Transações via Pix recuam após medida contra apostas online
Transações via Pix recuam após medida contra apostas online
Banco Central registrou 608,6 milhões de operações entre sábado e segunda-feira; dados não indicam relação direta com a medida.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O número de transações via Pix recuou 10% nos três dias após a publicação da medida provisória que proibiu as apostas esportivas online. Entre 26 e 28 de setembro, o Sistema de Pagamentos Instantâneos registrou 608,6 milhões de operações, com queda de 11% no sábado (229,6 mi), 12% no domingo (165,9 mi) e 7,4% na segunda (213 mi) em relação à média dos mesmos dias das quatro semanas anteriores.
- O Banco Central destaca que os dados refletem apenas a quantidade de transações, não os valores movimentados, e que não é possível estabelecer, isoladamente, uma relação direta entre a redução das operações e a proibição das apostas online.
Foto: Reprodução
O número de transações realizadas via Pix caiu 10% nos três dias seguintes à publicação da medida provisória (MP) que proibiu as apostas esportivas online, conhecidas como bets. Entre sábado (26) e segunda-feira (28), foram registradas 608,6 milhões de operações pelo Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), segundo dados do Banco Central. Na comparação com a média dos mesmos dias das quatro semanas anteriores, o volume caiu 11% no sábado, para 229,6 milhões de transações; 12% no domingo, com 165,9 milhões; e 7,4% na segunda-feira, quando foram registradas 213 milhões de operações. O Banco Central ressalta que os números representam a quantidade de transações, e não os valores movimentados. Os dados também não permitem, isoladamente, estabelecer uma relação direta entre a redução das operações e a medida contra as apostas online.
Governo estima R$ 1,7 bilhão em devoluções após proibição de bets
Governo estima R$ 1,7 bilhão em devoluções após proibição de bets
Medida provisória proibiu novas apostas e determina encerramento das plataformas no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal estima que R$ 1,7 bilhão será devolvido aos apostadores após a proibição das chamadas bets no Brasil, conforme cálculo divulgado pelo Ministério da Fazenda. Os usuários têm até 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores restantes nas contas das plataformas de apostas.
- A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão ser retirados do ar, já que a medida provisória publicada em 25 de setembro proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa, além de impedir novos depósitos destinados a essas atividades.
Foto: Reprodução
O governo federal estima que R$ 1,7 bilhão deverá ser devolvido aos apostadores após a proibição das chamadas bets no Brasil. O cálculo foi divulgado pelo Ministério da Fazenda. Os usuários têm até 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores restantes nas contas das plataformas. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão sair do ar. A medida provisória publicada na sexta-feira (25) proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no país. Desde a publicação da MP, também estão proibidos novos depósitos destinados às apostas.
Governo anuncia proibição de bets no Brasil
Governo anuncia proibição de bets no Brasil
Medidas foram anunciadas nesta sexta-feira (25), com governo citando aumento do endividamento e apoio à proibição das apostas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta‑feira (25) uma medida provisória que proíbe a operação das casas de apostas (bets) no Brasil e lançou a terceira edição do programa Desenrola, voltado à renegociação de dívidas familiares. A iniciativa faz parte de um pacote governamental para conter o endividamento das famílias e chega na reta final do primeiro turno das eleições de 2026, após críticas de Lula ao setor, que ele descreveu como “vício em lucro” que destrói lares.
- A proposta inclui penas de quatro a seis anos de prisão e multas para quem explorar ou operar apostas de quota fixa, além de sanções de dois a quatro anos para publicidade, recrutamento e uso de dados pessoais. Segundo pesquisa da AtlasIntel, 75% da população apoia a proibição e 36% atribui a Lula a desanimação das bets. O setor, regulamentado em 2023, arrecadou R$ 9,91 bilhões em tributos entre janeiro e agosto de 2026, o que pode ser impactado pela nova medida.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta sexta-feira (25) uma medida provisória que proíbe a operação das casas de apostas no Brasil, conhecidas como bets, além de um novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas. As medidas fazem parte de um pacote anunciado pelo governo para combater o endividamento das famílias. Esta será a terceira versão do Desenrola. Nas edições anteriores, o governo ofereceu garantias para melhorar as condições de desconto com os bancos, liberou o uso do FGTS e criou uma modalidade voltada a bons pagadores. No caso das apostas, além da medida provisória, o governo deve enviar ao Congresso um projeto de lei para estabelecer penas para quem explorar, operar ou divulgar as plataformas. A proposta prevê reclusão de quatro a seis anos, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de quota fixa. O texto também prevê punições para quem fizer publicidade ou recrutar apostadores, utilizar dados pessoais para direcionar anúncios e participar de transações financeiras ligadas às plataformas. Nesses casos, as penas previstas são de dois a quatro anos de prisão. Se a aposta envolver jogos virtuais, como o “jogo do tigrinho”, a pena poderá ser aumentada em um terço. A ofensiva contra as bets ocorre na reta final do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, após uma série de críticas feitas por Lula às apostas. Nesta semana, durante discurso na Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente afirmou que as plataformas transformam “vício em lucro” e estão “destruindo lares”. Segundo pesquisa AtlasIntel citada pelo governo, 75% da população defende a proibição das bets no Brasil. O mesmo levantamento aponta que 36% dos eleitores afirmam que Lula é responsável pela desanimação das apostas no país. As apostas on-line foram liberadas no Brasil em 2018, durante o governo de Michel Temer, mas não foram regulamentadas. Em 2023, o setor foi regulamentado pelo governo Lula e passou a operar sob regras específicas, mediante pagamento de outorga de R$ 30 milhões. A mudança nas regras também deve afetar a arrecadação federal. Entre janeiro e agosto de 2026, o governo arrecadou R$ 9,91 bilhões em tributos de casas de apostas, segundo dados da Receita Federal.
