Lula lidera no 1º turno e empata com Flávio Bolsonaro no 2º, aponta pesquisa BTG/Nexus
Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais27 Abr 2026 / 13h00

Políticos por vezes não perdem oportunidades de dizerem verdades – ou não – uns aos outros nas mais diversas ocasiões e, na segunda noite do Festival de Verão de Salvador o pré-candidato ao governo pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, usou sua oportunidade. Ao encontrar com o adversário Rui Costa no camarote, disse a ele o que pensava sobre o PT. Entre sorrisos.
Geddel revelou que disse de frente para Costa que o governador Jaques Wagner “enfiou goela abaixo” o amigo como candidato e forçou a base a aceitar a indicação do secretário da Casa Civil para o pleito de outubro. “Com a gente [PMDB] é um pouco diferente. Eles têm o chefe, que empurrou o nome goela abaixo. Parece ditadura. Aqui, temos que construir”.
O peemedebista revelou também que a oposição se reunirá nesta sexta-feira (31), mas fez questão de frisar que não há nenhuma intenção de transformar o encontro na consagrada “última reunião” que elegerá enfim o nome do bloco para as eleições. “Temos um coordenador que está observando. Então vamos esperar”, afirmou. Aproveitou também para reforçar que não existe um “plano B” e que o ex-deputado não comenta especulações no que diz respeito a não ficar com a vaga de candidato a governador.
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