Nunes Marques determina análise de canal ‘Exército do Lula’ após guerra de decisões no TSE
Presidente da Corte Eleitoral pediu que área técnica averigue se há desinformação em canal do WhatsApp com mais de 3,7 milhões de usuários12 Out 2026 / 11h00
Foto: Reprodução
O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci negocia uma proposta de acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pretende trocar informações contra bancos, empresa e o ex-presidente Lula por um ano de prisão domiciliar. O petista está preso desde setembro de 2016 na sede da Polícia Federal de Curitiba. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, Palocci está disposto a revelar detalhes de operações supostamente irregulares cometidas por Lula, um dos donos do BTG Pactual, André Esteves, e o ex-proprietário do Pão de Açúcar, Abílio Diniz. Entre as incorreções estariam vendas de medidas provisórias no Congresso para bancos privados e até uma frustrada manobra de tráfico de influência do ex-ministro para Diniz manter o controle sobre o grupo, adquirido pela francesa Casino em 2013. Palocci também teria se comprometido em explicar o esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), cujos fatos uniriam as investigações das operações Zelotes e Lava Jato. Até o momento, o ex-ministro se reuniu apenas uma vez com os procuradores e teria, incialmente, se mostrado reticente em fazer o acordo. Agora, foi feito o aceno positivo ao firmamento do pacto.
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