Sheila Lemos recebe Nilo Coelho e reforça articulação política no sudoeste da Bahia
Prefeita de Vitória da Conquista compartilhou encontro com o ex-governador da Bahia nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, reuniu-se com o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Guanambi, Nilo Coelho, para debater ações voltadas ao desenvolvimento da região sudoeste do estado. O encontro, classificado pela gestora como uma visita honrosa de um amigo e conselheiro político, focou no fortalecimento do crescimento econômico e social dos municípios locais através da troca de experiências administrativas.
- Embora a reunião tenha sido apresentada sob um caráter estritamente institucional, o diálogo também sinaliza uma importante aproximação e articulação política entre duas grandes lideranças regionais. A cooperação mútua visa estreitar os laços entre as cidades do sudoeste baiano, garantindo que a região continue avançando de forma conjunta.
Foto: Reprodução
A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, recebeu, nesta terça-feira (4), a visita do ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Guanambi, Nilo Coelho. O encontro foi divulgado pela gestora nas redes sociais, onde ela classificou a reunião como uma "ilustre e honrosa visita". Na publicação, Sheila destacou a amizade e a relação de confiança com Nilo Coelho, a quem chamou de amigo e conselheiro político. Segundo a prefeita, a conversa foi marcada pela troca de experiências e pelo debate sobre ações voltadas ao desenvolvimento da região sudoeste da Bahia. Ainda de acordo com a gestora, o principal tema do encontro foi o fortalecimento do crescimento econômico e social de Vitória da Conquista e dos municípios da região. Ela afirmou que o diálogo busca contribuir para que o sudoeste baiano continue avançando. Nilo Coelho tem uma longa trajetória na política baiana, tendo ocupado os cargos de governador da Bahia e prefeito de Guanambi. Considerado uma das principais lideranças políticas do estado, ele mantém influência em diferentes municípios da região. Embora a reunião tenha sido apresentada como institucional, o encontro também reforça a aproximação entre duas importantes lideranças políticas do sudoeste baiano, em um momento de articulações voltadas ao fortalecimento do desenvolvimento regional e da cooperação entre os municípios.
Impasse entre Lula e Alcolumbre trava votações no Congresso
Impasse entre Lula e Alcolumbre trava votações no Congresso
Sem consenso entre governo e Senado, Congresso entra em recesso sem analisar propostas consideradas estratégicas, como a PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6×1.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Congresso Nacional cancelou a sessão destinada a analisar vetos presidenciais devido à falta de acordo entre as lideranças políticas, adiando votações cruciais antes do recesso parlamentar que se inicia na próxima semana. Com o recesso e o posterior calendário eleitoral, o ritmo legislativo deve desacelerar significativamente, deixando pendentes propostas de grande relevância nacional, como a PEC da Segurança Pública, a PEC do fim da escala de trabalho 6x1 e a nova indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF).
- Nos bastidores, o impasse é agravado pelo distanciamento político entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estremecido desde a rejeição do nome de Jorge Messias para a Suprema Corte. Paralelamente às tensões políticas, a única negociação que avança envolve a proposta de refinanciamento de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos, que prevê condições especiais de pagamento e taxas de juros diferenciadas.
Foto: Reprodução
O Congresso Nacional cancelou a sessão prevista para esta quinta-feira (9), que analisaria vetos presidenciais e poderia destravar outras votações importantes. A decisão foi anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que atribuiu o adiamento à falta de acordo entre as lideranças. Com o cancelamento, deputados e senadores entram na reta final antes do recesso parlamentar sem votar projetos considerados prioritários para o país. O intervalo legislativo começa na próxima semana e segue até 31 de julho. Na sequência, o calendário eleitoral deve reduzir ainda mais o ritmo das atividades no Congresso, já que a campanha oficial começa em 13 de agosto. Entre as propostas que permanecem sem definição estão a PEC da Segurança Pública, a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, o projeto que regulamenta a exploração de terras raras e a proposta que autoriza o uso de receitas extras do petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis. Também segue pendente a indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que ocupará a vaga aberta após a rejeição do nome de Jorge Messias. Nos bastidores, o principal fator para o impasse é o desgaste na relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Davi Alcolumbre. Os dois ainda não voltaram a se reunir desde a votação que rejeitou a indicação de Messias ao STF, no fim de abril. O novo líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), tenta articular um encontro entre os dois ainda neste mês para reaproximar governo e Congresso. Mesmo que a reunião aconteça, não há expectativa de retomada das votações antes do recesso. Enquanto isso, a principal negociação em andamento envolve o refinanciamento das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta prevê prazo de até dez anos para pagamento, com dois anos de carência e juros de 6% para os casos enquadrados nas novas regras. Outros produtores deverão contar com condições diferentes, incluindo prazos menores e taxas de 9%.