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Projeto será encaminhado ao Congresso junto a medidas para restringir a atuação das casas de apostas online.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos para apostas de quota fixa (bets), prevendo pena de até seis anos de prisão e multa para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil.
- A proposta também criminaliza a divulgação, patrocínio, publicidade e a manutenção de plataformas de apostas, com penas de dois a quatro anos de prisão, além de multas, e prevê agravamento da sanção quando houver uso de dados pessoais ou operações financeiras ilícitas. O texto ainda depende de aprovação legislativa.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos relacionados às apostas de quota fixa, conhecidas como bets. A proposta prevê pena de até seis anos de prisão, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil. O texto faz parte de um pacote de medidas que inclui uma medida provisória com novas restrições ao setor. Segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (25), o projeto foi elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A proposta também prevê punições para quem divulgar, promover, patrocinar, impulsionar ou monetizar publicidade de casas de apostas. Nesses casos, a pena prevista é de dois a quatro anos de prisão e multa. A mesma punição poderá atingir quem captar ou indicar apostadores e quem fornecer, hospedar, licenciar ou manter plataformas destinadas à realização de apostas, desde que tenha conhecimento de sua finalidade. O texto também prevê agravamento da pena em situações que envolvam o uso de dados pessoais para captar apostadores ou facilitar operações financeiras relacionadas à exploração irregular das bets. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional e, portanto, as penas previstas não estão em vigor.
Pesquisa Atlas/Bloomberg: 75% defendem proibição das bets no Brasil
Pesquisa Atlas/Bloomberg: 75% defendem proibição das bets no Brasil
Levantamento ouviu 5.015 adultos entre 17 e 22 de setembro e tem margem de erro de um ponto percentual.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Setenta e cinco por cento dos brasileiros entrevistados pela pesquisa Atlas/Bloomberg afirmam que as apostas online, conhecidas como bets, deveriam ser proibidas no país, enquanto 17% discordam e 8% permanecem neutros. O levantamento, divulgado em 23 de setembro, mostra ainda que a percepção sobre os efeitos das bets mudou: 59,9% acreditam que trazem apenas prejuízos e 28,6% consideram que os prejuízos superam os benefícios.
- A pesquisa, realizada entre 17 e 22 de setembro com 5.015 adultos e margem de erro de 1 ponto percentual, foi registrada no TSE (protocolo BR-04739/2026). Os dados revelam um cenário de crescente apoio à proibição e destacam a necessidade de debate sobre a regulação das apostas online no Brasil.
Foto: Reprodução
Setenta e cinco por cento dos brasileiros ouvidos pela pesquisa Atlas/Bloomberg concordam que as apostas online, conhecidas como bets, deveriam ser proibidas no país. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (23), mostra ainda que 17% discordam da proibição e 8% não concordam nem discordam. Em abril, 73% defendiam a medida, enquanto 21% eram contrários e 6% não tinham posição definida. A pesquisa também avaliou a percepção sobre os efeitos das bets na sociedade. Para 59,9% dos entrevistados, as apostas trazem somente prejuízos, enquanto 28,6% consideram que provocam mais prejuízos do que benefícios. Outros 5,7% avaliam que benefícios e prejuízos são equivalentes. Apenas 0,7% apontaram somente benefícios e 0,2% disseram que as apostas geram mais benefícios, enquanto 4,9% não souberam responder. O levantamento foi realizado entre 17 e 22 de setembro, com 5.015 pessoas da população adulta em todo o país. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04739/2026.
Governo Lula avalia proibição de cassinos online e novas regras para bets
Governo Lula avalia proibição de cassinos online e novas regras para bets
Medida enfrenta discussões sobre arrecadação, contratos e fiscalização das plataformas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a intenção de impor novas restrições às plataformas de apostas online, conhecidas como bets, e até proibir os cassinos virtuais, após retornar da Assembleia Geral da ONU. A medida, ainda em discussão, pode abranger limites amplos ao setor ou ações específicas contra a publicidade das empresas, e será avaliada à luz dos impactos jurídicos, econômicos e fiscais.
