Governo estima R$ 1,7 bilhão em devoluções após proibição de bets
Governo estima R$ 1,7 bilhão em devoluções após proibição de bets
Medida provisória proibiu novas apostas e determina encerramento das plataformas no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal estima que R$ 1,7 bilhão será devolvido aos apostadores após a proibição das chamadas bets no Brasil, conforme cálculo divulgado pelo Ministério da Fazenda. Os usuários têm até 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores restantes nas contas das plataformas de apostas.
- A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão ser retirados do ar, já que a medida provisória publicada em 25 de setembro proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa, além de impedir novos depósitos destinados a essas atividades.
Foto: Reprodução
O governo federal estima que R$ 1,7 bilhão deverá ser devolvido aos apostadores após a proibição das chamadas bets no Brasil. O cálculo foi divulgado pelo Ministério da Fazenda. Os usuários têm até 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores restantes nas contas das plataformas. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão sair do ar. A medida provisória publicada na sexta-feira (25) proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no país. Desde a publicação da MP, também estão proibidos novos depósitos destinados às apostas.
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Lula propõe criminalizar operação e publicidade de bets ilegais
Projeto será encaminhado ao Congresso junto a medidas para restringir a atuação das casas de apostas online.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos para apostas de quota fixa (bets), prevendo pena de até seis anos de prisão e multa para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil.
- A proposta também criminaliza a divulgação, patrocínio, publicidade e a manutenção de plataformas de apostas, com penas de dois a quatro anos de prisão, além de multas, e prevê agravamento da sanção quando houver uso de dados pessoais ou operações financeiras ilícitas. O texto ainda depende de aprovação legislativa.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria crimes específicos relacionados às apostas de quota fixa, conhecidas como bets. A proposta prevê pena de até seis anos de prisão, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de forma irregular no Brasil. O texto faz parte de um pacote de medidas que inclui uma medida provisória com novas restrições ao setor. Segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (25), o projeto foi elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A proposta também prevê punições para quem divulgar, promover, patrocinar, impulsionar ou monetizar publicidade de casas de apostas. Nesses casos, a pena prevista é de dois a quatro anos de prisão e multa. A mesma punição poderá atingir quem captar ou indicar apostadores e quem fornecer, hospedar, licenciar ou manter plataformas destinadas à realização de apostas, desde que tenha conhecimento de sua finalidade. O texto também prevê agravamento da pena em situações que envolvam o uso de dados pessoais para captar apostadores ou facilitar operações financeiras relacionadas à exploração irregular das bets. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional e, portanto, as penas previstas não estão em vigor.
Homem é preso suspeito de desviar R$ 3,5 milhões de concessionária em Vitória da Conquista
Segundo a Polícia Civil, investigado confessou os desvios e afirmou que parte do dinheiro era utilizada em apostas on-line.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma investigação conduzida pela Polícia Civil da Bahia resultou na prisão de um homem de 44 anos suspeito de apropriação indébita e estelionato. O suspeito é suspeito de desviar R$ 3,5 milhões de uma concessionária de tratores em Vitória da Conquista.
- Ele ocupava um cargo de confiança na empresa e confessou os desvios durante o interrogatório, afirmando que parte do dinheiro obtido de forma ilícita era destinada a apostas em plataformas de cassino on-line. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do esquema e identificar eventuais desdobramentos do caso.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta quarta-feira (15), um homem de 44 anos investigado por apropriação indébita e estelionato contra uma concessionária do setor agropecuário em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. O prejuízo causado à empresa é estimado em mais de R$ 3,5 milhões, segundo as investigações. A prisão preventiva foi cumprida por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), em cumprimento a um mandado expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Vitória da Conquista. De acordo com a Polícia Civil, o investigado ocupava um cargo de confiança na empresa e teria utilizado a função para desviar, de forma sistemática, tratores, peças e valores em dinheiro ao longo de vários anos. Durante a investigação, os policiais reuniram provas que fundamentaram o pedido de prisão preventiva, posteriormente autorizado pela Justiça. Conforme informou a corporação, o suspeito confessou os desvios durante o interrogatório. Ainda segundo o depoimento prestado à polícia, parte significativa do dinheiro obtido de forma ilícita era destinada a apostas em plataformas de cassino on-line. A informação passou a integrar o inquérito policial e será considerada no prosseguimento das investigações. Após a prisão, o homem foi encaminhado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), em Vitória da Conquista, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do esquema e identificar eventuais desdobramentos do caso, reforçando o compromisso da instituição no combate aos crimes patrimoniais e à responsabilização dos envolvidos.
