Varejo da Bahia deve faturar R$ 15,2 bilhões no Dia das Mães
Setores básicos puxam alta, enquanto segmentos dependentes de crédito devem recuar.28 Abr 2026 / 05h42

Um medicamento de marca pode custar até 28 vezes o remédio genérico, segundo pesquisa do Procon de São Paulo. O órgão pesquisou o preço de 60 medicamentos (30 de marca e 30 genéricos) em 15 farmácias da cidade.
Em um estabelecimento da cidade, o medicamento genérico diclofenaco sódico (50 mg, 20 comprimidos) foi encontrado por R$ 0,90, enquanto, em outra farmácia, o Voltaren, marca com a mesma substância, foi encontrado por R$ 24,90.
Nesse caso, o Voltaren custa 28 vezes o genérico. A diferença entre um preço e outro é de 2.667%.
Na média, a diferença de preços entre genéricos e medicamentos é de 52,92% na capital paulista, segundo o Procon-SP.
No interior, diferença passa de 60%
O Procon também pesquisou os preços dos remédios em nove cidades do interior do Estado: Bauru, Caçapava, Campinas, Jundiaí, Marília, Santos, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté.
A maior variação média de preços entre medicamentos genéricos e de referência apontada pela pesquisa foi encontrada em São José dos Campos (60,23%).
A menor variação foi registrada em Jundiaí, onde os preços de remédios genéricos e de marca tiveram diferença de 46,42%, em média.
Itens da mesma categoria, porém, também têm diferenças grandes de preços, segundo o levantamento.
Considerando-se só medicamentos de referência, encontrou-se uma diferença de até 419% em Campinas. Essa foi a variação de preço do medicamento Cozaar (losartana potássica), da Merck Sharp (50mg, 30 comprimidos). Em um estabelecimento, a caixa do remédio era vendida a R$ 43,78; em outro, a R$ 8,44.
Outro exemplo foi de um medicamento genérico encontrado em Sorocaba, com diferença de preço de 719%. O diclofenaco sódico (50mg, 20 comprimidos) foi encontrado por R$ 11,38 e por R$ 1,39.
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