serviço Estadual de Cirurgia Robótica no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador. As medidas foram apresentadas como compromissos de campanha e dependem da eventual reeleição do candidato.
ACM Neto volta a Guanambi e aposta em mudança no cenário eleitoral
ACM Neto volta a Guanambi e aposta em mudança no cenário eleitoral
Durante caminhada pelo comércio, candidato relembrou resultado de 2022 e defendeu uma nova relação entre o governo estadual e o município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à governadoria da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, realizou uma visita ao comércio de Guanambi na manhã de 14 de maio, acompanhado de Angelo Coronel, João Roma e Arthur Maia. Durante a caminhada, conversou com comerciantes e moradores, destacando a necessidade de mudar o cenário eleitoral que lhe rendeu pouco mais de 16 mil votos em 2022, e reforçou a intenção de manter uma relação de parceria com o município caso seja eleito.
Foto: Reprodução
O candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, percorreu ruas do comércio de Guanambi na manhã desta segunda-feira (14), durante uma caminhada ao lado de Angelo Coronel, João Roma e Arthur Maia. No trajeto, ele conversou com comerciantes e moradores e afirmou acreditar em um cenário eleitoral diferente do registrado em 2022, quando recebeu pouco mais de 16 mil votos no município. Neto disse que espera uma mudança no comportamento do eleitorado de Guanambi e de outras cidades da região sudoeste da Bahia. O candidato também afirmou que pretende manter uma relação de parceria com o município caso seja eleito governador. Durante a visita, ele foi questionado sobre a cobrança de 80% da tarifa de esgotamento sanitário pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Neto afirmou que o problema atinge diversas cidades baianas e criticou a cobrança quando, segundo ele, o serviço não é oferecido de forma adequada. “Quem não tem esgoto não pode pagar esgoto”, declarou. O candidato defendeu que a população tenha acesso ao serviço pelo qual paga e afirmou que a questão precisa ser enfrentada pelo governo estadual.
Ronaldo Caiado é internado em São Paulo após diagnóstico de faringite aguda
Ronaldo Caiado é internado em São Paulo após diagnóstico de faringite aguda
Candidato à Presidência da República recebe medicação intravenosa e deve retomar agenda de campanha após recuperação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), foi internado nesta quinta‑feira (10) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após diagnóstico de faringite aguda, conforme boletim médico assinado pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar.
- A internação tem como objetivo acelerar sua recuperação para que retome os compromissos da campanha; o tratamento inclui medicação intravenosa e, até o momento, não há previsão de alta hospitalar.
Foto: Reprodução - TV Globo
O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi internado nesta quinta-feira (10) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após ser diagnosticado com um quadro de faringite aguda. De acordo com boletim médico assinado pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar, a internação tem como objetivo acelerar a recuperação do presidenciável para que ele possa retomar, o mais breve possível, os compromissos da agenda de campanha. Segundo a equipe médica, o tratamento inclui a administração de medicação intravenosa, considerada necessária em razão do quadro clínico apresentado por Caiado. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre previsão de alta hospitalar.
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
Propaganda citava supostos episódios envolvendo o candidato do PL e foi suspensa até o julgamento do mérito do pedido de direito de resposta.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha, concedeu liminar que suspende a inserção publicitária da campanha de Luiz Inácio Lula que acusava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro de ser "funcionário fantasma", de envolvimento em lavagem de dinheiro, na chamada "rachadinha" e de ter homenageado líder de grupo de extermínio. A medida foi tomada após pedido de direito de resposta do senador e permanece até que o TSE analise o mérito, com a exigência de comunicar imediatamente as emissoras de TV para cessar a veiculação. A relatora considerou que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao apresentar acusações descontextualizadas e sem respaldo suficiente, podendo induzir o eleitor a crer que Bolsonaro ainda responde juridicamente pelos fatos, embora a denúncia da "rachadinha" tenha sido arquivada.