Michelle Bolsonaro relata desentendimento com Flávio e diz ter recebido “punhalada” do enteado
Campanha de Flávio Bolsonaro nega versão apresentada por Michelle.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de 26 minutos nas redes sociais detalhando um desentendimento com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. Ela relatou ter sido desrespeitada e humilhada em uma conversa telefônica, onde Flávio teria afirmado que ela não compreendia de política e deveria se manter afastada das decisões partidárias. O cerne do conflito reside nas divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes no Ceará, à qual Michelle se opôs firmemente devido às críticas passadas de Gomes a Jair Bolsonaro e sua família.
- Após o episódio, Michelle interpretou que seu apoio à pré-candidatura de Flávio não era desejado, decidindo se afastar das articulações políticas internas da família. Embora a campanha de Flávio Bolsonaro tenha negado a versão apresentada pela ex-primeira-dama, Michelle afirmou ter perdoado o enteado e reiterou seu apoio aos projetos do partido. Contudo, ela reconheceu o abalo na relação e mantém distância das movimentações envolvendo a pré-campanha presidencial de Flávio.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de cerca de 26 minutos nas redes sociais em que relata um desentendimento com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Na gravação, publicada nesta quarta-feira (24), Michelle afirma ter sido desrespeitada e humilhada durante uma conversa telefônica com o senador. Segundo ela, o episódio ocorreu após divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará. “Recebi uma punhalada”, afirmou Michelle ao descrever a situação. De acordo com seu relato, Flávio teria dito que ela não entendia de política e que deveria ficar fora das decisões partidárias. A ex-primeira-dama afirmou que se sentiu desrespeitada e decidiu se afastar das articulações políticas internas da família após o episódio. Michelle também declarou que interpretou a conversa como um sinal de que seu apoio à eventual candidatura presidencial do enteado não era desejado. “Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante”, disse no vídeo. A divergência está ligada às negociações realizadas pelo PL no Ceará. Michelle se posicionou contra uma aproximação com Ciro Gomes, alegando que o político fez duras críticas a Jair Bolsonaro e seus filhos no passado. A ex-primeira-dama afirmou que considera incoerente uma aliança com alguém que, segundo ela, teve papel importante na campanha que resultou na inelegibilidade do ex-presidente. O embate não é recente. Em novembro do ano passado, declarações de Michelle contra a articulação política no Ceará provocaram reações públicas de Flávio, Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro. Na época, Flávio afirmou que houve um “ruído de comunicação” e que Michelle não tinha conhecimento de todos os detalhes das negociações conduzidas pelo partido. Após a divulgação do vídeo, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro negaram a versão apresentada pela ex-primeira-dama. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o senador afirma não ter feito as declarações atribuídas a ele por Michelle durante a conversa telefônica. Apesar das críticas, Michelle afirmou que perdoou o enteado e disse continuar apoiando os projetos políticos do partido. No entanto, reconheceu que a relação entre os dois foi abalada e que mantém distância das articulações envolvendo a pré-campanha presidencial.
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Senador afirma que só deixará o cargo se houver pedido do presidente Lula; encontro entre os dois é esperado para esta semana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar seu cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. O senador afirma que só se afastará da liderança se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem uma conversa é aguardada para quarta-feira, após seu retorno a Brasília.
- Nos bastidores, o governo discute a saída de Wagner para reduzir o desgaste político. Embora Lula tenha manifestado solidariedade, integrantes do governo alertam que isso não garante sua permanência. Uma solução negociada é cogitada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, no início de julho, justificando a necessidade de se dedicar a articulações eleitorais no estado.
