Menino de 12 anos é agredido e abandonado pelo padrasto em Guanambi
Menino de 12 anos é agredido e abandonado pelo padrasto em Guanambi
Garoto relatou ter sido agredido pelo companheiro da mãe; suspeito fugiu antes da chegada da Polícia Militar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Um menino de 12 anos foi vítima de agressão física na madrugada deste sábado (6) no bairro Beija-Flor, em Guanambi, sudoeste da Bahia. A Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados após denúncia de violência doméstica, onde o adolescente teria sido agredido pelo companheiro de sua mãe. Ao chegar ao local, as autoridades encontraram o garoto sozinho, enquanto o agressor havia fugido e a mãe estava desaparecida.
- Diante da situação de vulnerabilidade, o Conselho Tutelar acolheu o menor, que foi entregue provisoriamente aos cuidados da avó de 63 anos. Apesar das buscas e rondas realizadas pela PM na região, o suspeito e a mãe do adolescente não foram localizados até o encerramento da ocorrência. O caso será acompanhado pelos órgãos competentes para apurar as circunstâncias da agressão, responsabilizar os envolvidos e definir as medidas protetivas cabíveis.
Foto: Flávia Vieira | Ascom SSP
Um menino de 12 anos foi vítima de agressão física durante a madrugada deste sábado (6), no bairro Beija-Flor, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e do Conselho Tutelar após uma denúncia de violência doméstica envolvendo uma criança. De acordo com informações apuradas no local, a Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) por volta das 2h30 para prestar apoio aos conselheiros tutelares. A denúncia apontava que o adolescente havia sido agredido pelo companheiro de sua mãe dentro da residência onde morava. Ao chegarem ao endereço, policiais do 17º Batalhão da Polícia Militar encontraram o garoto sem a companhia de qualquer responsável. Segundo relato da vítima, o agressor havia fugido antes da chegada da guarnição após desferir tapas em seu rosto. Durante o atendimento, o adolescente informou que também não sabia onde sua mãe estava. A ausência dos responsáveis aumentou a preocupação das autoridades diante da situação de vulnerabilidade em que a criança se encontrava. Com o objetivo de garantir a proteção imediata do menor, o Conselho Tutelar adotou as primeiras medidas de acolhimento. O garoto foi entregue provisoriamente aos cuidados da avó, uma idosa de 63 anos, que passou a responder pela assistência ao neto até a definição das providências legais. Após o atendimento da ocorrência, policiais realizaram buscas e rondas em diferentes pontos do bairro Beija-Flor para tentar localizar o suspeito e também a mãe do adolescente. No entanto, até o encerramento da ocorrência, nenhum dos dois havia sido encontrado. O caso será acompanhado pelo Conselho Tutelar e pelos órgãos responsáveis pela proteção da criança e do adolescente. As circunstâncias da agressão e a eventual responsabilização dos envolvidos deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. A investigação também buscará esclarecer as condições em que o menor foi deixado sozinho e verificar a necessidade de aplicação de medidas protetivas previstas na legislação.























