Infecção grave e alta mortalidade: o que a bactéria encontrada em produtos Ypê pode causar
Anvisa proibiu fabricação e determinou recolhimento de 24 itens após identificar contaminação07 Mai 2026 / 19h00

Por: Daniel Brito
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
Nomeação de especialistas e participações em decretos e projetos estão entre os problemas enfrentados pelo ministro
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, coleciona, em dois meses no cargo, derrotas e recuos, obrigados a serem feitos publicamente após ordens do presidente Jair Bolsonaro. É o que aponta um levantamento feito e divulgado hoje (1°) pelo jornal Folha de São Paulo. A mudança mais recente ocorreu ontem (28), quando o ministro precisou voltou atrás na nomeação da especialista em segurança pública Ilona Szabó, indicada para ser suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, do Departamento (CNPCP). Ela já havia se posicionado contrariamente à candidatura de Bolsonaro e, além disso, divergia do governo em temas como armamento e política de drogas. Antes disso, as mudanças forçadas já aconteciam. Segundo a publicação, em janeiro, Moro tentou, nos bastidores, se desvincular da autoria do decreto que flexibilizou a posse de armas ao afirmar que estava apenas cumprindo ordens do presidente. Sua sugestão de limitar o registro a duas armas por pessoa foi ignorada, e o número ficou em quatro. Outro revés sofrido por Moro em decorrência de ordens do Planalto foi na proposta de criminalização do caixa dois, elaborada por ele, que vai tramitar separadamente do restante da PL anticrime.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Comentar notícia
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Sudoeste Bahia. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. Nossa equipe poderá retirar, sem prévia notificação, comentários que não respeitem os critérios impostos neste aviso.