Foto: Alessandro Dantas | PT-SF
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar o cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo interlocutores, Wagner tem afirmado que não pretende se afastar da liderança do governo, a menos que receba um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma conversa entre os dois é aguardada para quarta-feira (24), quando o senador deve retornar a Brasília. Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a saída de Wagner poderia reduzir o desgaste político provocado pela investigação e evitar que o tema continue impactando o Palácio do Planalto. A expectativa entre aliados é que Lula discuta o assunto diretamente com o senador nos próximos dias. Parte da base governista defende uma solução negociada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, prevista para o dia 2 de julho. Nesse cenário, a justificativa pública seria a necessidade de o senador se dedicar às articulações políticas e eleitorais no estado. A permanência de Wagner também divide opiniões dentro do governo. Alguns aliados entendem que a continuidade no cargo mantém o senador sob maior exposição política e dificulta sua estratégia de defesa. Outros avaliam que uma saída imediata poderia ser interpretada como um pré-julgamento. Nos últimos dias, o presidente Lula conversou com Wagner por telefone e manifestou solidariedade ao aliado. Integrantes do governo, porém, afirmam que o gesto não representa necessariamente uma garantia de permanência na liderança. Enquanto as discussões continuam, o senador tem reiterado publicamente que permanece no cargo e que qualquer decisão sobre a liderança cabe ao presidente da República.
Alcolumbre quer reunião com Lula após derrota no Senado
Alcolumbre quer reunião com Lula após derrota no Senado
Presidente do Senado afirma que não atuou contra indicação de Jorge Messias ao STF e tenta reconstruir diálogo com o Planalto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, iniciou um movimento de reaproximação com o governo federal. A derrota, considerada um dos maiores reveses para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, levou Alcolumbre a buscar diálogo direto com Lula, defendendo que não atuou contra a nomeação e que havia alertado o Planalto sobre o risco, atribuindo o resultado à insatisfação dos parlamentares e buscando "passar a régua" no episódio.
- Em resposta à crise, ministros como José Múcio Monteiro e José Guimarães intensificaram reuniões com Alcolumbre e aliados governistas no Congresso. Apesar dos sinais de distensão e da necessidade de apoio do Senado em pautas prioritárias como as PECs da Segurança Pública, do SUAS e da mineração, setores do Planalto ainda cogitam mudanças na articulação política. A relação entre Planalto e Senado permanece tensa, com o governo buscando evitar novos desgastes em votações estratégicas.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, iniciou movimentos de reaproximação com o governo federal após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. A derrota imposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi considerada uma das mais duras enfrentadas pelo Palácio do Planalto no atual mandato. Segundo interlocutores do governo, Alcolumbre demonstrou interesse em conversar diretamente com Lula para encerrar o desgaste político provocado pela votação. A aliados, o senador afirmou que deseja “passar a régua” no episódio e sustentou que não trabalhou contra a indicação do chefe da AGU. Nos bastidores, o presidente do Senado argumenta que alertou previamente o Planalto sobre o risco de rejeição e atribui o resultado à insatisfação de parlamentares da Casa. O discurso adotado pelo senador é o de preservação da relação institucional com o governo federal. Após a derrota de Messias, ministros do governo intensificaram articulações para reduzir a crise. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, se reuniu com Alcolumbre na terça-feira (5). Já o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, almoçou com o senador na quarta-feira (6). No Senado, Alcolumbre também manteve conversas com aliados do governo, entre eles o líder governista no Congresso, Randolfe Rodrigues. Apesar disso, setores do Planalto defendem mudanças na articulação política da Casa, incluindo possíveis trocas em cargos de liderança. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, também enfrenta resistência. Segundo integrantes do governo, a relação entre Wagner e Alcolumbre se deteriorou durante a tramitação da indicação de Jorge Messias ao STF. A preocupação do Planalto é evitar novos desgastes em votações consideradas estratégicas para o governo. Entre os projetos prioritários estão as PECs da Segurança Pública e do Sistema Único de Assistência Social (Suas), além da proposta que regulamenta a exploração de minerais críticos no Brasil. Outro tema que depende do aval político do Senado é a PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. A matéria ainda tramita na Câmara dos Deputados, mas o governo avalia que precisará do apoio de Alcolumbre para acelerar a votação no Senado antes do avanço do calendário eleitoral. Apesar dos sinais de distensão, integrantes do governo admitem que a relação entre o Planalto e o presidente do Senado ainda atravessa um momento de forte desgaste político.
























