Diesel S-10 sobe 7% em um mês e chega a R$ 7,35 por litro
Diesel S-10 sobe 7% em um mês e chega a R$ 7,35 por litro
Preço médio do combustível subiu de R$ 6,88 para R$ 7,35 em quatro semanas, segundo levantamento da ANP.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço médio do diesel S‑10 subiu 7% em um mês, atingindo R$ 7,35 por litro, segundo a ANP, marcando a maior cotação desde o fim de abril. O aumento, impulsionado pelos custos internacionais e pela baixa oferta global, tem reflexos diretos nos custos de transporte de cargas e passageiros, pressionando o frete e encarecendo produtos que dependem do modal rodoviário.
- Importadores apontam que a restrição potencial das exportações dos EUA pode intensificar ainda mais a pressão sobre o mercado brasileiro. Enquanto a Petrobras e a refinaria Acelen já ajustaram seus preços, a Abicom estima que o custo de importação do diesel também tenha subido cerca de 7%, reforçando a necessidade de monitoramento do cenário internacional para o setor de combustíveis no Brasil.
Foto: Reprodução
O preço médio do diesel S-10 subiu 7% nos postos brasileiros em um mês e chegou a R$ 7,35 por litro na última semana, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor representa uma alta de R$ 0,47 em relação à primeira semana de setembro, quando o litro era vendido, em média, por R$ 6,88. Essa foi a quarta semana consecutiva de aumento e levou o combustível ao maior preço desde o fim de abril. Segundo importadores, a alta está relacionada ao aumento dos custos no mercado internacional, em meio à redução da oferta global. Sergio Araújo, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), afirmou que os estoques internacionais estão baixos e que uma eventual restrição às exportações dos Estados Unidos pode aumentar ainda mais a pressão sobre os preços. Para os consumidores, a alta do diesel pode elevar os custos de transporte de cargas e passageiros, já que o combustível é utilizado por caminhões, ônibus e outros veículos movidos a diesel. O aumento também pode pressionar o preço do frete e, consequentemente, encarecer produtos que dependem do transporte rodoviário para chegar ao consumidor. O Brasil importa cerca de 30% do diesel que consome, enquanto o restante é fornecido principalmente pela Petrobras e pela refinaria Acelen. Segundo estimativa da StoneX em parceria com a Abicom, o custo de importação do diesel também subiu cerca de 7% no período. Na abertura do mercado desta segunda-feira (5), a paridade de importação do produto no porto de Paulínia estava em R$ 6,70 por litro. A Petrobras reajustou o preço do diesel nas refinarias há duas semanas, enquanto a Acelen promoveu dois aumentos em setembro e outubro, que somados chegaram a cerca de R$ 1 por litro, conforme a base de entrega. O setor afirma que o cenário internacional continuará sendo acompanhado diante das ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de restringir exportações do país. Para Araújo, da Abicom, uma eventual proibição poderia provocar nova pressão sobre o mercado brasileiro a partir de novembro.
Diesel sobe e atinge maior preço no Brasil desde maio, diz ANP
Diesel sobe e atinge maior preço no Brasil desde maio, diz ANP
Preço médio do litro avançou na última semana, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo; veja quanto o combustível passou a custar nas bombas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Preço médio do diesel S‑10 nos postos brasileiros subiu 2,3% nesta semana, alcançando R$ 7,13 por litro – o maior valor desde o fim de maio, segundo a ANP. A alta reflete a disparada dos preços do petróleo e dos derivados, impulsionada pelos riscos de oferta mundial ligados aos conflitos no Oriente Médio e à guerra entre Rússia e Ucrânia.
- Apesar da alta, o diesel voltou a ficar mais barato que a gasolina entre 2 de agosto e 12 de setembro, mas a tendência de alta pode se manter enquanto a instabilidade geopolítica persiste.
Foto: Reprodução
O preço médio do diesel S-10 nos postos do Brasil subiu 2,3% nesta semana em relação à anterior, para R$ 7,13 por litro, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (18). Esse é o maior valor desde o fim de maio. A alta ocorre em meio à disparada dos preços do petróleo e de seus derivados neste mês. O mercado enfrenta novos riscos para a oferta mundial por causa dos desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia. O diesel chegou a voltar a ser mais barato que a gasolina entre 2 de agosto e 12 de setembro.
Deputados aprovam crédito de R$ 10 bilhões para o diesel
Deputados aprovam crédito de R$ 10 bilhões para o diesel
Recursos serão destinados à ANP para reduzir os impactos da alta internacional dos combustíveis provocada pelos conflitos no Oriente Médio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1.344/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões no Orçamento da União para subsidiar o óleo diesel no mercado nacional. A matéria, que segue para análise do Senado Federal, prevê a utilização do superávit financeiro de 2025 para custear o benefício até o final de 2026, visando conter os reflexos da alta internacional do petróleo provocada por tensões no Oriente Médio.
- Operacionalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o programa concede ressarcimento de R$ 0,32 por litro de diesel a produtores e importadores parceiros. Com a iniciativa, o governo federal busca estabilizar os custos de frete e transporte coletivo, garantindo o abastecimento do país e mitigando pressões inflacionárias.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) 1.344/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões no Orçamento da União para financiar o subsídio ao óleo diesel. O texto segue agora para análise do Senado Federal. A proposta foi aprovada sem alterações e prevê a utilização de recursos provenientes do superávit financeiro de 2025 para custear o benefício até 31 de dezembro de 2026. Os valores serão repassados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por operacionalizar os pagamentos aos produtores e importadores de diesel que aderirem ao programa, conforme as regras estabelecidas pelas Medidas Provisórias 1.340/2026 e 1.349/2026. O objetivo da iniciativa é reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o preço do diesel no Brasil. O aumento das cotações foi impulsionado pela escalada dos conflitos no Oriente Médio, especialmente após o agravamento das tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O primeiro subsídio ao diesel foi instituído em março deste ano pela MP 1.340/2026. Com a intensificação do cenário internacional, o governo federal editou, em abril, a MP 1.349/2026, ampliando o programa por meio do Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. Desde 12 de março, produtores e importadores que aderiram ao programa passaram a receber um ressarcimento de R$ 0,32 por litro de diesel importado ou produzido no país. O benefício permanecerá em vigor até que os recursos de R$ 10 bilhões sejam totalmente utilizados ou até 31 de dezembro de 2026, o que ocorrer primeiro. Segundo o governo, a medida busca garantir o abastecimento nacional e reduzir os efeitos da volatilidade do mercado internacional sobre os custos do transporte de cargas e de passageiros, evitando impactos ainda maiores na inflação e na economia brasileira.
Petrobras anuncia novo reajuste na gasolina
Petrobras anuncia novo reajuste na gasolina
Estatal aplicará aumento nominal de R$ 0,48, mas desconto federal reduz impacto para R$ 0,04 por litro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Petrobras anunciou um reajuste no preço da gasolina A com aumento nominal de R$ 0,48 por litro, mas um subsídio criado pelo governo reduzirá o impacto para R$ 0,04 por litro.
- O desconto será temporário e tem validade inicial de dois meses, sendo repassado diretamente aos produtores e importadores de combustíveis, com operacionalização e fiscalização sob responsabilidade da ANP.
- O impacto final para o consumidor dependerá de fatores como impostos, margens de distribuição e política de preços dos postos de combustíveis.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28) um novo reajuste no preço da gasolina A vendida às distribuidoras em todo o país. O aumento nominal será de R$ 0,48 por litro nas refinarias, mas um subsídio criado pelo governo federal vai reduzir o impacto imediato para apenas R$ 0,04 por litro. Segundo a estatal, será aplicado um desconto de R$ 0,44 por litro, conforme determina o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última segunda-feira (25). A medida busca conter os efeitos da alta internacional do petróleo sobre os combustíveis no Brasil. O subsídio terá validade inicial de dois meses e foi adotado após a escalada dos preços do barril de petróleo no mercado internacional, influenciada pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio. De acordo com as regras anunciadas pelo governo, o valor do desconto será repassado diretamente aos produtores e importadores de combustíveis. A operacionalização e fiscalização ficarão sob responsabilidade da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar do reajuste nas refinarias, o impacto final para o consumidor ainda dependerá de fatores como impostos, margens de distribuição e política de preços dos postos de combustíveis. A Petrobras informou que o ajuste acompanha as condições do mercado internacional e reforçou que o desconto temporário tem como objetivo evitar uma alta mais agressiva no preço da gasolina durante o período de instabilidade global.
Preço do diesel acumula seis semanas seguidas de queda no Brasil
Preço do diesel acumula seis semanas seguidas de queda no Brasil
Valor médio do diesel S-10 caiu para R$ 7,16 por litro, segundo a ANP; redução acumulada desde abril já chega a R$ 0,42.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço médio do diesel S-10 nos postos brasileiros registrou a sexta semana consecutiva de queda, sendo comercializado a R$ 7,16 por litro, com um recuo médio de R$ 0,04 na última semana. Essa sequência de baixas ocorre após o combustível atingir R$ 7,58 em abril, em um período marcado pela escalada das tensões no Oriente Médio que pressionou o preço do petróleo. Desde então, a redução acumulada no valor do diesel já chega a R$ 0,42 por litro.
- A desaceleração das cotações internacionais do petróleo, aliada ao aumento da oferta nacional, são os fatores chave que contribuíram para frear os preços. A Petrobras, por exemplo, informou que suas refinarias operaram acima de 100% da capacidade nominal em maio e anunciou um recorde de produção de diesel S-10 no primeiro trimestre de 2026, reduzindo a dependência de importações. Apesar das quedas recentes, o valor médio do diesel ainda permanece em patamar elevado, cerca de R$ 1 acima do registrado antes do agravamento do conflito internacional que impactou o mercado global de energia.
