Cachorrinha morre após ser atingida por tiro em Brumado
Cachorrinha morre após ser atingida por tiro em Brumado
Animal foi encontrado ferido dentro da propriedade da família; moradores suspeitam que disparo tenha sido feito por um caçador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma cachorrinha foi atingida por um disparo de arma de fogo na zona rural de Brumado, Bahia. O animal morreu gravemente ferido em sua própria propriedade, levantando suspeitas de que o disparo tenha sido efetuado por uma pessoa que praticava caça ilegal.
- As autoridades competentes estão investigando o caso e reaberto o debate sobre crimes de maus-tratos contra animais, tendo em vista a legislação brasileira que prevê pena de reclusão e multa para casos de violência praticados contra cães e gatos.
Foto Ilustrativa
A morte de uma cachorrinha na comunidade de Queimada Grande, região do Fundão, zona rural de Brumado, causou comoção entre moradores e familiares. O animal, descrito pelos tutores como dócil e muito querido, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo na madrugada desta segunda-feira (22). Segundo relatos da família, a principal suspeita é de que o tiro tenha sido efetuado por uma pessoa que praticava caça ilegal na região. No entanto, as circunstâncias do caso e a autoria do disparo ainda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. A cachorrinha vivia dentro da propriedade da família e costumava permanecer nas proximidades da residência. Ela foi encontrada gravemente ferida após o disparo e não resistiu aos ferimentos antes de receber atendimento. Abalados com a perda do animal, os tutores lamentaram o ocorrido e cobraram esclarecimentos sobre o caso. O episódio também gerou preocupação entre moradores da localidade, que relatam receio com a presença de pessoas armadas circulando por propriedades rurais sem autorização. Além da comoção provocada pela morte da cachorrinha, o caso reacendeu o debate sobre crimes de maus-tratos contra animais. A legislação brasileira prevê pena de reclusão e multa para casos de violência praticados contra cães e gatos. Qualquer informação que possa ajudar na identificação do responsável pelo disparo pode ser repassada às autoridades policiais ou por meio do Disque Denúncia, através do telefone 181. O sigilo do denunciante é garantido.
Projeto prevê que condenados por crimes a animais não assumam cargos públicos
Projeto prevê que condenados por crimes a animais não assumam cargos públicos
Proposta apresentada na Assembleia Legislativa impede a nomeação de condenados por crimes contra animais para funções públicas estaduais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A deputada estadual Ludmilla Fiscina (PSD) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) o Projeto de Lei nº 26.315/2026, que visa proibir a nomeação e contratação de pessoas condenadas por crimes de maus-tratos a animais para cargos, empregos e funções públicas no estado. A iniciativa busca reforçar o combate à violência contra os animais e ampliar a responsabilização dos infratores, complementando as penalidades já existentes na legislação ambiental brasileira.
- Ao justificar a proposta, a parlamentar citou estudos que correlacionam a crueldade contra animais com outros tipos de violência, incluindo casos de violência doméstica e abuso infantil. Ludmilla Fiscina enfatizou que os atos de maus-tratos não podem ser banalizados. O projeto agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALBA antes de ser votado em plenário e, caso aprovado, integrará os critérios de acesso ao serviço público baiano.
Foto: Reprodução
A deputada estadual Ludmilla Fiscina (PSD) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) um projeto de lei que pretende impedir a nomeação e contratação de pessoas condenadas por crimes de maus-tratos a animais para cargos, empregos e funções públicas no estado. A proposta, registrada como Projeto de Lei nº 26.315/2026, estabelece que indivíduos condenados por esse tipo de crime fiquem impedidos de assumir funções na administração pública estadual, além das penalidades já previstas na legislação ambiental brasileira. Segundo o texto, a medida busca reforçar o combate à violência contra os animais e ampliar os mecanismos de responsabilização dos infratores. Atualmente, a Lei de Crimes Ambientais tipifica como crime a prática de maus-tratos, ferimentos ou mutilação de animais. Ao justificar a iniciativa, a parlamentar destacou estudos que apontam uma possível relação entre a crueldade contra animais e outros tipos de violência. Dados citados pela deputada indicam que uma parcela significativa dos autores de maus-tratos também está envolvida em crimes contra pessoas, incluindo casos de violência doméstica e abuso infantil. “Não podemos admitir que os maus-tratos contra os animais sejam tratados com banalidade ou que seus autores permaneçam sem consequências compatíveis com a gravidade dos atos praticados”, afirmou Ludmilla Fiscina. O projeto ainda passará pela análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALBA antes de seguir para votação em plenário. Caso seja aprovado pelos deputados e sancionado pelo governo estadual, a medida passará a integrar os critérios de acesso a cargos e funções públicas na Bahia.























