Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Foto: Geraldo Bubniak
Os presidentes da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, e outros seis investigados na Operação Lava Jato, foram transferidos da carceragem da Polícia Federal para o Complexo Médico Penal do Paraná, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba na manhã deste sábado (25). Os oito acusados estão presos desde o dia 19 de junho. O grupo foi transportado em uma van, acompanhada por escolta policial responsável por garantir a integridade dos presos. A transferência foi pedida pelo delegado da PF Igor Romário de Paula e autorizada pelo juiz Sergio Moro na última sexta-feira. Ao pedir a transferência dos acusados, na quarta-feira, a PF informou a Moro que a medida era necessária devido à falta espaço na carceragem da Superintendência da PF na capital paranaense. Os presos da Lava-Jato deverão ficar separados dos presos comuns que cumprem pena no Complexo Médico Penal, administrado pela Segurança Pública do Paraná, por “motivos de segurança”, de acordo com o juiz Moro. No despacho, o juiz escreveu que, apesar das “relativas boas condições” da carceragem da PF, a unidade “não comporta, por seu espaço reduzido, a manutenção de número significativo de presos.”
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