Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) mostra queda na rejeição dos dois candidatos; senador aparece numericamente à frente nas intenções de voto válidas, com 45% contra 44% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 52% de rejeição entre os eleitores, superando em cinco pontos percentuais os 47% de rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conforme pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro. A pesquisa, encomendada pelo Grupo Globo e com nível de confiança de 95%, mostra ainda que a disputa de intenções de voto está apertada: Flávio aparece com 45% e Lula com 44%, enquanto brancos, nulos e indecisos somam 11%.
- Os números refletem o cenário pós‑aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 no Congresso, as sabatinas na TV Globo e o debate na TV Band. A pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de outubro e está registrada no TSE sob o número BR-08535/2026, indicando uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos à do senador desde a rodada anterior.
Foto: Edilson Rodrigues | Ricardo Stuckert
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% de rejeição entre os eleitores brasileiros, cinco pontos percentuais acima dos 47% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Os dois disputam o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25). Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Lula tinha 53% de rejeição, enquanto Flávio aparecia com 54%. Os novos números indicam uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos na do senador. O levantamento também mostra uma disputa apertada nas intenções de voto válidas. Flávio Bolsonaro aparece com 45%, contra 44% de Lula. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 9%, enquanto 2% estão indecisos. Segundo a pesquisa, o levantamento ocorre após a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 pelo Congresso, as sabatinas dos candidatos na TV Globo e o debate realizado pela TV Band. Metodologia: Encomendada pelo Grupo Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Número de indecisos dobra na espontânea, que registra empate numérico; a situação é de empate técnico, com 1 ponto de diferença entre os dois candidatos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta‑feira (21) indica que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão praticamente empatados para o segundo turno, com 45% e 44% das intenções de voto, respectivamente. A margem de erro de dois pontos mantém o cenário como empate técnico, enquanto 9% dos eleitores pretendem votar em branco ou nulo e 2% ainda estão indecisos.
- Na sondagem espontânea, que não apresenta previamente os nomes dos candidatos, ambos alcançaram 40% de apoio, mas o número de indecisos dobrou para 14% em apenas uma semana. O levantamento, contratado pela TV Globo, reflete o impacto de recentes marcos da campanha, como o fim da escala 6x1, entrevistas na Globo e debate na Band, além de intensas mobilizações nas ruas e nas redes sociais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno, mostra distância de apenas um ponto entre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 45% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%. Em comparação com a sondagem da última semana, Flávio oscilou um ponto para baixo, e Lula permaneceu com o mesmo percentual. Pessoas que dizem que vão botar em branco ou nulo se mantêm em 9%, e os indecisos são 2%. Na modalidade espontânea, aquela em que o entrevistado não é apresentado previamente aos nomes dos candidatos, os dois aparecem em empate numérico, com 40% cada. Esse formato é importante para medir quão convicto está o eleitor. O dado mais relevante da espontânea na nova rodada é o número de indecisos, que dobrou em uma semana e chegou a 14%. A nova pesquisa é a primeira do instituto depois de momentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo. Pela margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos seguem em empate técnico.
Flávio Bolsonaro diz que não irá a debate com Lula na Band
Flávio Bolsonaro diz que não irá a debate com Lula na Band
Senador afirmou que a participação no último debate, previsto para a TV Globo, ainda depende da avaliação de sua equipe. A Band confirmou a realização do confronto neste domingo (18).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) confirmou que não participará do debate previsto para domingo (18) na Band, ao lado do presidente Lula (PT). O parlamentar informou que a decisão está em análise pela sua equipe técnica, deixando claro que não há previsão de presença no confronto televisivo.
