Mensagens de Vorcaro apontam jantar com Padilha fora da agenda em 2024
Mensagens de Vorcaro apontam jantar com Padilha fora da agenda em 2024
Mensagens extraídas pela PF do celular de Daniel Vorcaro indicam que cinco pessoas participaram do jantar na casa do então banqueiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mensagens vazadas da Polícia Federal revelam que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou de um jantar em Brasília com o banqueiro Daniel Vorcaro em 23 de outubro de 2024, encontro não registrado na agenda oficial e que contou ainda com o secretário‑executivo Olavo Noleto, um assessor de Padilha e outros convidados. O jantar ocorreu pouco antes da reunião de Vorcaro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e coincidiu com a aquisição de 25% da farmacêutica Biomm pelo banqueiro, empresa que depois firmou parceria com o Ministério da Saúde para fornecimento de insulina.
- As investigações da PF continuam a apurar possíveis ligações entre Vorcaro, membros do governo e a Biomm, enquanto as assessorias de Padilha e Noleto declaram que não houve desdobramentos do encontro. A Anvisa também nega qualquer favorecimento ao presidente da agência e afirma que a Biomm recebeu tratamento igual ao de outras empresas reguladas.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro indicam que o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou de um jantar na casa do então banqueiro, em Brasília, em 23 de outubro de 2024. Na época, Padilha era ministro das Relações Institucionais e o encontro não foi registrado em sua agenda oficial. Segundo as mensagens, também participaram o então secretário-executivo da pasta, Olavo Noleto, um assessor de Padilha, um primo de Vorcaro e o consultor Júlio Cezar. O encontro ocorreu menos de dois meses antes de Vorcaro se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 4 de dezembro, no Palácio do Planalto. As conversas também mostram que Vorcaro já mantinha contato com Noleto e tinha interesse em se aproximar de integrantes do governo. Naquele período, o banqueiro havia adquirido 25% da farmacêutica Biomm, que posteriormente firmou parceria com o Ministério da Saúde para fornecimento de insulina. Em mensagens de dezembro de 2024, o empresário Walfrido dos Mares Guia informou a Vorcaro sobre avanços relacionados à Biomm e citou integrantes da área da Saúde. Procuradas, as assessorias de Padilha e Noleto não detalharam o conteúdo do jantar e afirmaram que não houve desdobramento relacionado ao encontro. A Anvisa também negou relação entre seu atual presidente e Vorcaro e afirmou que a Biomm recebeu tratamento igual ao destinado às demais empresas reguladas. As investigações sobre as relações de Vorcaro com integrantes do governo e outros agentes públicos seguem em andamento.
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
SUS poderá oferecer canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade
Ministério da Saúde avalia oferta de medicamentos como a semaglutida após resultados iniciais de estudo com pacientes da rede pública
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Sistema Único de Saúde (SUS) está avaliando a inclusão de canetas emagrecedoras, como a semaglutida, para pacientes com obesidade grave. A proposta, anunciada pelo Ministério da Saúde, será baseada em evidências científicas e seguirá um protocolo clínico rigoroso para garantir segurança e acompanhamento médico.
- Um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, acompanha 250 pacientes desde junho, apresentando resultados iniciais positivos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca a intenção de ampliar o acesso de forma responsável, enquanto a decisão final dependerá da análise dos dados e da definição de diretrizes, em um contexto de redução de preços desses medicamentos no mercado brasileiro.
Foto: Reprodução
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá passar a oferecer medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras para o tratamento de pacientes com obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, a eventual oferta será definida com base em evidências científicas e deverá seguir um protocolo clínico específico para garantir segurança e acompanhamento médico. A avaliação está relacionada a um estudo conduzido pelo Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, que desde junho acompanha pacientes com obesidade tratados com semaglutida, princípio ativo utilizado em medicamentos da classe. De acordo com o Ministério da Saúde, os resultados iniciais são considerados positivos, mas a pesquisa ainda busca avaliar a segurança, os efeitos do tratamento e os critérios necessários para o acompanhamento dos pacientes. Ao todo, 250 pessoas atendidas pelo SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças serão acompanhadas por médicos especialistas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o objetivo é ampliar o acesso ao tratamento de forma responsável e transformar a medicação em uma opção oferecida pelo SUS. A declaração ocorre em meio à ampliação da oferta de medicamentos para obesidade no mercado brasileiro, que, segundo o ministério, também contribuiu para a redução dos preços nas farmácias. A inclusão desses medicamentos na rede pública ainda depende da avaliação dos resultados do estudo e da definição das diretrizes para utilização no SUS.
