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Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril29 Abr 2026 / 09h00

De acordo com o órgão, desde 2014 funcionários denunciam casos de assédio na empresa
Foto: Acervo Sudoeste Bahia
Após denúncias de assédio moral organizacional, o Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA), nesta terça-feira (31), comunicou que processou os Correios. Atualmente, a ação civil pública tramita na 16ª Vara do Trabalho de Salvador, com amplitude nacional. De acordo com o MPT-BA, desde 2014 casos de abuso de poder disciplinar são denunciados por funcionários. No entanto, uma ação judicial foi oficialmente por parte do órgão foi apresentada apenas em 2020. Entre os relatos, foram expostos altos índices de adoecimentos e afastamentos previdenciários, assim como a criação de um local de trabalho marcado por diversos conflitos entre colaboradores, principalmente por parte de cargos mais altos. O chefe do setor judiciário foi acusado de praticar condutas assediadoras, perseguir colegas, dividir de forma desigual o trabalho e pressionar excessivamente os demais funcionários. O procurador responsável pelo caso, Ilan Fonseca, com o intuito de entrar em um acordo entre a empresa e os trabalhadores, pediu a ajuda de instituições como a Associação dos Procuradores dos Correios (APECT), o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), o Centro De Referencia Em Saude Do Trabalhador (Cerest) Salvador e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Enretanto, o conflito ainda não foi resolvido. Até o momento, nenhum posicionamento oficial foi emitido pelos Correios, mas a empresa afirma que em breve se manifestará em juízo a respeito da ação civil pública.
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