Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Foto: Ricardo Moraes / Reuters
O governo federal e os Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo vão entrar na próxima segunda-feira (30), com uma ação civil pública contra a Samarco e suas controladoras, Vale e BHP para cobrar R$ 20 bilhões pelo rompimento da barragem em Mariana (MG). O anúncio da medida foi feito nesta sexta-feira (27). De acordo com o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, o objetivo é que a Justiça determine a criação de um fundo de para a reparação dos danos causados. Ainda segundo Adams as empresas devem propor ao juiz um plano para a criação e gestão desse fundo para que, nos próximos dez anos, a União consiga atingir pelo menos quatro objetivos: contenção de danos, minimização de danos, revitalização da Bacia do rio Doce e indenização das vítimas. O pagamento não vai ser feito todo de uma vez, mas sim com base no faturamento ou no lucro das três empresas. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, voltou a afirmar que a recuperação ambiental das regiões atingidas deve levar, no mínimo, uma década. Ela fez questão de ressaltar que o episódio não é um desastre natural, e que, portanto, as empresas responsáveis têm de pagar pelo que aconteceu.
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