- A Band garantiu a manutenção do programa e avisou que, caso algum candidato falte, o púlpito ficará vazio. As ausências de Lula e Flávio nos debates do primeiro turno já haviam provocado o cancelamento de dois dos quatro encontros planejados, com o último debate da Globo sendo suspenso após a desistência de ambos os candidatos e intervenções do TSE.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (13) que não participará do debate com o presidente Lula (PT), previsto para domingo (18), na Band. Segundo o parlamentar, a presença no último confronto da campanha, organizado pela TV Globo, ainda está em análise. “Não vou, não está previsto ir nesse debate no domingo. Estamos analisando, e quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, de ir no último debate [da Globo]”, declarou. A Band confirmou que o programa está mantido e informou que, caso um dos candidatos não compareça, seu púlpito ficará vazio. Após o primeiro turno, Flávio havia afirmado que participaria dos debates da segunda etapa da eleição, assim como Lula, que também defendeu a realização dos confrontos. Os dois candidatos não compareceram aos debates do primeiro turno, e as ausências contribuíram para o cancelamento de dois dos quatro encontros previstos. Na ocasião, Lula alegou que os confrontos poderiam favorecer ataques de vários adversários, enquanto Flávio sustentou que a ausência do presidente inviabilizava o debate direto. O encontro da Globo acabou cancelado após a ausência de Lula, a desistência de Flávio e decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a participação de candidatos e a possibilidade de exibir púlpitos vazios.
Lula diz que “está ficando todo mundo nu” ao citar Luciano Huck e Daniel Vorcaro
Lula diz que “está ficando todo mundo nu” ao citar Luciano Huck e Daniel Vorcaro
Presidente mencionou viagens em aeronave ligada ao banqueiro e contrato publicitário envolvendo o Domingão com Huck.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck durante entrevista ao podcast Flow, apontando que Huck utilizou uma aeronave fornecida pelo banqueiro Daniel Vorcaro para reduzir custos do programa na TV Globo e citando negociações de patrocínio envolvendo o Will Bank, com valores de R$ 83 milhões em mídia e R$ 26 milhões em contrato pessoal. Lula também criticou a postura da Globo sobre a proibição das apostas esportivas, alegando que a emissora seria impactada por ser dona da BetMGM, e descreveu o conjunto de escândalos envolvendo políticos como “uma putaria”.
- A entrevista, que atraiu mais de 1,6 milhão de espectadores simultâneos, trouxe à tona mensagens da Polícia Federal que mostram Huck usando o avião do banqueiro para viajar à Europa e ao encontro com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, além de revelar acordos publicitários de grande monta entre o apresentador e a emissora.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, durante entrevista ao podcast Flow, na noite desta quinta-feira (1º), ao comentar a relação dele com o banqueiro Daniel Vorcaro. Na conversa com Igor Coelho, Lula mencionou o uso de uma aeronave ligada ao empresário e negociações de patrocínio ao programa do apresentador. “Está ficando todo mundo nu diante da sociedade”, declarou. Ao comentar o caso, Lula afirmou que Huck utilizava o avião de Vorcaro “para baratear os custos do programa dele junto à Globo”. O presidente também citou o financiamento da atração por um banco ligado ao empresário. “Até o Luciano Huck, que aparece de vez em quando querendo ser político, o cara moderno, que não tá na política, que é de fora, fez um curso não sei aonde”, afirmou. As declarações ocorrem após a divulgação de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro. Os registros apontam que Huck utilizou uma aeronave disponibilizada pelo banqueiro para viajar à Europa em 2024, quando entrevistou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. O avião levou o apresentador a Varsóvia, na Polônia, de onde seguiu para Kiev. As conversas também mencionam negociações envolvendo o patrocínio do Will Bank ao “Domingão com Huck”. Nas mensagens, aparecem referências a R$ 83 milhões em mídia para a Globo e R$ 26 milhões em um “contrato pessoal”, valores relacionados ao acordo publicitário. Durante a entrevista, Lula ampliou as críticas a políticos citados nas revelações e classificou o conjunto dos episódios como “uma putaria”. “A gente descobre uma sequência de senadores, deputados, tudo com as meninas da Suíça, da Suécia, sei lá. Ou seja, virou uma putaria, desculpa o palavrão”, afirmou. O presidente também comentou a atuação da TV Globo em relação às apostas esportivas e ironizou a posição da emissora sobre a medida provisória que, segundo ele, proibiu as bets no Brasil. “A Globo vai ficar chateada comigo com o fim das bets, porque é dona da BetMGM”, declarou. A entrevista ao Flow chegou a registrar mais de 1,6 milhão de espectadores simultâneos, conforme os dados mencionados na transmissão.
