Presidente Tancredo Neves registra tremor de terra de magnitude 2,04
Presidente Tancredo Neves registra tremor de terra de magnitude 2,04
Tremor foi identificado pela Rede Sismográfica Brasileira e analisado pelo Centro de Sismologia da USP.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um tremor de magnitude 2,04 foi registrado na manhã de segunda‑feira (7) em Presidente Tancredo Neves, no baixo sul da Bahia. Detectado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP, o abalo teve baixa intensidade, ocorreu em pequena profundidade e não causou feridos nem danos materiais.
- Este é o segundo sismo de baixa magnitude registrado no estado nos primeiros dias de setembro, após o tremor de magnitude 2,4 em Cansanção na quinta‑feira (3). Especialistas ressaltam que esses eventos são comuns no Brasil e, na maioria das vezes, não representam risco à população.
Foto: Reprodução
Um tremor de terra de magnitude 2,04 foi registrado na manhã de segunda-feira (7) no município de Presidente Tancredo Neves, no baixo sul da Bahia. O abalo sísmico foi detectado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com os especialistas, o tremor teve baixa intensidade e ocorreu em pequena profundidade, o que fez com que fosse percebido de forma leve ou, na maioria dos casos, passasse despercebido pela população. Não houve registro de feridos, danos materiais ou ocorrências relacionadas ao fenômeno. Este é o segundo tremor de terra registrado na Bahia nos primeiros dias de setembro. Na última quinta-feira (3), um abalo de magnitude 2,4 também foi identificado no município de Cansanção, no nordeste do estado. Na ocasião, segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), também não houve relatos de moradores que sentiram o tremor. Apesar de chamarem a atenção, especialistas explicam que eventos sísmicos de baixa magnitude são relativamente comuns no Brasil e, na maioria das vezes, não representam risco à população.
