Foto: Reprodução
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata de uma inserção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que fazia acusações contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A decisão é liminar e foi tomada após pedido de direito de resposta apresentado pelo senador. A suspensão vale até que o TSE analise o mérito da ação. Intitulada “Currículo de Flávio Bolsonaro”, a propaganda apresentava uma série de acusações contra o candidato. Entre elas, afirmava que ele teria sido “funcionário fantasma”, teria sido denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso conhecido como “rachadinha” e teria homenageado um líder de grupo de extermínio no Rio de Janeiro. A peça também fazia referência a uma investigação relacionada ao Banco Master e afirmava que Flávio Bolsonaro teria sido “flagrado pela Polícia Federal pedindo R$ 134 milhões”. O conteúdo chegou a ser divulgado nas redes sociais pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, ex-presidente do partido na Bahia. A publicação foi posteriormente retirada da rede social X em cumprimento à decisão judicial. Ao analisar o pedido, Estela Aranha entendeu, em uma avaliação preliminar, que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política. Para a ministra, o material associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas a partir de informações apresentadas de maneira descontextualizada e sem respaldo suficiente na própria peça publicitária. A relatora destacou que fatos relacionados à vida pública de candidatos podem ser explorados durante uma campanha eleitoral. No entanto, segundo ela, a apresentação dessas informações precisa respeitar a situação jurídica atual dos envolvidos. Um dos pontos citados na decisão foi a referência ao caso da chamada “rachadinha”. A ministra observou que a denúncia relacionada ao episódio foi posteriormente arquivada. Na avaliação dela, a forma como o assunto foi apresentado poderia levar o eleitor a interpretar que Flávio Bolsonaro ainda responde atualmente àquelas acusações. Outro fator considerado pela magistrada foi o formato utilizado na propaganda. O material apresentava as acusações como se fizessem parte de um currículo profissional, recurso que, segundo a decisão, poderia conferir aparência documental às afirmações. Para Estela Aranha, a combinação de textos, imagens e narração aumentou o potencial de impacto da peça e poderia transmitir ao eleitorado uma percepção incompatível com a situação jurídica atual do candidato. A decisão ressalva que a Justiça Eleitoral não busca impedir críticas ou o debate político durante a campanha. O entendimento, porém, é de que informações falsas, imprecisas ou gravemente descontextualizadas não podem ser utilizadas para influenciar a escolha dos eleitores. Com a liminar, Lula e a coligação “Brasil Pronto Pra Mais” ficam impedidos de veicular novamente a inserção até uma nova decisão no processo. A ministra também determinou que o pool de emissoras de televisão seja comunicado imediatamente para cumprir a suspensão. A decisão ainda será submetida à análise definitiva da Justiça Eleitoral.
Horário eleitoral gratuito começa nesta sexta-feira; confira como será a programação na Bahia
ACM Neto terá o maior tempo entre os candidatos ao governo estadual, seguido por Jerônimo Rodrigues.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O horário eleitoral gratuito para as Eleições 2026 começa a ser exibido nesta sexta-feira (28) em emissoras de rádio e televisão de todo o país. Na Bahia, as transmissões seguirão calendário definido pela Justiça Eleitoral e levarão aos eleitores as propostas dos candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
- Ao longo da campanha, as emissoras deverão reservar, diariamente, 75 minutos para a propaganda eleitoral, distribuídos em três faixas: das 7h às 7h25, das 12h às 12h25 e das 20h30 às 20h45, alternando conforme o cargo em disputa. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) definiu a divisão do tempo entre os candidatos ao governo estadual, destacando ACM Neto com 4m57s, Jerônimo Rodrigues com 3m30s e Ronaldo Mansur com 32s, enquanto outras candidaturas não atingiram os critérios legais.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
O horário eleitoral gratuito para as Eleições 2026 começa a ser exibido nesta sexta-feira (28) em emissoras de rádio e televisão de todo o país. Na Bahia, as transmissões seguirão calendário definido pela Justiça Eleitoral e levarão aos eleitores as propostas dos candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Ao longo da campanha, as emissoras deverão reservar, diariamente, 75 minutos para a propaganda eleitoral. As inserções serão distribuídas em três faixas: das 7h às 7h25, das 12h às 12h25 e das 20h30 às 20h45. A programação será alternada conforme o cargo em disputa. Às terças, quintas e aos sábados, o espaço será destinado aos candidatos à Presidência da República e à Câmara dos Deputados. Já às segundas, quartas e sextas-feiras, a propaganda será voltada às candidaturas ao Governo da Bahia, ao Senado e à Assembleia Legislativa. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) também definiu a divisão do tempo entre os candidatos ao governo estadual. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), terá o maior espaço de propaganda, com 4 minutos e 57 segundos por programa. O governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), contará com 3 minutos e 30 segundos. O candidato Ronaldo Mansur (PSOL) terá 32 segundos, enquanto os demais concorrentes não atingiram os critérios legais para acesso ao horário eleitoral gratuito. Na divisão por coligações, a aliança encabeçada por ACM Neto terá 7 minutos e 42 segundos de propaganda. Já a coligação liderada por Jerônimo Rodrigues contará com 5 minutos e 27 segundos. A Federação PSOL-Rede terá 50 segundos destinados à divulgação de seus candidatos durante o período eleitoral.