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Presidenciáveis classificaram o episódio como prejuízo à democracia e questionaram decisões do STF e do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) condenaram as decisões do STF e do TSE que culminaram no cancelamento do debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite de 1º de outubro. Em entrevistas e nas redes sociais, ambos qualificaram o episódio de “atentado à democracia” e acusaram os ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha de interferir no processo eleitoral.
- Além da ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da desistência de Flávio Bolsonaro, a mudança nas regras de representação de candidatos ausentes e a inclusão de Renan Santos (Missão) foram apontadas como fatores que motivaram a suspensão. Caiado e Zema alertaram que a falta do confronto eleitoral representa prejuízo ao voto e à confiança dos quase 60 milhões de eleitores brasileiros.
Foto: Reprodução - TV Globo
Os candidatos à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões judiciais que contribuíram para o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º). Em entrevistas e manifestações nas redes sociais, os dois classificaram o episódio como um prejuízo à democracia e questionaram a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caiado chamou o cancelamento de “atentado à democracia brasileira” e afirmou que as decisões comprometeram o processo eleitoral. “Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, declarou. O candidato também utilizou a expressão “ditadura da toga” ao criticar decisões dos ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha. “As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, afirmou. Zema também criticou o cancelamento e disse que a ausência do confronto representa uma perda para o país. “Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, declarou. O ex-governador de Minas Gerais classificou a situação como “vergonha nacional” e mencionou reportagens da imprensa internacional sobre o STF. Ele ainda acusou o ministro Flávio Dino de atuar para beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o indicou ao Supremo. “Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, afirmou. Zema também declarou que manterá sua candidatura. A TV Globo anunciou o cancelamento após decisões judiciais alterarem regras previamente acordadas para o debate. Entre elas, uma determinação da ministra Estela Aranha, do TSE, sobre a representação de candidatos ausentes, e uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que assegurou a participação de Renan Santos (Missão). A ausência de Lula e a desistência de Flávio Bolsonaro (PL) também fizeram parte do contexto que levou à suspensão do evento.
TSE proíbe púlpito vazio de Lula, Gilmar obriga ida de Renan, Flávio desiste e Globo cancela debate
Decisões da ministra Estela Aranha, da Corte eleitoral, e de Gilmar Mendes, do STF, impõem mudanças em confronto televisivo entre presidenciáveis e emissora desiste de realizar debate
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Poucas horas antes do início do debate presidencial na TV Globo, decisões do TSE e do STF alteraram as regras: a ministra Estela Aranha proibiu a exibição do púlpito vazio de Lula, enquanto o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão do candidato Renan Santos (Missão). Com a recusa de Lula e a desistência do senador Flávio Bolsonaro, a emissora cancelou o evento, alegando interferência judicial e insegurança jurídica.
- Em nota, a Globo criticou as intervenções, afirmando que as decisões tomadas momentos antes do debate violam a liberdade editorial. Flávio Bolsonaro justificou sua ausência como censura, e Lula optou por participar de um podcast. O caso reacende o debate sobre a influência do poder judiciário nas transmissões eleitorais.
Foto: Manoella Mello | Globo
A duas horas do início do debate entre candidatos à presidência da República na TV Globo, duas decisões judiciais impuseram novas regras ao confronto entre os políticos. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Estela Aranha proibiu a emissora de exibir o púlpito vazido de Lula – o candidato do PT não quis comparecer ao debate. No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes obrigou a TV a incluir o candidato Renan Santos (Missão) entre os debatedores. As mudanças de última hora já surtiram dois efeitos: o candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro anunciou que não iria mais comparecer ao debate; em função da desistência do senador e das interferências judiciais, a TV Globo cancelou o debate. Em nota, a emissora manifestou discordância com interferência nas regras acordadas. “A Globo recebeu há pouco duas notificações relacionadas à realização do debate presidencial programado para esta noite, que interferem nas regras previamente acordadas, e decidiu por seu cancelamento”, diz a nota. A Globo também afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa têm de organizar os debates eleitorais.” Antes do cancelamento do debate, Flávio Bolsonaro postou em rede social sua explicação para desistir de ir ao confronto: “Acabo de tomar a decisão de não ir ao debate da Globo em função da censura imposta ao evento pelo TSE. A imprensa tem que ser livre e as eleições limpas. Em breve mais detalhes”, justificou o candidato do PL nas redes sociais. Cerca de meia hora antes do anúncio, a ministra Estela Aranha concedeu uma liminar proibindo a TV Globo de exibir o púlpito vazio do presidente Lula e que os demais candidatos fizessem perguntas ao candidato ausente. O petista optou por não ir ao debate e decidiu participar de uma entrevista no podcast Flow no mesmo horário.
