Câmara pode votar PEC do fim da escala 6x1 na próxima quinta-feira
Texto deve ser analisado pela comissão especial e pelo plenário no mesmo dia25 Mai 2026 / 09h00

Foto: Reprodução | Facebook PMDB
Por unanimidade, o PMDB decidiu romper com o governo de Dilma Roussef nesta terça-feira (29). O anúncio de que o partido não faz mais parte da base aliada do governo federal foi feito na página do Twitter do PMDB. O vice-presidente Michel Temer e os ministros não participaram da reunião de hoje, comandada pelo senador Romero Jucá (RR), conhecido por propor de forma veloz o encaminhamento de questões quando preside o Senado ou sessões do Congresso Nacional. Mais cedo, o Vice-Presidente do PMDB já havia garantido que o desfecho da reunião, ocorrida às 15h, seria rápido e certeiro. “A partir de hoje, ninguém mais ocupará cargo em nome do PMDB”, disse Jucá. Os seis ministros do partido, assim como membros da sigla que trabalharam para o governo, devem deixar o cargo até o próximo dia 12 de abril. Atualmente, cerca de 600 cargos da máquina pública federal são ocupados por peemedebistas. Na noite de ontem, o então ministro do Turismo Henrique Alves se antecipou ao posicionamento da sigla e pediu demissão. Além da vice-presidência do Executivo e do comando da Câmara e do Senado, o PMDB também controla a maior bancada do Congresso. Sem o apoio do partido, o risco do fim de mandato de Dilma aumenta.
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