Propaganda de Flávio Bolsonaro reforça vínculo com Jair Bolsonaro e critica cenário do país
Propaganda eleitoral começa nesta sexta-feira (28); primeiros programas em bloco serão exibidos no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Na sexta-feira (28), o senador Flávio Bolsonaro iniciou sua propaganda eleitoral gratuita no rádio, apresentando‑se como advogado, empresário de 45 anos e filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O programa destaca a renovação geracional e a valorização da família, com foco especial no eleitorado feminino.
- Além disso, o candidato critica a situação da economia e da segurança pública, apontando altos índices de violência e endividamento familiar, e promete propostas para combater a criminalidade e melhorar a situação econômica do país.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estreia nesta sexta-feira (28) sua propaganda eleitoral gratuita no rádio com mensagens voltadas à apresentação pessoal, à valorização da família, ao eleitorado feminino e a críticas sobre a situação da economia e da segurança pública no país. As inserções marcam o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na televisão. Já os primeiros programas em bloco dos candidatos à Presidência serão exibidos no sábado (29). Nos comerciais, Flávio Bolsonaro se apresenta como advogado, empresário e destaca ter 45 anos, em uma estratégia para enfatizar a renovação geracional na disputa presidencial. Ele também reforça a ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que é seu filho, mas procura ampliar a identificação com os eleitores. Em uma das peças, o candidato dedica a mensagem ao público feminino. Ele afirma que a esposa e as filhas exercem papel central em sua família e defende que o fortalecimento das mulheres é essencial para o desenvolvimento do país. As demais inserções têm como foco a segurança pública e a economia. Flávio Bolsonaro afirma que o Brasil enfrenta altos índices de violência, critica a atuação das facções criminosas e diz que muitas famílias vivem endividadas e enfrentam dificuldades financeiras. Durante a propaganda, o senador também afirma que pretende apresentar propostas para enfrentar a criminalidade e melhorar a situação econômica, defendendo mudanças no cenário atual do país.
Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner participam de agenda de campanha em Caetité e Guanambi
Carreata em Caetité e comício em Guanambi integram agenda do governador e candidato à reeleição, acompanhado por Rui Costa e Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpre uma intensa agenda de campanha no sudoeste baiano neste sábado (29), com paradas em Caetité e Guanambi. A programação conta com a presença de importantes lideranças políticas, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o senador Jaques Wagner (PT), reforçando o apoio à sua candidatura. Em Caetité, está prevista uma carreata, e em Guanambi, um comício, ambos eventos cruciais para o alinhamento político local.
- A caravana de Jerônimo Rodrigues também passará por Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê antes de chegar ao sudoeste. No domingo (30), a campanha se estende para a Chapada Diamantina e o Piemonte do Paraguaçu, com atividades programadas em Itatim, Milagres, Iaçu e um comício em Itaberaba. Essas ações fazem parte da estratégia eleitoral do governador para mobilizar apoiadores, prefeitos, vereadores e candidatos aliados em diversas regiões do interior da Bahia.