SUS pode oferecer injetável contra o HIV ainda em 2026; medicamento será avaliado para incorporação
Ministério da Saúde quer incluir tratamento com aplicação a cada dois meses; objetivo é ampliar a prevenção e facilitar a adesão dos pacientes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que encaminhará à Conitec o pedido para inclusão do cabotegravir, medicamento injetável utilizado como profilaxia pré-exposição (PrEP), no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, que é aplicado a cada dois meses e impede a replicação do vírus HIV, tem como principal vantagem facilitar a adesão ao tratamento preventivo.
- A decisão final sobre a oferta do medicamento caberá ao Ministério da Saúde, que ainda negocia com a farmacêutica GSK o preço do medicamento e a quantidade de doses que serão adquiridas.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá oferecer ainda este ano uma nova forma de prevenção ao HIV. O Ministério da Saúde anunciou que encaminhará à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) o pedido para inclusão do cabotegravir, medicamento injetável utilizado como profilaxia pré-exposição (PrEP). Diferentemente da versão em comprimidos, que precisa ser tomada diariamente, o cabotegravir é aplicado por injeção a cada dois meses. O medicamento impede a replicação do vírus HIV e tem como principal vantagem facilitar a adesão ao tratamento preventivo. Antes de ser incorporado à rede pública, o pedido será analisado pela Conitec, que avaliará critérios como eficácia, segurança e custo-benefício. A decisão final sobre a oferta do medicamento caberá ao Ministério da Saúde. Segundo o ministro Alexandre Padilha, o governo negocia com a farmacêutica GSK o preço do medicamento e a quantidade de doses que serão adquiridas. Ele afirmou que o valor apresentado pela empresa está dentro do esperado para viabilizar a oferta pelo SUS. O ministro também explicou que outra alternativa, o lenacapavir, que oferece proteção por até seis meses, não será incorporada neste momento devido ao alto custo. Segundo Padilha, o preço apresentado pela fabricante inviabiliza a compra pelo sistema público brasileiro. Atualmente, o SUS já disponibiliza gratuitamente a PrEP oral para pessoas com maior risco de exposição ao HIV. Mais de 350 mil brasileiros já utilizaram o tratamento preventivo. Estudos realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que a versão injetável pode aumentar a adesão ao tratamento. Em uma pesquisa com 1,4 mil participantes, 83% preferiram a aplicação em vez dos comprimidos diários, e nenhum dos voluntários que seguiu corretamente o protocolo foi infectado pelo HIV durante o acompanhamento. A expectativa do Ministério da Saúde é que, caso a incorporação seja aprovada, a PrEP injetável amplie o acesso à prevenção e fortaleça as estratégias de combate ao HIV no Brasil.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Data será celebrada em 12 de março, em homenagem à primeira vítima registrada no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, estabelece 12 de março como a data da homenagem, em referência à primeira vítima oficial da doença no país, a técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano. O objetivo principal da medida é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil e incentivar a reflexão sobre os impactos da crise sanitária.
- Durante o evento, Lula criticou a condução da pandemia pelo governo anterior, mencionando a disseminação de desinformação e declarações contrárias às vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação para futuras emergências, além de buscar fortalecer políticas públicas de prevenção e assistência. Padilha também destacou o recente crescimento dos índices de vacinação infantil, que voltaram a superar 90% em diversas campanhas.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. A data escolhida para a homenagem será 12 de março, em referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima da doença registrada oficialmente no país. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. Segundo o governo federal, o objetivo é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil. Durante o evento, Lula voltou a criticar a condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que houve disseminação de desinformação durante o período mais crítico da crise sanitária e citou declarações contrárias às vacinas e ao isolamento social. “Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina”, afirmou Lula durante o discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação do país para futuras emergências sanitárias. Segundo Padilha, o governo também busca ampliar o debate sobre assistência às famílias afetadas pela covid-19 e fortalecer políticas públicas de prevenção. No mês passado, o Ministério da Saúde inaugurou o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde. O espaço homenageia as vítimas da doença e foi reaberto após obras de recuperação. Durante a cerimônia, Padilha também afirmou que os índices de vacinação infantil voltaram a crescer nos últimos anos. De acordo com o ministro, a cobertura vacinal no país ultrapassou 90% em diversas campanhas após queda registrada durante o governo anterior.
























