Mais de 1 tonelada de carne irregular é apreendida em ações da Adab na região de Guanambi
Fiscalizações ocorreram em Candiba e Palmas de Monte Alto29 Abr 2026 / 08h00

oto: Lay Amorim/Brumado Notícias
Em julho de 2011, doze parques do maior complexo de energia eólica da América Latina foram inaugurados e, desde então, estão parados por falta de linhas de transmissão. No total, são 184 torres localizadas em uma área que abrange três municípios da região sudoeste da Bahia, entre os quais a cidade de Caetité. Se estivesse funcionando, a energia gerada nessas torres seria capaz de abastecer 500 mil casas com média de quatro moradores em cada uma ou uma população de mais de dois milhões de habitantes. No Rio Grande do Norte, outros sete parques encontram-se na mesma situação. Segundo a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), responsável pela entrega das conexões, o atraso é atribuído ao processo de licenciamento ambiental, ao processo de anuência de liberação dos órgãos do patrimônio histórico e à questão fundiária. A energia que deveria ser gerada nesses parques eólicos já foi leiloada e, de acordo com o contrato, as distribuidoras têm de pagar mesmo sem receber, como é o caso da Renova Energia, empresa que administra os parques eólicos do sudoeste da Bahia. O prejuízo já passa de R$ 400 milhões e, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no fim quem paga é o consumidor, pois esse valor é considerado custo extra e entra no reajuste da tarifa. Para garantir a geração de energia, o governo decidiu que apenas as usinas próximas as subestações de transmissão poderão participar dos próximos leilões. O assunto foi destaque em matéria veiculada no Bom Dia Brasil, da Rede Globo.
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