Foto: Feijão Almeida | GOVBA
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpre agenda de campanha no sudoeste baiano neste sábado (29), com passagem por Caetité e Guanambi. A programação contará com a participação do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do senador Jaques Wagner (PT), além de outras lideranças políticas da base governista. Em Caetité, a agenda prevê uma carreata, com concentração marcada para as 15h. Em seguida, a comitiva segue para Guanambi, onde participa de um comício, com concentração prevista para as 18h. Antes de chegar ao sudoeste, Jerônimo e a comitiva cumprem agenda em outros municípios da região. O roteiro começa em Rio do Antônio, com carreata às 8h, segue para Caculé, às 10h, e depois para Ibiassucê, onde haverá outra carreata com concentração às 13h. No domingo (30), a programação continua em municípios da Chapada Diamantina e do Piemonte do Paraguaçu. Estão previstas uma caminhada em Itatim, às 8h30, carreatas em Milagres, às 10h, e Iaçu, às 14h30, além de um comício em Itaberaba, com concentração às 17h. As atividades integram a agenda de campanha de Jerônimo Rodrigues no interior da Bahia durante o período eleitoral e reúnem lideranças políticas, candidatos aliados, prefeitos, vereadores e apoiadores.
ACM Neto nega fala de Jerônimo sobre regulação e defende Pix Saúde
ACM Neto nega fala de Jerônimo sobre regulação e defende Pix Saúde
Candidato do União Brasil afirmou que pacientes continuam aguardando internação e apresentou proposta para compra de leitos na rede privada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), contestou a declaração do governador Jerônimo Rodrigues (PT) de que mais de 80% dos casos da regulação estadual são resolvidos em até 24 horas. Durante entrevista à Record Bahia, ACM Neto classificou a informação como "não é verdade" e citou o caso de uma paciente de Jacobina, Carolina, que aguardava internação, exemplificando a crise no sistema de saúde baiano.
- Na mesma entrevista, ACM Neto apresentou uma de suas propostas para a saúde, o "Pix Saúde". A iniciativa prevê que o Estado custeie vagas em hospitais particulares para pacientes em situação de urgência quando não houver leitos disponíveis na rede pública. O candidato defendeu a medida, afirmando que a prioridade é preservar a vida dos pacientes e que o "Pix Saúde" será destinado exclusivamente a casos urgentes que não podem esperar atendimento na rede pública.
Foto: Reprodução
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) contestou, nesta quarta-feira (26), a declaração do governador Jerônimo Rodrigues (PT) de que mais de 80% dos casos da regulação estadual são resolvidos em até 24 horas. Durante entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, o ex-prefeito afirmou que a informação "não é verdade". Na terça-feira (25), Jerônimo declarou que "mais de 80% dos casos da regulação são resolvidos em até 24 horas". Ao comentar a afirmação, ACM Neto citou o caso de uma paciente de Jacobina que, segundo ele, aguardava uma vaga para internação. "Eu estava chegando aqui agora no estúdio e vi, por exemplo, uma paciente de 32 anos, lá de Jacobina, o nome dela é Carolina, tem dois filhos, um de 5 e outro de 10 anos de idade, ela ali fazendo um apelo desesperado, porque ela tem problema de doença e não consegue o internamento hospitalar e é claro, corre o risco de vida", relatou. Durante a entrevista, o candidato apresentou uma das propostas de sua campanha para a área da saúde, denominada Pix Saúde. Segundo ACM Neto, a iniciativa prevê que o Estado custeie vagas em hospitais particulares quando não houver leitos disponíveis na rede pública para pacientes em situação de urgência. "A nossa estratégia, quando não houver um hospital público, quando não houver um leito hospitalar na rede pública para atender aquela pessoa, que se não for atendida pode morrer, nós vamos comprar a vaga na rede privada", afirmou. Ao defender a proposta, ACM Neto disse que a prioridade deve ser preservar a vida dos pacientes. "Entre deixar a pessoa morrer esperando na fila e salvar a vida dela, eu vou salvar a vida dela", declarou. O candidato afirmou que o Pix Saúde será destinado exclusivamente aos casos considerados urgentes. "O Pix Saúde vai permitir que o Estado compre a vaga no hospital particular para salvar a vida da pessoa que tem uma situação urgente, que não pode esperar e que está sem atendimento na rede", frisou.
Pastor ora por Flávio Bolsonaro e pede que Brasil seja "liberto das garras de Satanás"
Oração foi realizada durante celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas e reuniu milhares de fiéis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) participou da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas, recebendo oração do pastor José Wellington Costa Junior e permanecendo no altar durante o culto, sem fazer discurso.
