Após a Operação Cartão Vermelho, que investiga suposto superfaturamento e pagamento de propina nas obras da Arena Fonte Nova, o ex-governador Jaques Wagner deixou de ser opção do PT à Presidência da República, segundo o Estadão. Diante de um revés atrás do outro, a cúpula petista ainda não sabe o caminho a seguir. De acordo com a publicação, não há acordo no partido sobre o que fazer e a desorientação é geral. Wagner também vinculou a ação da PF às eleições. “É no mínimo de se estranhar. Quando a gente chega no ano eleitoral, efetivamente eu sou citado como plano B, acontece o mesmo que ocorreu com o Fernando Haddad, também tido como plano B e também foi aberto inquérito contra ele (Haddad foi indiciado por caixa 2 na campanha à Prefeitura de São Paulo em 2012)”, disse. O ex-governador baiano já resistia à ideia de substituir Lula na chapa. O seu plano sempre foi o de concorrer ao Senado pela Bahia.
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