- Com as licenças reguladas custando R$ 30 milhões por cinco anos, o governo estima que as apostas geraram perdas líquidas de R$ 62,5 bilhões em 2025, enquanto movimentaram R$ 350,97 bilhões via Pix. O debate inclui a fiscalização de operações irregulares, o efeito sobre patrocínios esportivos e a pressão de grupos ligados ao setor, tema que deve ganhar destaque na campanha de reeleição de Lula.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia adotar novas restrições às plataformas de apostas online, as chamadas bets, e proibir o funcionamento de cassinos virtuais, modalidade que inclui jogos conhecidos no Brasil como “jogo do tigrinho”. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (22), a definição sobre as medidas deve ocorrer após o retorno de Lula da Assembleia Geral das Nações Unidas, nos Estados Unidos. Entre as alternativas em discussão está uma restrição mais ampla ao setor ou medidas específicas contra os cassinos online e a publicidade das plataformas. O governo também considera os impactos jurídicos e econômicos de uma eventual proibição. As empresas autorizadas a operar no mercado regulado pagaram R$ 30 milhões pela licença, com validade de cinco anos, e uma mudança nas regras poderia provocar disputas judiciais. A equipe econômica também avalia os efeitos sobre a arrecadação federal. O debate ocorre após o primeiro ano de funcionamento do mercado regulado de apostas no país. A regulamentação aprovada pelo Congresso no fim de 2023 estabeleceu regras para a atuação das empresas, que passaram a operar sob o novo modelo a partir de 2025. Segundo levantamento do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) em parceria com o Centro Internacional Celso Furtado (Cicef), as famílias brasileiras tiveram uma perda líquida estimada em R$ 62,5 bilhões com apostas esportivas em 2025. O cálculo corresponde à diferença entre os valores transferidos pelos apostadores e o dinheiro devolvido em prêmios. No mesmo período, as plataformas movimentaram R$ 350,97 bilhões em transferências via Pix. O governo também enfrenta o desafio de fiscalizar eventuais plataformas que continuem funcionando de forma irregular caso determinadas modalidades sejam proibidas. Outro ponto em discussão é o impacto das bets sobre publicidade, clubes de futebol, influenciadores e outros setores que recebem recursos das empresas por meio de patrocínios e anúncios. Dados divulgados recentemente apontam que o setor investiu valores expressivos em publicidade e patrocínios, ampliando a pressão de diferentes segmentos sobre o governo. A pauta deverá ganhar espaço na campanha de Lula à reeleição. Segundo a reportagem, uma peça publicitária prevista para esta terça-feira (22) apresenta relatos de pessoas que afirmam ter acumulado dívidas relacionadas às apostas. O presidente vem defendendo publicamente medidas de combate ao que chama de vício em jogos e já mencionou o tema em discursos recentes. A pesquisa Datafolha realizada em maio indicou aumento na parcela de brasileiros que associam apostas e jogos online a comportamento de vício. Apesar da intenção de endurecer as regras, ainda não há decisão definitiva sobre o formato da eventual medida. As discussões envolvem questões regulatórias, fiscais, jurídicas e de fiscalização, além da reação de empresas, clubes esportivos e outros setores ligados ao mercado de apostas.
Ministério da Saúde lança campanha nacional para alertar sobre os riscos das apostas on-line
Campanha será veiculada na TV, rádio e redes sociais e orienta a população sobre prevenção e tratamento pelo SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde lançou uma campanha nacional de conscientização sobre os riscos associados às apostas on-line, conhecidas popularmente como bets. A iniciativa, que será veiculada em rádio, TV e redes sociais, alerta para consequências graves do uso excessivo dessas plataformas, tais como endividamento, problemas de saúde mental e conflitos familiares, além de direcionar os cidadãos aos serviços de tratamento e acolhimento gratuitos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Como parte de uma estratégia integrada, o governo federal também destacou outras ações regulatórias já implementadas para conter os impactos negativos das bets. Entre as principais medidas estão a criação de uma ferramenta de autoexclusão voluntária, que já conta com cerca de 1 milhão de usuários, e a restrição rigorosa das regras de publicidade, que agora proíbem a associação de apostas a investimentos ou sucesso financeiro e exigem alertas obrigatórios sobre os riscos envolvidos.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O Ministério da Saúde lançou, neste domingo (26), uma campanha nacional para conscientizar a população sobre os riscos das apostas on-line, conhecidas como bets. A ação será divulgada em emissoras de TV, rádio e redes sociais durante o período de retomada do Campeonato Brasileiro e de outras competições esportivas, que contam com o patrocínio de casas de apostas. A campanha alerta para os impactos do uso excessivo das plataformas, como problemas de saúde mental, endividamento e dificuldades familiares. Além disso, informa onde as pessoas podem buscar acolhimento e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, o atendimento especializado pode ser feito de forma sigilosa pelo aplicativo Meu SUS Digital. Também é possível receber assistência presencial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). O governo federal informou que já adotou outras medidas para reduzir os impactos das apostas. Entre elas está uma plataforma de autoexclusão, criada em dezembro de 2025, que permite ao usuário bloquear voluntariamente o acesso às plataformas de apostas. De acordo com o governo, cerca de 1 milhão de pessoas já utilizaram o serviço. Outra medida foi o endurecimento das regras para a publicidade das bets. Agora, as propagandas não podem associar as apostas à ideia de investimento ou sucesso financeiro e devem conter alertas obrigatórios sobre os riscos da atividade.
























