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Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais27 Abr 2026 / 13h00

Corporação trabalha para descobrir quantas máquinas foram espionadas e quais eram os alvos pretendidos
Por: Juliana Rodrigues
Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil
- A Polícia Federal identificou mais um esquema clandestino de espionagem, durante as apreensões realizadas na investigação da conduta de servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em suposto rastreamento de celulares. Os investigadores encontraram no material recolhido - e sob análise - dispositivos invasivos, que estavam sendo utilizados para invasão em massa de computadores. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (26), pelo jornalista César Tralli, da TV Globo. A ferramenta de invasão por meio de um malware (software que causa danos) acessa todo o conteúdo dos computadores. A ação pode ser acionada através de disparo de um e-mail, por uma mensagem de texto, por WhatsApp web, por exemplo, e por acesso físico ao computador (pen drive), alvo de espionagem. A PF trabalha para descobrir quantas máquinas foram espionadas e quais eram os alvos pretendidos. Na última semana, uma operação da PF trouxe à tona um suposto esquema criminoso de rastreamento de celulares conduzido pela Agência. Mais de 33 mil acessos foram feitos sobre a localização de aparelhos de ministros do Supremo Tribunal Federal, auxiliares, funcionários da corte, servidores públicos, jornalistas, políticos e policiais, entre outros.
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