Foto: Reprodução
No entendimento da magistrada, a previsão de que o lugar destinado ao candidato ausente seja filmado durante o debate gera desequilíbrio na disputa eleitoral. “Em análise preliminar, a medida tem potencial para criar situação de desequilíbrio entre o participantes, conferindo espaço autônomo para referências a candidato ausente sem observância da dinâmica dialética que caracteriza o instituto do debate eleitoral”. A dinâmica em que os púlpitos de todos os candidatos convidados eram expostos na transmissão consta do regulamento do debate da própria emissora, cujas normas foram previamente acordadas. Aranha, contudo, destaca que a participação é facultativa e que a ausência não pode acarretar em dano a Lula. “Assim, mesmo que o candidato tenha se comprometido previamente com o regulamento, isso não transforma a participação em obrigatória. A consequência jurídica da ausência é simplesmente que ele perde a oportunidade de participar daquela rodada, enquanto o debate continua segundo as regras previamente acordadas.” Em outra frente, o ministro Gilmar Mendes determinou que a Globo inclua Renan Santos no debate presidencial. O magistrado tomou a decisão em uma reclamação do partido Solidariedade, que já estava com sua relatoria desde maio. “No caso concreto, de fato me parece que a exclusão do candidato Renan Santos (Missão) do debate presidencial a ser realizado pela Rede Globo se mostra indevida”, escreveu Gilmar Mendes, ressaltando que a liberdade de expressão dá ao eleitor o direito de comparar propostas de campanha.
Nunes Marques manda incluir Zema em debate presidencial da Globo
Nunes Marques manda incluir Zema em debate presidencial da Globo
Decisão considera que o Novo possui cinco deputados federais em exercício e também alcança candidatos da legenda aos governos do Rio e do Distrito Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça‑feira (29) que o candidato à Presidência Romeu Zema, do Novo, seja incluído nos debates promovidos pela TV Globo, já que o partido conta com cinco deputados federais em exercício, critério exigido pela legislação.
- A decisão também garante a participação de André Marinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro, e de Kiko Caputo, candidato ao Distrito Federal, e foi comunicada às emissoras com urgência, pouco antes do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta terça-feira (29) que o candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) seja incluído nos debates promovidos pela TV Globo. A decisão também alcança candidatos do partido aos governos do Rio de Janeiro e do Distrito Federal. Segundo o ministro, o Novo possui atualmente cinco deputados federais em exercício, número que atende ao critério previsto na legislação para participação em debates. O partido havia questionado no TSE a regra utilizada para definir a representatividade das legendas, defendendo que fossem considerados os parlamentares que integram atualmente a bancada, incluindo aqueles que se filiaram depois das eleições. Na decisão, Nunes Marques determinou que as emissoras responsáveis pelos debates sejam comunicadas com urgência. Com a medida, Zema poderá participar do debate presidencial previsto para quinta-feira (1º), enquanto André Marinho, candidato ao governo do Rio, e Kiko Caputo, que disputa o governo do Distrito Federal, também passam a ter direito de participação nos debates da emissora. A decisão ocorre a poucos dias do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Pesquisa ouviu 2.002 eleitores e mostra empate no índice de rejeição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada em 17 de setembro mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empataram em rejeição, com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam em nenhum dos dois. O levantamento, realizado entre 15 e 17 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios, indica ainda que a intenção de voto para o primeiro turno coloca Lula à frente com 39% e Flávio Bolsonaro com 36%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Além dos principais candidatos, a pesquisa registra rejeição a Renan Santos (15%), Romeu Zema (14%), Ronaldo Caiado (13%) e Rui Costa Pimenta (11%), entre outros. O estudo foi contratado pela Folha de S.Paulo e TV Globo, com registro no TSE (BR-04029/2026) e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados, com 47% de rejeição, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento aponta que os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima em relação à rodada anterior, variação que está dentro da margem de erro. Na pesquisa, 47% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Lula, enquanto