Carreta Bom Te Ver chega a Caetité com consultas e exames oftalmológicos gratuitos
Atendimentos vão de 15 a 30 de junho e incluem avaliação completa da visão; moradores devem buscar encaminhamento nas unidades de saúde12 Jun 2026 / 11h00

Muitos colocam em pauta as diferenças de custo entre os modelos presencial e a distância, amplamente adotado devido à pandemia do novo coronavírus.
Por: Marcos Oliveira & Willian Silva
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Escolas particulares de Caetité adotaram após a suspensão das aulas, atividades via internet como alternativa para evitar que todo o semestre ou ano letivo seja perdido por causa da pandemia de coronavírus. Apesar de muitos estudantes relatarem uma boa adaptação ao novo método de ensino, a manutenção do preço das mensalidades preocupa muitos pais que tiveram perdas ou redução de salário. Com esse quadro, o Ministério Público do Estado da Bahia (MP/BA) recomendou a todas as Escolas particulares em Caetité e Lagoa Real realizassem revisões e renegociasse contratos de ensino infantil, médio e fundamental. Em Caetité, os colégios reajustaram seus contratos, observando esse cenário de redução financeira para que, tanto a escola quanto os pais possam quitar seus débitos. Porém, relatos enviados por pais de alunos à redação do Sudoeste Bahia, dão conta que o Colégio da Cooperativa Educacional de Caetité (Coopec), por sua vez, não tem seguido o que recomenda o MP e manteve a cobrança integral da mensalidade. Muitos colocam em pauta as diferenças de custo entre os modelos presencial e a distância, amplamente adotado devido à pandemia do novo coronavírus. “É um total desrespeito. As escolas particulares da cidade procuraram os pais e revisaram seus contratos. Não entendo o porquê a Coopec, que é instituição que não visa lucro, não fez o mesmo. O pior é que existe uma intransigência em qualquer tipo de acordo que venha a possibilitar redução no valor do contrato. Uma total falta de respeito com a gente. Muita falta de sensibilidade”, relatou um pai de aluno à reportagem. O outro lado: O SB entrou em contato com a direção da Coopec que em nota disse que sobre possíveis descontos durante o período de suspensão das aulas presenciais, “tem buscado soluções, mas alguns pontos relevantes dificultam tal decisão, tais como: o equilíbrio econômico-financeiro do contrato, pois, como já mencionado acima, os contratos serão cumpridos, determinando assim a manutenção de todos os custos/despesas previstos no início do ano; a condição de entidade sem fins lucrativos, que como tal não tem lastro” financeiro, ou percentual de lucro, capaz de suportar uma redução na sua receita; a composição das despesas, tendo quase a totalidade de seus pagamentos comprometidos com os salários de professores e funcionários, cuja a redução dos valores são ilegais.” Leia a nota na íntegra.
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