Foto: Reprodução
O preço médio do diesel S-10 voltou a cair nos postos brasileiros e registrou a sexta semana consecutiva de redução, de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na última semana, o combustível foi comercializado a R$ 7,16 por litro, com recuo médio de R$ 0,04. A sequência de quedas ocorre após o diesel atingir, no início de abril, o maior valor do ano: R$ 7,58 por litro. Naquele período, o mercado internacional reagia à escalada das tensões no Oriente Médio envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos, cenário que pressionou o preço do petróleo e afetou diretamente os combustíveis no Brasil. Desde então, a redução acumulada já chega a R$ 0,42 por litro. Segundo representantes do setor, a desaceleração das cotações internacionais do petróleo e o aumento da oferta nacional ajudaram a frear os preços nos postos. A Petrobras informou que as refinarias operaram acima de 100% da capacidade nominal durante o mês de maio. A estatal também anunciou recorde de produção de diesel S-10 no primeiro trimestre de 2026, ampliando a oferta interna e reduzindo a dependência de importações. Dados do mercado apontam queda de quase 30% nas importações de óleos combustíveis até a terceira semana de maio, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da sequência de reduções, o diesel ainda permanece em patamar elevado. O valor médio atual segue mais de R$ 1 acima do registrado antes do agravamento do conflito internacional que impactou o mercado global de energia.
Combustível acumula queda após medidas do governo federal
Combustível acumula queda após medidas do governo federal
Combustível acumula redução de 4,5% em cinco semanas, segundo a ANP.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço do óleo diesel no Brasil registrou a quarta queda em cinco semanas, com o litro do diesel S10 caindo para uma média de R$ 7,24, uma redução acumulada de 4,5% no período, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da sequência de recuos, o combustível ainda se mantém 18,9% acima do valor praticado antes do início da escalada militar no Oriente Médio, que marcou o preço médio de R$ 6,09.
- A desaceleração dos preços é atribuída a medidas do governo federal, como subsídios a produtores e importadores, e à atuação da Petrobras, que ajudaram a conter repasses maiores ao consumidor. No entanto, o patamar elevado reflete os impactos da guerra no Irã sobre o mercado internacional de petróleo, com o barril de Brent acima de US$ 100. A dependência brasileira da importação de diesel, que corresponde a 30% do consumo interno, mantém o país vulnerável às oscilações globais, influenciando diretamente o custo do frete e, consequentemente, os preços de alimentos e mercadorias.
Foto: Reprodução
O preço do óleo diesel voltou a cair no Brasil e registrou a quarta redução em um intervalo de cinco semanas, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da sequência de recuos, o combustível ainda permanece em patamar elevado por causa dos reflexos da guerra no Irã sobre o mercado internacional de petróleo. De acordo com o monitoramento da ANP, o litro do diesel S10 foi vendido, em média, a R$ 7,24 na semana entre os dias 3 e 9 de maio. Há cinco semanas, o valor estava em R$ 7,58. A redução acumulada no período chega a 4,5%.Mesmo assim, o preço ainda segue 18,9% acima do registrado antes do início do conflito no Oriente Médio. Na semana encerrada em 28 de fevereiro, data apontada como marco inicial da escalada militar envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos, o diesel custava R$ 6,09 em média no país. O diesel é acompanhado com atenção pelo governo e pelo setor produtivo porque influencia diretamente o valor do frete rodoviário e, consequentemente, o custo final de alimentos e mercadorias transportadas em todo o Brasil.O diesel S500 também apresentou redução nas últimas semanas. O combustível caiu de R$ 7,45 para R$ 7,05 por litro, retração de 5,37%. Ainda assim, permanece cerca de 17% acima do período anterior ao conflito internacional. Segundo especialistas do setor, a recente desaceleração nos preços está ligada a medidas adotadas pelo governo federal e à atuação da Petrobras no mercado de combustíveis.Desde 1º de abril, produtores e importadores de diesel passaram a receber subsídios federais para reduzir o impacto da alta internacional. O diesel nacional pode receber até R$ 1,12 por litro em subvenção, enquanto o combustível importado pode alcançar R$ 1,52 por litro. Além disso, o governo zerou as alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre o diesel como tentativa de reduzir o preço final nas bombas.O pesquisador Iago Montalvão, do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), avalia que as medidas fiscais e a forte presença da Petrobras ajudaram a conter repasses ainda maiores ao consumidor. Segundo ele, o mercado começou a se adaptar ao novo cenário internacional, mesmo com o barril do petróleo Brent ainda acima dos US$ 100 no mercado global.A guerra no Irã provocou forte instabilidade na cadeia internacional de petróleo após ataques atingirem áreas estratégicas e afetarem o fluxo pelo Estreito de Ormuz, região por onde circula cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural. O Brasil, apesar de produtor de petróleo, ainda depende da importação de aproximadamente 30% do diesel consumido internamente, o que mantém o país vulnerável às oscilações do mercado internacional.