o mesmo percentual declarou rejeição a Flávio Bolsonaro. Entre os demais nomes testados, Renan Santos (Missão) aparece com 15%, Romeu Zema (Novo) com 14%, Ronaldo Caiado (PSD) com 13% e Rui Costa Pimenta (PCO) com 11%. Também foram registrados índices de 10% para Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB), 9% para Augusto Cury (Avante), 7% para Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU), e 6% para Wilson Grassi (Democrata). Segundo o Datafolha, 2% dos entrevistados disseram rejeitar todos os candidatos, enquanto outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum deles. O mesmo percentual não soube ou não respondeu. O levantamento foi realizado entre 15 e 17 de setembro, com 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026. No cenário de intenção de voto para o primeiro turno divulgado pelo mesmo levantamento, Lula aparece com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%. A diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Lula lidera primeiro turno e empata com Flávio Bolsonaro no segundo, aponta Quaest
Presidente aparece com 36% na primeira etapa e os dois registram 41% no confronto direto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da eleição presidencial com 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, segundo pesquisa Quaest contratada pela TV Globo divulgada em 7 de setembro. No cenário de segundo turno, os dois candidatos ficam tecnicamente empatados, com 41% cada, e Lula mantém vantagem nos confrontos contra Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema.
- A pesquisa, realizada presencialmente com 2.004 eleitores entre 3 e 6 de setembro, indica margens de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrada no TSE sob o número BR-01720/2026. Em demais cenários de segundo turno, Lula supera os adversários, registrando de 39% a 44% dos votos, enquanto os indecisos e votos em branco variam entre 13% e 21%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da eleição presidencial, com 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, segundo pesquisa Quaest contratada pela Tv Globo e divulgada nesta segunda-feira (7). No segundo turno, os dois empatam numericamente, com 41% cada. O levantamento também mostra Lula à frente nos confrontos com Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema. Primeiro turno Na pesquisa estimulada sem a presença de Pablo Marçal, os candidatos registraram os seguintes percentuais: Lula (PT): 36%; Flávio Bolsonaro (PL): 29%; Augusto Cury: 8%; Renan Santos: 3%; Ronaldo Caiado: 3%; Romeu Zema: 2%; Samara Martins: 1%; Branco, nulo ou nenhum: 8%; Indecisos: 10%. Com a inclusão de Pablo Marçal entre os candidatos, Lula permanece com 36% e Flávio Bolsonaro continua com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 3% cada. Romeu Zema tem 2% e Pablo Marçal, 1%. Nesse cenário, 8% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum candidato, enquanto 9% estão indecisos. Segundo turno Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados, com 41% cada. Outros 13% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos dois, enquanto 5% ainda não sabem em quem votar. Nos demais cenários, Lula aparece numericamente à frente dos adversários: Lula x Ronaldo Caiado: Lula registra 41%, contra 38% de Caiado. Branco, nulo ou nenhum somam 17%, e 4% estão indecisos. Lula x Augusto Cury: o presidente tem 39%, enquanto Cury aparece com 35%. Outros 21% optariam por branco, nulo ou nenhum, e 5% não souberam responder. Lula x Renan Santos: Lula alcança 42%, contra 37% de Renan. Branco, nulo ou nenhum representam 17%, enquanto 4% estão indecisos. Lula x Romeu Zema: Lula aparece com 44%, e Zema registra 33%. Nesse cenário, 19% escolheriam branco, nulo ou nenhum, e 4% ainda não definiram o voto. A pesquisa ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.
Morre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Jr., veterano da TV brasileira
Morre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Jr., veterano da TV brasileira
Artista tinha mais de cinco décadas de carreira e participou da inauguração da TV Globo, em 1965; causa da morte não foi divulgada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Gracindo Jr., renomado ator e diretor brasileiro, faleceu aos 83 anos, conforme confirmado por seu filho Pedro Gracindo nesta quarta‑feira (2). Com mais de cinco décadas de carreira, ele marcou a história da TV Globo, participando da inauguração da emissora em 1965 e atuando em novelas icônicas como "Rosinha do Sobrado", "Padre Tião", "A Rainha Louca" e "O Bem‑Amado", além de dirigir a novela "Marron‑Glacé" e o programa "Os Trapalhões".
