Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BA‑156, em Caetité
Vítima entrou repentinamente na pista, segundo informações iniciais27 Abr 2026 / 22h20

Foto: Reprodução/Greenpeace
Uma força-tarefa composta por órgãos federais e estaduais de saúde será montada para investigar e analisar os riscos de contaminação da água por urânio nos municípios de Caetité e Lagoa Real, no Sudoeste do estado. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que procurou a superintendência do órgão na Bahia para tomar atitudes em relação ao consumo de água radioativa. O trabalho também deverá ter o apoio da Secretaria de Vigilância Ambiental do Ministério da Saúde. O objetivo é auxiliar o órgão estadual de vigilância na determinação dos reais riscos à saúde da população. No sábado, o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinaram a suspensão do consumo da água dos poços da região onde foi constatada contaminação por urânio. A ministra Izabella Teixeira determinou apuração do caso após reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo. O periódico teve acesso a laudos que comprovam que a empresa Indústrias Nucleares do Brasil (INB), responsável pela extração e produção de urânio na região, realizou duas inspeções em poços e encontrou água contaminada com índices do metal pesado mais de quatro vezes superiores ao limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, apesar de ter feito coleta de água em outubro e em março, a INB só comunicou à prefeitura de Lagoa Real em maio. A INB poderá ser multada por omitir a informação. Representantes das duas prefeituras não foram encontrados para comentar o caso. As informações são do Correio da Bahia.
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