Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas29 Abr 2026 / 08h00

Foto: Divulgação
Em delação premiada, Carlos Alexandre de Souza Rocha afirmou ter entregado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio de Janeiro que informou que o montante seria encaminhado ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). O depoimento, homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi dado em julho. Nele, Rocha disse que fazia para Youssef serviço de entrega de dinheiro para políticos. As declarações foram mantidas sob sigilo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) até este mês, quando o relator da Lava Jato na Corte, ministro Teori Zavascki, retirou o segredo da documentação. O comitê da campanha presidencial do tucano em 2014 recebeu R$ 4,5 milhões da UTC em doações declaradas à Justiça. Por meio de nota, a assessoria de imprensa do senador Aécio Neves classificou como “absurda e irresponsável” a citação ao tucano “sem nenhum tipo de comprovação”. De acordo com a assessoria, a citação a Aécio já foi desmentida pela própria UTC, que informou que a acusação não tem fundamento, pelo dono da empresa, Ricardo Pessoa, que não citou Aécio em delação premiada e por Youssef, que disse por meio de advogado que não conhece o senador.
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