- Além de seu legado na Globo, Gracindo Jr. trabalhou na Record, contribuindo para a produção "Rei Davi", e teve como último filme "A Queda" (2022). Deixa quatro filhos – Daniela Duarte, Gabriel Gracindo e Pedro Gracindo – e um vasto legado no teatro, rádio, cinema e na criação dos primeiros videoclipes exibidos pelo "Fantástico".
O ator Gracindo Júnior - reprodução
Morreu, aos 83 anos, o ator e diretor Gracindo Jr. A morte foi confirmada na manhã desta quarta-feira (2) pelo filho do artista, Pedro Gracindo. A causa não foi informada pela família. Com mais de 50 anos dedicados ao teatro, televisão, rádio e cinema, Gracindo Jr. participou da inauguração da TV Globo, em 1965, e integrou o elenco de novelas e programas que marcaram a história da emissora. Entre os trabalhos na Globo estão Rosinha do Sobrado, Padre Tião, A Rainha Louca, A Próxima Atração, Os Ossos do Barão, Supermanoela, O Bem-Amado e O Casarão. Ele também atuou ao lado do pai, o consagrado ator Gracindo Júnior, em produções da televisão brasileira. Além da atuação, Gracindo Jr. ganhou destaque como diretor. Foi responsável pela novela Marron-Glacé e pelo programa Os Trapalhões, além de participar da criação e apresentação dos primeiros videoclipes de artistas brasileiros exibidos pelo Fantástico. Sua última novela na Globo foi Como Uma Onda. O ator também participou da produção Rei Davi, da Record, e teve como último trabalho o filme A Queda, lançado em 2022. Gracindo Jr. deixa quatro filhos: Daniela Duarte, Gabriel Gracindo e Pedro Gracindo.
Laura Cardoso morre aos 98 anos e deixa legado histórico na televisão brasileira
Laura Cardoso morre aos 98 anos e deixa legado histórico na televisão brasileira
Atriz faleceu em casa, em São Paulo, e teve a morte confirmada pela família na madrugada desta terça-feira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A atriz Laura Cardoso, uma das maiores figuras da televisão brasileira, faleceu na noite de segunda-feira (17) aos 98 anos, em sua residência em São Paulo, conforme confirmado pela família nas redes sociais. A morte, atribuída a causas naturais, ocorreu por volta das 23h20, e o velório foi marcado para terça-feira (18) em cerimônia reservada.
- Cardoso iniciou sua carreira nas radionovelas na adolescência, tornou-se pioneira na TV Tupi e teve uma trajetória de mais de sete décadas no rádio, teatro, cinema e televisão. Participou de mais de 60 novelas, incluindo “Mulheres de Areia”, “Gabriela” e “A Dona do Pedaço”, e recebeu prêmios como o Troféu APCA, Prêmio Shell e a Ordem do Mérito Cultural, consolidando seu legado como referência da dramaturgia brasileira.
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A atriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da televisão brasileira, morreu na noite desta segunda-feira (17), aos 98 anos, em sua residência, em São Paulo. A informação foi confirmada pela família nas redes sociais da artista na madrugada desta terça-feira (18). Segundo familiares, Laura passou mal em casa e morreu por volta das 23h20, de causas naturais. O velório foi marcado para esta terça-feira (18), em cerimônia reservada na capital paulista. Nascida em 13 de setembro de 1927, no bairro do Bixiga, em São Paulo, Laura Cardoso iniciou a carreira artística ainda na adolescência, nas radionovelas. Foi uma das pioneiras da televisão brasileira, estreando na extinta TV Tupi e construindo uma trajetória de mais de sete décadas dedicada ao rádio, teatro, cinema e TV. Ao longo da carreira, participou de mais de 60 novelas, tornando-se uma das atrizes mais respeitadas da dramaturgia nacional. Na TV Globo, interpretou personagens marcantes em produções como "Mulheres de Areia", "A Viagem", "Explode Coração", "Chocolate com Pimenta", "Caminho das Índias", "Gabriela" e "A Dona do Pedaço", seu último trabalho na emissora, em 2019. Reconhecida pelo talento e pela longevidade artística, Laura Cardoso recebeu diversos prêmios ao longo da carreira, incluindo o Troféu APCA, o Prêmio Shell e a Ordem do Mérito Cultural. Seu legado a consolidou como uma das maiores referências da dramaturgia brasileira. A morte da atriz provocou uma onda de homenagens de artistas, colegas de profissão e admiradores, que destacaram sua contribuição para a cultura brasileira e sua influência sobre diferentes gerações de atores.
