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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Centro Universitário publicou nesta quinta-feira (20) a lista dos convocados em segunda chamada no Vestibular 2019.1. A matrícula deve ser realizada nos dias 20 e 21 de dezembro, das 8h às 20h, na Secretaria Geral da UniFG, no campus da Avenida Pedro Felipe Duarte, 4911, Bairro São Sebastião, em Guanambi. O candidato convocado deverá apresentar para a matrícula: histórico escolar, com certificado de conclusão do Ensino Médio, ou equivalente; certificado de reservista (no caso de candidato do sexo masculino); cédula de identidade; CPF do aluno; título de eleitor; certidão de casamento ou nascimento; duas fotos 3×4 recentes e um comprovante de residência. Mais informações através do telefone (77) 3451-8404 ou pelo endereço eletrônico [email protected]. Confira a lista.
Guanambi: Curso de Jornalismo promove debate sobre fake-news e Código de Ética do Jornalismo
Por: Willian Silva
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Professores e alunos do primeiro e quarto semestres do curso de Jornalismo da UniFg (Faculdade Guanambi), participaram na noite desta terça-feira (03) de uma aula interdisciplinar, discutindo os principais assuntos que envolvem a forma de se produzir notícia. Entre os tantos assuntos discutidos entre alunos e professores, dois foram os pontos chave para uma maior reflexão: o papel do jornalista em meio as fake-news e o Código de Ética e a postura do jornalista. Participaram da aula as professoras Adriana Bonfim (Educomunicação), Milenna Castro (Oficina de Radiojornalismo / Jornalismo e Tecnologia); Carolina Gaviolli (Planejamento Visual Gráfico / Análise Crítica da Mídia) e o professor Gil Brito (Oficina de Impresso / Jornalismo Esportivo). As discussões duraram cerca de três horas e com participação ativa dos alunos. A ideia partiu da professora Carolina Gaviolli que sugeriu aos outros três docentes a troca de conhecimento entre as disciplinas do curso de Jornalismo.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Para a professora, o momento que o jornalismo vive é crucial para esse tipo de discussão que surgiu em um outro momento, logo após o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco. “A idéia surgiu depois de uma aula da disciplina Análise crítica da mídia. Essa aula aconteceu depois do acontecido com a vereadora do Rio Marielle Franco. Lembro que comentei sobre o ocorrido com os alunos e o objetivo foi provocar reflexão sobre o papel do jornalista como receptor e transmissor da notícia. Entretanto o que ouvi durante a aula estava pautado muitas vezes em opiniões de textos do facebook e whatsapp. Conversei primeiramente com Milenna e depois com Gil e Adriana. Todos toparam prontamente”. Para o professor e também cartunista Gil Brito, que participou da discussão, o jornalista tem que apurar o máximo possível para que a informação seja a mais próxima da realidade. “A primeira coisa a se fazer é aquilo que se espera de qualquer jornalista que se preze. Ou seja, checar as informações com o máximo de rigor possível antes de publicá-las. Nós devemos manter sempre o ceticismo que nos leva a investigar, pois ajudamos a construir uma realidade, a partir do que publicamos. E, por isso, somos também responsáveis por essa realidade. É até triste que o simples fato de fazer o básico de nosso trabalho seja uma forma de nos sobressairmos, porque isso deve ser a regra geral a ser seguida por todos. Nós dependemos de nossa credibilidade.”























