Prefeitura de Caculé decide terceirizar organização do São João 2026
Empresa ficará responsável pela estrutura e exploração comercial da festa08 Abr 2026 / 20h00

Ministério Público Federal alega direcionamento de certames para beneficiar empresas de fachada
Foto: Valter Pontes | Secom
- O Ministério Público Federal (MPF) move uma ação contra o ex-prefeito de Caculé, Luciano Ribeiro (União Brasil), por suposta fraude na contratação de empresas para o serviço de transporte escolar na cidade. Luciano Ribeiro, que governou Caculé de 2005 a 2012 e atualmente é suplente de deputado estadual, é acusado de direcionar licitações em 2010 e 2012 para favorecer o empresário José Adriano Almeida Santana, por meio da Cooperativa de Transportes de Caculé e Região (Coocalt) e da Santana Brito Transportes Ltda, empresas consideradas de fachada. Segundo a denúncia do MPF, as empresas, criadas poucos meses antes das contratações, não realizaram efetivamente o serviço de transporte escolar, sendo apenas intermediárias na subcontratação de motoristas profissionais pela prefeitura. Além de Luciano Ribeiro, também são réus no processo os pregoeiros Jackelline Rosa Pessoa e Hélder Pereira Prates. Em sua defesa, Luciano Ribeiro minimizou as acusações, afirmando que se tratam de ações políticas de vereadores opositores. Ele alega que outros órgãos, como a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério da Educação, não encontraram irregularidades em sua gestão. A ação movida pelo MPF está em curso para apurar as acusações de fraude de licitação na contratação do serviço de transporte escolar em Caculé.
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