Livramento, Brumado, Caetité e Vitória da Conquista têm a gasolina mais cara da Bahia
Levantamento da ANP mostra preço médio estadual de R$ 7,21 entre 3 e 9 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço médio da gasolina comum na Bahia foi de R$ 7,21 na semana de 3 a 9 de maio, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Houve leve redução de 0,1% em relação à semana anterior, com o maior preço médio registrado em Livramento de Nossa Senhora e o menor valor individual encontrado em Feira de Santana.
- Além disso, o diesel também registrou queda, com preço médio de R$ 7,71, e o diesel S10 caiu 1%, com média de R$ 7,83. A Bahia tem o segundo maior preço médio de diesel do país e o sexto maior preço médio da gasolina comum no ranking nacional.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O preço médio da gasolina comum na Bahia ficou em R$ 7,21 na semana de 3 a 9 de maio, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor variou entre R$ 6,64 e R$ 7,99 nos postos pesquisados. Em relação à semana anterior, houve leve redução de 0,1% no preço médio. No período anterior, o litro era vendido, em média, por R$ 7,22. Ao todo, a ANP pesquisou 224 postos em 27 municípios. Considerando a média ponderada, o preço geral no estado ficou em R$ 7,27. As informações são da Agência Sertão. De acordo com a publicação, o maior preço médio foi registrado em Livramento de Nossa Senhora, onde o litro custou R$ 7,97. Em seguida aparecem Brumado (R$ 7,94), Vitória da Conquista (R$ 7,87) e Caetité (R$ 7,69). Na outra ponta, Feira de Santana teve o menor preço médio, de R$ 6,83, com o menor valor individual encontrado no estado: R$ 6,79. Outros municípios com preços mais baixos foram Alagoinhas e Paulo Afonso (R$ 6,84), além de Salvador, onde o litro custou, em média, R$ 7,00. Em Guanambi, o preço médio foi de R$ 7,41. No ranking nacional, a Bahia aparece com o sexto maior preço médio da gasolina comum. O estado tem o combustível mais caro do Nordeste depois de Sergipe. Diesel também registrou queda - O diesel comum teve preço médio de R$ 7,71, queda de 1% em relação à semana anterior. O valor variou entre R$ 7,18 e R$ 8,89 nos 131 postos pesquisados. O diesel S10 também caiu 1%, com média de R$ 7,83. Apesar da redução, os valores seguem acima dos da gasolina comum na média estadual. A Bahia tem o segundo maior preço médio de diesel do país, atrás apenas do Acre.
Gasolina e diesel sobem pela segunda semana seguida no Brasil, diz ANP
Gasolina e diesel sobem pela segunda semana seguida no Brasil, diz ANP
Valor máximo do litro da gasolina vendido na bomba é R$ 7,99; em janeiro do ano passado, valor em média era de R$ 4,483
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O preço da gasolina subiu na semana passada, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O valor médio do litro vendido nos postos do Brasil passou de R$ 6,608, há duas semanas, para R$ 6,664, entre os dias 16 e 22 de janeiro. É um avanço de 0,84%. É a segunda alta semanal seguida, informou a ANP. Segundo a ANP, o valor máximo do litro da gasolina vendido na bomba é R$ 7,99. Em janeiro do ano passado, o litro da gasolina custava em média no Brasil R$ 4,483. De lá para cá, a alta acumulada é de 48,65%. Além da gasolina, o litro do diesel também subiu, passando de R$5,422, há duas semanas, para R$ 5,582, na semana passada. Avanço de 2,95%, segundo a ANP.
Preço da gasolina sobe quase 50% entre janeiro e dezembro
Preço da gasolina sobe quase 50% entre janeiro e dezembro
Dados são da ANP; entre os dias 5 e 11 de dezembro, o litro da gasolina no Brasil custa em média R$ 6,708
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O preço da gasolina acumula alta de 49,6% entre início de janeiro e o fim desta semana, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Entre os dias 5 e 11 de dezembro, o litro da gasolina no Brasil custa em média R$ 6,708 nos postos. Em relação à semana anterior, houve um recuo de 0,5% no preço por litro da gasolina. Pela terceira semana seguida, o preço máximo encontrado no Brasil é de R$ 7,96 por litro - caso do Rio Grande do Sul. Segundo o IBGE, que divulgou nesta sexta-feira (10) o IPCA, a gasolina teve o maior impacto individual sobre o índice novamente, com alta de 7,38% em novembro.
