Regulação de apostas online será concluída até julho, divulga Ministério da Fazenda
As normas complementarão a portaria com as regras para as empresas de auditoria das apostas online, publicada em fevereiro deste ano
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Foto: Senado Federal
- A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda divulgou documento que mostra que a regulamentação do mercado de apostas online será concluída até o início do segundo semestre de 2024. As normas complementarão a portaria com as regras para as empresas de auditoria das apostas online, publicada em fevereiro. Serão quatro etapas para a regulamentação. Na primeira fase, prevista para ser concluída até o final deste mês, as portarias vão estabelecer as regras gerais dos meios de pagamento, os requisitos técnicos e de segurança dos sistemas de apostas. Além das regras, condições e abertura do pedido de autorização para exploração comercial das apostas de quota fixa em todo o país. A segunda etapa está prevista para o final de maio. A terceira, até o fim de junho. A quarta e última fase final do cronograma, que acontece em julho, prevê mais duas portarias. A primeira definirá o conceito de jogo responsável. Já a segunda, detalha os procedimentos para efetivar as destinações sociais, assegurando que as contribuições da indústria das apostas beneficiem a sociedade de maneira transparente.
Lei das apostas online vai à sanção presidencial
Lei das apostas online vai à sanção presidencial
Norma estabelece restrições aos jogos e tributação de apostas e prêmio
Por: Gilberto Costa
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada de hoje (22), o Projeto de Lei 3626/23 que regulamenta apostas esportivas online de quota fixa, quando o apostador sabe previamente a taxa de retorno no momento da aposta, conhecidas como bets – termo em inglês para denominar os jogos de azar. A matéria vai agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O PL de regulamentação das apostas bets foi iniciativa do Poder Executivo em julho e tramitou em urgência. Inicialmente, o governo encaminhou medida provisória ao Congresso Nacional, mas essa perdeu eficácia por não ter sido votada. Ao apresentar a MP, o governo previu aumento de arrecadação necessário ao ajuste fiscal. “Em um mercado totalmente regulado, sedimentado e em pleno faturamento, o potencial de arrecadação anual gira entre R$ 6 bilhões e R$ 12 bilhões. Essa estimativa considera dados sobre crescimento desse segmento no mundo e no Brasil”, descreveu o Ministério da Fazenda ao anunciar a iniciativa. Dados apurados pela Pesquisa de Orçamento Familiar (IBGE), feita em 2018 (ano da liberação dos bets), revelou que os brasileiros gastavam por mês R$ 14,16 em apostas e jogos, valor acima das despesas mensais com arroz (R$ 12,79), café moído (R$ 9,92), feijão (R$ 5,92), entre outros bens de consumo e serviço. Tributação - Conforme aprovado pelos parlamentares, os apostadores que ganharem mais de R$ 2.112, primeira faixa da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, deverão recolher 15% do prêmio. O valor das apostas passa a incluir o pagamento de 2% de contribuição para a seguridade social. O recurso será dividido entre educação (1,82%), esporte (6,63%) e turismo (5%). As empresas ficarão com 88% do faturamento bruto para o custeio. Os 12% arrecadados serão divididos no financiamento de educação, segurança pública, esporte e outras áreas. Como noticiado pela Agência Brasil em outubro, o Ministério da Fazenda publicou portaria para empresas manifestarem interesse em se manter ou atuar na exploração das apostas e mais de 130 se cadastraram. Restrições e cassino - A lei estabelece exigências a essas empresas. Não podem fazer apostas menores de 18 anos, pessoas com influência sobre eventos esportivos ou sobre a plataforma de jogos, e pessoas diagnosticadas com distúrbios de aposta. A lei exige que as bets verifiquem a identidade dos apostadores com reconhecimento facial. As plataformas eletrônicas das empresas deverão monitorar danos potenciais ou uso abusivo por apostadores; e ter recursos para limitação de tempo para os usuários. A lei ainda estabelece a suspensão dos pagamentos de apostas investigadas por manipulação de os resultados. A tramitação do projeto de lei das bets teve inicio na Câmara dos Deputados e seguiu para o Senado Federal onde sofreu modificações, como a redução da alíquota de 18% para 12% da arrecadação das empresas, e a retirada da autorização de apostas nos chamados cassinos online. Por causa das alterações, o projeto voltou para a Câmara, a alíquota ficou minorada conforme estabelecido pelos senadores, mas os deputados reverteram a proibição de apostas para eventos virtuais de jogos online.
Governo publica MP das apostas esportivas com taxação 18% sobre receita das empresas
As empresas serão taxadas em 18% sobre o "Gross Gaming Revenue"
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O governo publicou, nesta terça-feira (25), no Diário Oficial da União, a Medida Provisória (MP) que regulamenta as apostas esportivas. As regras já estão em vigor, mas devem ser analisadas em até 120 dias pelo Congresso para que não percam a validade. As empresas serão taxadas em 18% sobre o "Gross Gaming Revenue" (GGR), receita obtida com todos os jogos após o pagamento dos prêmios aos jogadores e imposto de renda (IR) sobre a premiação. O Ministério da Fazenda já havia divulgado a proposta que previa a taxação das apostas. Na época, o governo tinha indicado que a tributação seria de 16%. O governo pode arrecadar até R$ 2 bilhões, em 2024, com a regulamentação, de acordo com projeções da Fazenda. Nos anos seguintes, a estimativa varia entre R$ 6 bilhões e R$ 12 bilhões.
























