Fux suspende decisão de Dino sobre fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro
Ministro restabeleceu determinação do TSE cassada pelo colega no domingo, 27. X, Meta, TikTok e Google têm 24 horas para cumprir a nova decisão
Por: Redação
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- O ministro Luiz Fux, do STF, suspendeu nesta segunda‑feira a decisão do ministro Flávio Dino que havia derrubado a ordem do TSE para remover publicações contendo a falsa informação de que Flávio Bolsonaro pretende retirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
- Fux restabeleceu as publicações retiradas e deu 24 horas para que plataformas como X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova determinação, ressaltando que a medida é provisória e visa evitar efeitos conflitantes antes do julgamento definitivo no plenário da Corte, em meio à proximidade das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. Ainda segundo Fux, a medida é provisória e não encerra a discussão de mérito. Para ele, a suspensão é necessária diante da proximidade das eleições e do risco de que decisões sucessivas sobre o mesmo conteúdo produzam efeitos antes da análise definitiva do caso pelo colegiado. A decisão vem após recurso apresentado pelo candidato à Presidência da República pelo PL. Além de solicitar a suspensão dos efeitos da medida tomada por Dino no último domingo, 27, Flávio pediu para o caso ser submetido ao plenário da Corte. Dino justificou a cassação alegando que, com ela, “ficam preservadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos que defendem a manutenção da lei que transformou Nossa Senhora de Aparecida em ‘Padroeira do Brasil’”.
Usuários relatam bloqueios em massa no WhatsApp; empresa reconhece possíveis erros
Meta afirma que bloqueios fazem parte de ações de segurança, mas admite que erros podem ocorrer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Centenas de usuários do WhatsApp enfrentaram o bloqueio inesperado de suas contas nesta segunda-feira (3), gerando uma onda de reclamações em redes sociais como o X e o Threads. Ao tentarem acessar o aplicativo, as pessoas afetadas se depararam com avisos de descumprimento dos termos de uso, sendo orientadas a solicitar uma análise de revisão que costuma ser concluída em até 24 horas pela equipe de suporte da plataforma.
- Em resposta ao ocorrido, a Meta esclareceu que adota essas medidas rígidas de segurança para combater o uso indevido e proteger os usuários, admitindo, no entanto, a possibilidade de falhas no processo automático de suspensão. O portal Metrópoles apontou que as suspensões repentinas estão atreladas a novas diretrizes de proteção, enquanto os usuários afetados ainda aguardam o restabelecimento de seus perfis e o acesso às suas conversas.
Foto: Reprodução
Centenas de usuários do WhatsApp relataram nesta segunda-feira (3) que tiveram suas contas bloqueadas sem motivo aparente. As reclamações se espalharam pelas redes sociais, principalmente no X e no Threads, onde pessoas em português e espanhol afirmaram que perderam o acesso ao aplicativo de forma inesperada. Ao tentar entrar no WhatsApp, os usuários encontraram uma mensagem informando que a conta não podia mais utilizar o serviço por possível descumprimento dos termos de uso. O aplicativo também oferece a opção de solicitar uma revisão, informando que a maioria das análises é concluída em até 24 horas. Em nota, a Meta informou que realiza bloqueios para combater o uso indevido da plataforma e proteger os usuários. A empresa reconheceu, porém, que erros podem acontecer e afirmou que busca corrigir essas situações o mais rápido possível para restabelecer o acesso às contas afetadas. Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, os bloqueios estariam relacionados a medidas de segurança adotadas pela plataforma. Enquanto aguardam a análise dos pedidos de revisão, usuários continuam relatando nas redes sociais que ficaram sem acesso às conversas e aos serviços do aplicativo.
























