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Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril29 Abr 2026 / 09h00

O agente Yado da França Souza Avelar estava internado no Hospital Geral do Estado desde o dia 4 de fevereiro
Foto: Reprodução
- A morte do policial civil Yago da França Souza Avelar foi confirmada na manhã desta quinta-feira (17). O agente, vítima de um acidente que matou outros dois policiais no município de Seabra, na Chapada Diamantina, estava internado no Hospital Geral do Estado (HGE) desde o último dia 4 de fevereiro. A morte de Yago chegou a ser divulgada pela própria Polícia Civil, que, dias depois, voltou atrás e informou que ainda havia a necessidade de exames. De acordo com o portal g1, a confirmação nesta quinta-feira foi feita pela família do policial, que não deu detalhes acerca do sepultamento da vítima. Assim como as outras duas vítimas, França era lotado na 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Seabra). A viatura onde os policiais estavam teve o eixo traseiro e a roda dianteira arrancada com o impacto da colisão. O veículo seguia de Ipirá para Salvador quando capotou. Os agentes transportavam quatro presos para a sede do Serviço de Polícia Interestadual (Polinter). Prisão no hospital - Na terça-feira (9), a Polícia Civil informou que um falso médico foi preso no HGE enquanto tentava ter acesso às informações sobre o estado de saúde do agente Yago. De acordo com a polícia, o homem estava vestido de jaleco e usava um estetoscópio. Dessa forma, ele teve acesso à UTI onde o policial está internado e passou a fornecer informações a familiares sobre o quadro de saúde do investigador. O falso médico também divulgou áudios dando informações falsas sobre o estado de saúde do policial. Uma familiar do policial, que é médica, desconfiou de algumas declarações do falsário, e policiais civis de Seabra, que estavam no hospital, abordaram o homem. "Ele portava apenas uma cédula de identidade da Argentina e não apresentou nenhum tipo de documento que o habilitasse para o exercício da medicina. O falso médico foi apresentado na 1ª Delegacia Territorial (DT/Barris), onde foi autuado em flagrante por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica. A Delegacia instaurou inquérito e vai apurar também o acesso ao HGE", disse a PC.
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