STF determina início das penas no caso Marielle Franco
STF determina início das penas no caso Marielle Franco
Ministro considerou recursos protelatórios e determinou o cumprimento imediato das condenações dos envolvidos no assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou o início do cumprimento das penas de cinco pessoas condenadas pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão de Alexandre de Moraes foi tomada após o trânsito em julgado da ação penal, encerrando as possibilidades de novos recursos.
- A investigação concluiu que o assassinato foi motivado por interesses econômicos e disputas territoriais na Zona Oeste do Rio de Janeiro, contra os interesses do grupo criminoso responsável.
Foto: Divulgação | PSOL
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início imediato do cumprimento das penas dos cinco condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão foi tomada após o magistrado declarar o trânsito em julgado da ação penal, encerrando as possibilidades de novos recursos contra as condenações. Na decisão, Moraes afirmou que os últimos embargos apresentados pelas defesas tinham caráter meramente protelatório, com o objetivo de adiar a execução das penas impostas pelo Supremo. Entre os condenados estão os irmãos Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, apontados como os mandantes do crime. Ambos receberam pena de 76 anos e três meses de prisão. Também foram condenados o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, sentenciado a 18 anos de prisão; o ex-policial militar Ronald Paulo Alves Pereira, condenado a 56 anos; e Robson Calixto Fonseca, que recebeu pena de nove anos de reclusão. Os condenados iniciarão o cumprimento das penas em regime fechado. A única exceção é Chiquinho Brazão, que permanecerá em prisão domiciliar humanitária por 90 dias devido ao seu estado de saúde. Segundo a defesa, ele sofre de doença arterial coronariana crônica, diabetes tipo 2, nefropatia e hipertensão. Durante esse período, deverá usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas restritivas impostas pela Justiça. De acordo com a denúncia acolhida pelo STF, o assassinato de Marielle Franco foi motivado por interesses econômicos e disputas territoriais na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A investigação concluiu que a atuação da vereadora contra a regularização de áreas ocupadas ilegalmente contrariava os interesses do grupo criminoso responsável pela execução do crime, ocorrido em março de 2018.
Polícia conclui que ex-namorado matou vereadora e tentou simular suicídio dela
Polícia conclui que ex-namorado matou vereadora e tentou simular suicídio dela
Os laudos apontam ele deu um golpe "mata-leão" na namorada e depois a colocou pendurada em uma corda
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O namorado da presidente da Câmara Municipal de Juazeiro do Norte (CE), Yanny Brena Alencar, matou a vereadora e tentou forjar que ela havia cometido um suicídio, segundo apontou a Perícia Forense do Ceará (Pefoce). Rickson Lívio Pinto e Yanny Brenda Alencar foram encontrados mortos em casa, no dia 3 de março. No início da investigação, exames feitos nos corpos já haviam indicado que o motivo da morte de Yanny havia sido asfixia. Após conclusão da perícia, a polícia apontou que ele deu um golpe "mata-leão" na vereadora e depois a colocou pendurada em uma corda ainda viva. Em seguida, Rickson se suicidou. Os corpos foram encontrados enforcados lado a lado e com as mãos dadas. O objetivo era forjar um duplo suicídio. Os laudos apontam ainda que houve agressão. A perícia inicial apontou que ela tinha ferimentos no pescoço, no abdômen e unhas quebradas. De acordo com o delegado geral da Polícia Civil do Ceará, Márcio Gutiérrez, a vereadora foi morta porque o namorado não aceitava o fim do relacionamento. "A motivação, a Polícia Civil concluiu que era o fato que o Rickson não queria terminar. A Yanny já havia colocado um fim no relacionamento. Ele estava muito resistente, não queria aceitar o término da relação", disse em entrevista à TV Verdes Mares Cariri.
Vereadora e namorado morreram asfixiados, aponta laudo
Vereadora e namorado morreram asfixiados, aponta laudo
A perícia indicou ainda que a vereadora tinha ferimentos no pescoço, no abdômen e unhas quebradas
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Foto: Reprodução
- O laudo cadavérico indicou que Yanny Brena (PL), presidente da Câmara Municipal de Juazeiro do Norte (CE), e seu namorado, o empresário Rickson Pinto, morreram por asfixia. A perícia, concluída nessa segunda-feira (6), apontou ainda que a vereadora tinha ferimentos no pescoço, no abdômen e ainda teve unhas quebradas. Yanny e Rickson foram encontrados mortos na última sexta-feira (3). A principal linha de investigação do caso é a ocorrência de feminicídio seguido de suicídio. O laudo se soma a mais uma das evidências que estão no inquérito policial conduzido pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Juazeiro do Norte. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), até o momento cerca de 20 pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil. "A SSPDS reforça que a Polícia Civil aguarda receber outros laudos solicitados à Pefoce sobre o local de crime e de imagens de câmeras de segurança, além do laudo de pesquisa de substâncias em amostras de sangue e urina", afirma nota da pasta.
Vereadora baiana é vítima de tentativa de homicídio
Vereadora baiana é vítima de tentativa de homicídio
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | TV Santa Cruz
- Na manhã de ontem (05), a vereadora da cidade de Itapebi, no sul da Bahia, Veronice Romana, foi vítima de uma tentativa de homicídio, na frente de sua residência, quando chegava de uma caminhada. Conforme informações do site G1, Veronice descreveu que percebeu a presença de dois homens a bordo de um carro, sendo que um deles estava armado. De acordo com a vereadora, um homem tentou atirar, mas, por sorte, nenhuma bala foi disparada, apesar do indivíduo ter puxado o gatilho duas vezes, contou a vereadora. Ainda segundo Romana, ela alega que desde quando tomou posse, vem sendo perseguida, portanto, a parlamentar acredita que o fato tenha motivação política. O caso será investigado pela Polícia Civil de Eunápolis, cidade vizinha a Itapebi. A Polícia também fará uso de imagens de câmeras de seguranças instaladas no local que poderão ajudar na identificação dos suspeitos.
























