Consórcio Nordeste anuncia a suspensão da compra de doses da vacina Sputnik V
Bahia receberia 300 mil doses do imunizante
Por: Luciane Freire
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Foto: Divulgação
- O governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias (PT), anunciou nesta quinta (5) a suspensão da importação da vacina russa contra Covid, Sputnik-V. O comunicado aconteceu após a reunião entre o consórcio e o Fundo Soberano Russo. Dias explicou que o acordo foi suspenso pelo Governo da Rússia, porque a vacina não obteve uma licença excepcional de importação e a Sputnik V não foi incluída no Plano Nacional de Imunização, além das novas limitações impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O consórcio pretendia comprar de 37 milhões de doses da Sputnik-V. A Bahia receberia 300 mil doses. Há dois dias, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou durante o Papo Correria que com o avanço da vacinação, a compra da vacina russa perdeu importância.
Estudo preliminar indica que Sputnik V tem 91,6% de eficácia contra Covid-19
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A vacina Sputnik V, desenvolvida pelo laboratório biológico russo Gamaleya, registrou uma eficácia de 91,6% contra a Covid-19. O resultado preliminar foi divulgado hoje (2) pela revista científica The Lancet. A proteção contra casos moderados e graves da doença foi de 100%. O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, anunciou o resultado preliminar em seu perfil do Twitter, classificando-o como uma "excelente notícia". O estudo analisou 19.866 participantes. Destes, 14.964 receberam a vacina e 4.092 o placebo. Entre os 2 mil adultos com mais de 60 anos, a eficácia chegou a 91,8%. O governo da Bahia está negociando a compra de doses da vacina da Rússia, mesmo sem a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a autorização para adquirir a Sputnik V foi aberta pela gestão baiana. As administrações estaduais e municipais do Brasil podem fazer o pedido ao STF desde que o imunizante seja autorizada por alguma agência reguladora ligada à Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS).























