Senado vota PEC da Segurança nesta semana; proposta envolve redução da maioridade penal
Texto divide integrantes do PT e prevê mudanças nas regras de responsabilização criminal de adolescentes31 Out 2026 / 07h00
Por: Matheus Morais e Gabriel Nascimento
Foto: Reprodução
O presidente da República, Michel Temer (MDB), voltou a defender a reforma da Previdência em entrevista à Mário Kertész, na manhã desta quarta-feira (31), na Rádio Metrópole. O emedebista afirmou acreditar que a Previdência será votada ainda em fevereiro. "Só tem vantagem para os mais pobres. Eu acho que vamos conseguir votar agora em fevereiro. Portanto, até o mês de março, penso eu, teríamos liquidado a questão da Previdência trazendo um benefício extraordinário para o Brasil", disse. "Me permita dizer, em primeiro lugar, acho que você deve ter muitos aposentados, aposentadas, como ouvintes. Eu quero dirigir a você e a eles uma palavra especialíssima, não estou fazendo isso pelo meu governo. Temos mais um ano pela frente, então, digamos assim, as reformas todas no Brasil não são para o meu governo, são para o futuro", ressaltou. Para Temer, a mudança na Previdência é "bastante suave". "Para evitar corte nas pensões, aposentadorias, como já aconteceu em vários estados brasileiros e estrangeiros. Vou dar uma cifra assustadora, a dívida previdenciária foi de R$ 268 bilhões. Vai ser muito mais. Em um determinado momento não dá para pagar mais. Então, estamos fazendo uma reforma que não atinge os mais pobres. Os trabalhadores rurais, tudo continua como antes. O benefício para os mais pobres, os deficientes, gente que tem interrupção nas contribuições e não consegue atingir o tempo de contribuição", analisou.
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