Governo vai recuar em mudanças no seguro-desemprego
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Foto: Reprodução
O governo já admite reservadamente que vai ceder às centrais sindicais e rever parte das mudanças nas regras do seguro-desemprego que endureceram o acesso ao benefício trabalhista. A equipe da Presidenta Dilma Rousseff chegou à conclusão de que, sem alterações, a medida provisória que restringiu o benefício não será aprovada no Congresso Nacional. Segundo as medidas anunciadas no final de 2014 pela equipe econômica, a carência subiria de 6 para 18 meses nos últimos 24 meses trabalhados na primeira solicitação do benefício. No segundo pedido, o prazo passou de 6 para 12 meses nos últimos 16 meses trabalhados. Na terceira, foi mantida a carência de seis meses. O Governo calculou que seriam economizados cerca de R$ 18 bilhões. As centrais sindicais consideram que não é suficiente modificar somente a proposta para o primeiro pedido do benefício. Os líderes trabalhadores reivindicam modificações em todas as propostas anunciadas, incluindo o seguro-defeso e na pensão pós-morte.
























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