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Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril29 Abr 2026 / 09h00

Ação ocorreu em seis estados; polícia apreendeu aeronave, veículos de luxo e bloqueou milhões em contas ligadas ao grupo
Foto: Ascom | PCBA
Um grupo criminoso especializado em furtos interestaduais a joalherias foi desarticulado na manhã desta quarta-feira (1º), durante a operação “Diamante de Sangue”, coordenada pela Polícia Civil da Bahia. Ao todo, dez pessoas foram presas em ações simultâneas nos municípios de Aracaju (SE), Goiânia (GO), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Salvador (BA). Durante a operação, foram apreendidos bens de alto valor, incluindo veículos de luxo, uma moto aquática e uma aeronave, além de R$ 9 mil em espécie.As investigações, conduzidas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais ao longo de cerca de um ano, apontam que os bens eram utilizados para ocultar e movimentar recursos obtidos por meio das atividades ilícitas.Entre os itens apreendidos estão uma Toyota SW4, uma Volkswagen Amarok, uma moto aquática avaliada em cerca de R$ 200 mil — localizada em Aracaju — e uma aeronave, encontrada no estado de Roraima. Segundo a polícia, o avião era utilizado tanto no apoio logístico ao transporte de drogas do tráfico internacional quanto no deslocamento de integrantes do grupo entre estados.De acordo com as apurações, a organização criminosa possuía estrutura hierarquizada e divisão de tarefas, atuando desde a execução de furtos em centros comerciais até a prática de golpes eletrônicos e lavagem de dinheiro. Ao todo, 55 contas bancárias ligadas aos investigados foram bloqueadas, somando aproximadamente R$ 13 milhões, valor associado a operações de lavagem de capitais.Além dos furtos a joalherias, o grupo também é investigado por crimes como estelionato, falsificação de moeda, uso de dados pessoais de terceiros para fraudes bancárias e envolvimento com o tráfico internacional de drogas. A operação contou ainda com a participação da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, com suporte do Laboratório de Lavagem de Dinheiro (LAB-LD/PCBA) e do Núcleo de Inteligência do DEIC. Também houve apoio das Polícias Civis de Sergipe, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Roraima, além da Polícia Rodoviária Federal.
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