Lula lidera no 1º turno e empata com Flávio Bolsonaro no 2º, aponta pesquisa BTG/Nexus
Levantamento ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril; margem de erro é de dois pontos percentuais27 Abr 2026 / 13h00

De acordo com o portal UOL, ao todo, 22 repasses foram registrados entre junho e dezembro de 2018 para o advogado Luis Gustavo Botto Maia
Por: Matheus Simoni
Foto: Reprodução | Agência Senado
- A quebra de sigilo bancário do atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) mostrou que duas assessoras repassaram ao advogado do parlamentar um total de R$ 27 mil após seus salários e auxílio-alimentação serem recebidos. As transferências aconteceram na campanha eleitoral de 2018. De acordo com o portal UOL, ao todo, 22 repasses foram registrados entre junho e dezembro de 2018 para o advogado Luis Gustavo Botto Maia , feitos por Alessandra Cristina de Oliveira, com 15 repasses, e Valdenice Meliga, com sete repasses. Ambas foram assessoras de Flávio na Alerj e simultaneamente atuaram como dirigentes do PSL , partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi eleito. As informações mostram que a prática da rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no gabinete de Flávio Bolsonaro enquanto deputado estadual podem ter ido além dos depósitos de Fabrício Queiroz. Em junho, o advogado Botto Maia foi alvo de um mandado de busca e apreensão pela suspeita de participar de uma tentativa de obstruir as investigações sobre o esquema da rachadinha. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), o jurista participou da discussão de um plano de fuga de Queiroz e sua família. No final de 2019, o advogado viajou para a cidade de Astolfo Dutra (MG) para se reunir com a mulher de Queiroz, Márcia, e a mãe do chefe do Escritório do Crime Adriano Magalhães da Nóbrega. O miliciano foi morto em fevereiro deste ano, em confronto com a PM baiana. Já Queiroz cumpre prisão domiciliar.
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