- O candidato foi questionado sobre a legalidade de pedidos de votos em cultos religiosos, mas não respondeu. A legislação eleitoral proíbe pedidos explícitos de voto em cerimônias religiosas, e a eventual irregularidade dependerá de análise da Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | CNN
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou, na noite desta terça-feira (25), da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas, onde recebeu uma oração do presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil, pastor José Wellington Costa Junior. Durante o culto, o pastor pediu bênçãos para a campanha do senador e fez uma oração pelo país. "Abençoe nosso senador Flávio Bolsonaro. Ó Pai amado, abençoe a sua campanha, abençoe os deputados que estão concorrendo, abençoe suas campanhas meu senhor", afirmou. Na sequência, acrescentou: "Esta igreja ora, esta igreja clama, esta igreja suplica para que o Brasil esteja cada dia melhor. Esta igreja ora, Senhor, para que o Brasil seja liberto das garras de Satanás, e que tua glória possa se manifestar." O culto reuniu milhares de fiéis presencialmente e também foi transmitido pela internet. Flávio Bolsonaro chegou ao evento pouco antes da oração, permaneceu no altar durante o momento religioso e deixou o local sem fazer discurso. Questionado por jornalistas sobre a legalidade de pedidos de votos em cultos religiosos, o candidato não respondeu. Também participaram da cerimônia o ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), além de parlamentares e outras lideranças políticas. Ao apresentar os candidatos presentes, o pastor José Wellington Costa Junior afirmou que eles participavam da celebração para receber as orações da igreja. "Queremos lhe pedir, ó pai amado, que venha abençoar estas pessoas que aqui estão, para que eles possam, senhor amado, realizar o desejo dos seus corações e dos nossos corações", declarou. A legislação eleitoral proíbe pedidos explícitos de voto durante cultos religiosos. A caracterização de eventual irregularidade, no entanto, depende da análise da Justiça Eleitoral, que já adotou entendimentos diferentes em casos semelhantes.
Eleições 2026: aplicativo Pardal recebe denúncias de irregularidades na campanha
Eleições 2026: aplicativo Pardal recebe denúncias de irregularidades na campanha
Aplicativo começou a receber registros com o início da propaganda eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral, já está disponível para que eleitores denunciem irregularidades na propaganda eleitoral durante a campanha de 2026. Regulamentado pela Portaria TSE nº 451/2026, o app permite o envio direto de informações e provas sobre possíveis infrações, agilizando a fiscalização das campanhas.
- O sistema conta com três módulos: Pardal Móvel, gratuito para Android e iOS; Pardal ADM, exclusivo da Justiça para análise das denúncias; e Pardal Web, que oferece estatísticas e acompanhamento das ocorrências. A iniciativa visa ampliar a participação popular na fiscalização e tornar o registro de denúncias mais ágil.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Eleitores de todo o país já podem denunciar irregularidades na propaganda eleitoral por meio do aplicativo Pardal, ferramenta da Justiça Eleitoral voltada ao recebimento de denúncias durante as Eleições 2026. O sistema passou a funcionar com o início oficial da campanha eleitoral. Regulamentado pela Portaria TSE nº 451/2026, o aplicativo permite que cidadãos encaminhem informações sobre possíveis infrações eleitorais diretamente à Justiça Eleitoral, responsável por analisar cada caso e adotar as medidas cabíveis. O objetivo da ferramenta é ampliar a participação da população na fiscalização das campanhas e tornar mais ágil o registro de denúncias relacionadas ao descumprimento das regras eleitorais. O sistema é composto por três módulos: Pardal Móvel: aplicativo gratuito disponível para celulares e tablets com sistemas Android e iOS; Pardal ADM: plataforma de uso exclusivo da Justiça Eleitoral para análise e gerenciamento das denúncias; Pardal Web: ambiente que permite consultar estatísticas e acompanhar as denúncias registradas. A Justiça Eleitoral orienta que, ao fazer uma denúncia, o eleitor apresente informações e, sempre que possível, provas que possam auxiliar na apuração dos fatos.
























