Mais de 52% dos eleitores são mulheres, aponta perfil do eleitorado de 2026
Mais de 52% dos eleitores são mulheres, aponta perfil do eleitorado de 2026
Envelhecimento do eleitorado deve influenciar campanhas e propostas dos candidatos, avaliam especialistas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As mulheres continuam a dominar o eleitorado brasileiro, representando 52,84% dos 158.745.463 eleitores aptos a votar em outubro de 2026, um pouco mais que nas eleições de 2022.
- O perfil etário também mudou: a faixa de 40 a 44 anos concentra o maior número de eleitores (10,08% do total), enquanto a população idosa cresceu em 4,5 milhões, elevando sua participação de 21,02% para 23,60%. Entre os mais velhos, cerca de 15 milhões têm mais de 70 anos, idade em que o voto é facultativo, e especialistas como Carlos Oliveira e Mayra Goulart apontam que essa tendência pode influenciar as estratégias eleitorais, com candidatos direcionando discursos e propostas às demandas desse segmento.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
As mulheres continuam sendo a maioria do eleitorado brasileiro para as Eleições 2026. Elas representam 52,84% dos 158.745.463 eleitores aptos a votar em outubro, percentual ligeiramente superior ao registrado nas eleições gerais de 2022. Os dados também mostram uma mudança no perfil etário dos votantes. A faixa de 40 a 44 anos concentra o maior número de eleitores, correspondendo a 10,08% do total. No entanto, o crescimento mais expressivo ocorreu entre a população idosa. Nos últimos quatro anos, mais de 4,5 milhões de brasileiros passaram a integrar a faixa etária acima dos 60 anos. Com isso, a participação desse grupo no eleitorado aumentou de 21,02% para 23,60%. Entre eles, cerca de 15 milhões têm mais de 70 anos, idade em que o voto é facultativo. Para o cientista político Carlos Oliveira, o interesse pela participação democrática tende a permanecer entre os eleitores mais velhos. Segundo ele, quem já acompanha a política e se sente representado continua exercendo o direito ao voto mesmo com o avanço da idade. A coordenadora do Laboratório de Partidos, Eleições e Política Pública Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mayra Goulart, avalia que o envelhecimento da população deverá influenciar as estratégias eleitorais. Segundo a pesquisadora, o aumento da participação de pessoas idosas tende a levar candidatos e partidos a direcionarem discursos e propostas voltados às demandas desse segmento da população.
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
UFRJ afirma não ter registro de que senador tenha cursado pós-graduação em ciência política na instituição.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Os portais oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) veicularam informações incorretas sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro, alegando que ele possuía pós-graduação em "ciências políticas" pela UFRJ. Contudo, a instituição de ensino negou a existência de qualquer registro de vínculo acadêmico do parlamentar em seus sistemas.
- A assessoria de Flávio Bolsonaro tratou o caso como um erro de cadastro e solicitou a correção, detalhando sua real trajetória acadêmica na Faculdade Cândido Mendes, no Iuperj e na FGV. Por sua vez, a Alerj e o Senado justificaram que os dados foram alimentados, respectivamente, por informações fornecidas pelo próprio político e por conteúdos de agências de notícias.
Foto: Adriano Machado | Reuters
Os sites oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) divulgaram uma informação incorreta sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. As páginas informavam que Flávio teria uma pós-graduação em “ciências políticas” pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A universidade, porém, informou que não há registro no sistema acadêmico de que o senador tenha estudado na instituição. Procurada, a campanha de Flávio classificou o dado como um erro e afirmou que já solicitou a correção. Segundo a assessoria, Flávio é formado em Direito pela Universidade Cândido Mendes, tem pós-graduação em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e MBA em Empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A Alerj afirmou que as informações sobre a formação dos deputados são fornecidas pelos próprios parlamentares. No caso do Senado, a Casa informou que o dado incorreto fazia parte de conteúdo produzido pela agência de notícias. Uma página no LinkedIn associada ao senador também apresentava a informação sobre a suposta pós-graduação na UFRJ. O perfil foi suspenso após a publicação da reportagem. Além disso, o termo utilizado nas biografias —“ciências políticas”— não é o mais adequado no meio acadêmico. A denominação usual é Ciência Política, área das Ciências Sociais. A informação sobre a suposta pós-graduação de Flávio já aparecia em reportagens publicadas desde 2011.
























