Lula lidera no 1º turno e empata com Flávio Bolsonaro no 2º, aponta pesquisa BTG/Nexus
Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais27 Abr 2026 / 13h00

Os vetos presidenciais têm de ser analisados em sessão conjunta com senadores e deputados federais
Foto: Pedro França | Agência Senado
- O Congresso Nacional retoma os trabalhos na quinta-feira (1º) com 15 vetos presidenciais pendentes de votação. Desde a última sessão conjunta, ocorrida em maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) barrou parcialmente quatro projetos de lei aprovados por senadores e deputados federais. Os 15 vetos pendentes de votação trancam a pauta do Congresso Nacional a partir do dia 4 de agosto, o que significa que nenhuma outra pauta pode ser discutida ou votada até que esses vetos sejam resolvidos. Ainda não há sessão conjunta convocada para a deliberação dessas matérias. A última sessão conjunta para análise de vetos do Poder Executivo ocorreu no dia 28 de maio. Na ocasião, os parlamentares derrubaram sete e mantiveram quatro vetos presidenciais. De acordo com a Agência Senado, o veto mais recente (VET 17/2024) trata da Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), sancionada como Lei 14.914, de 2024. O Poder Executivo barrou seis dispositivos do PL 5.395/2023, projeto que deu origem a essa lei. Um deles previa a liberação de recursos do Pnaes para universidades e institutos federais de acordo com o número de estudantes oriundos de escolas públicas. Outro veto pendente é sobre o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). O presidente Lula vetou quatro pontos do projeto que originou essa lei, o PL 914/2024. Entre eles, a possibilidade de veículos e autopeças serem importados a partir de um regime tributário mais favorável em relação ao produto nacional.
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