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Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril29 Abr 2026 / 09h00

Período seguiu a tendência de redução já registrada em outubro, mas há crescimento de 3,8% no acumulado de janeiro a novembro
Foto: Reprodução | Polícia Civil
- O mês de novembro de 2021 apresentou o menor número de mortes violentas no ano, na Bahia, além da redução de 18,3% em relação ao mesmo período do ano passado. São 407 casos contabilizados, contra 498 no ano passado, o que representa a preservação de 91 vidas. No entanto, ainda há um crescimento de 3,8% se for analisado o período de janeiro a novembro, quando ocorreram 5.154 mortes violentas contra 4.964 no mesmo período de 2020, ou seja, 190 vidas perdidas a mais em 2021. Os dados oficiais mostram a diminuição nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) no estado desde o mês de outubro, que também apresentou queda, passando de 522 casos em 2020 para 462 este ano, uma redução de 22%. A capital também segue a mesma tendência, com reduções sucessivas em outubro (-15%) e novembro (-28,5%), que saiu de 123 registros para 88.Também houve declínio das mortes na Região Metropolitana, que foi de 60 para 46 CVLIs - redução de 23,3% - , e no interior, que teve 42 casos a menos, representando uma queda de 13%. “É um esforço conjunto e contínuo. Este não foi um ano fácil para nenhum setor e o da segurança pública foi um dos mais difíceis, afinal, o aumento do desemprego, da desigualdade e da miséria refletem diretamente no crescimento da violência", afirmou o secretário da SSP, Ricardo Mandarino. "Estamos trabalhando muito e já notamos a mudança nesse quadro", completa. Disse ainda que o combate intenso ao tráfico de drogas continua a principal ação das polícias e destacou a grande quantidade de armas e drogas retiradas das ruas no último ano. “São números recordes que demonstram a grande produtividade das polícias Militar e Civil e de toda a equipe da SSP”, continuou. Até o mês de novembro, o trabalho conjunto das polícias resultou na apreensão de 15 toneladas de drogas, entre maconha, cocaína e crack, além de 1,2 milhão de pés de maconha que quando renderiam mais 400 toneladas da droga.
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