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Pesquisa encomendada pelo Grupo Globo mostra mudança e tendência,a mas dentro da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou novamente a aprovação, de acordo com a pesquisa Quaest divulgada recentemente. A pesquisa aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Essa diferença, no entanto, encontra-se dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais.
- A nova pesquisa foi realizada em um contexto político de desgastes para o governo, com a abertura de inquéritos pela Polícia Federal para investigar suspeitas envolvendo o filho do presidente, Fábio Luis Lula da Silva, e enquanto o presidente tenta fortalecer apoio político no Congresso Nacional para as eleições de 2026 e avançar em projetos prioritários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a superar numericamente a aprovação, segundo a nova pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira. O levantamento aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na rodada anterior, realizada no início de agosto, Lula tinha 48% de aprovação e 47% de desaprovação. Há um ano, a reprovação ao governo chegava a 51%. Em julho deste ano, a desaprovação estava em 47%, enquanto a aprovação era de 48%. A nova pesquisa foi realizada em meio a uma sequência de desgastes políticos envolvendo o presidente e seu governo. Nos últimos 15 dias, a Polícia Federal abriu três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente. As apurações tratam de possíveis casos de tráfico de influência na área da Saúde, favorecimento na Dataprev e negócios ilícitos relacionados ao governo. Ao mesmo tempo, Lula intensificou a articulação política com o Congresso Nacional. O movimento combina a busca por apoio para as eleições de 2026 com a tentativa de avançar, antes do primeiro turno, em projetos considerados prioritários pelo Palácio do Planalto. Na semana passada, o presidente se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que declarou apoio à sua candidatura, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Alcolumbre já havia contribuído para destravar pautas de interesse do governo no Congresso, entre elas a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Contratada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO, a pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre segunda e quinta-feira. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026.
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Levantamento é o primeiro realizado após a escolha de Alfredo Gaspar como vice na chapa de Flávio Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pela Quaest e divulgada na sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 31%. O levantamento também inclui outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada, e Romeu Zema (Novo) com 2%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, e entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13), com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- Em um cenário de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. A pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos, incluindo a autorização do STF para investigar o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, e a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro. Além disso, a pesquisa também considera o recorte de eleitores independentes, onde Lula aparece com 23%, seguido por Flávio com 16%, e outros candidatos com menores porcentagens.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto. Em um cenário de primeiro turno, Lula soma 38% das intenções de voto, contra 31% de Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada. Romeu Zema (Novo) registra 2%. No levantamento anterior, divulgado na semana passada, Lula tinha 39%, enquanto Flávio aparecia com 30%. Caiado e Renan registravam 4% cada, e Zema, 2%. A comparação entre as pesquisas, porém, deve ser feita com cautela, já que os nomes apresentados aos entrevistados não são exatamente os mesmos. A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06773/2026. Entre os independentes - No recorte que considera apenas eleitores que se declaram independentes, Lula aparece com 23%, seguido por Flávio, com 16%. Renan Santos tem 8%, Caiado, 6%, e Zema, 3%. Nesse grupo, 20% ainda não decidiram o voto, enquanto 18% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas. A margem de erro para esse segmento é de quatro pontos percentuais. Segundo turno - Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% do senador. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não iriam às urnas. Já 4% permanecem indecisos. Pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos - O levantamento foi realizado após o STF autorizar a Polícia Federal a investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeita de tráfico de influência. A PF também apura um repasse feito pela empresária Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. No caso de Flávio Bolsonaro, esta é a primeira pesquisa realizada após a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPI do INSS, para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial. Gaspar também é alvo de um procedimento no STF relacionado a uma acusação de estupro de vulnerável feita por parlamentares. O deputado nega a acusação e colocou seu material genético à disposição para a realização de um exame de DNA. Segundo informações publicadas pelo O Globo, um comerciante apontado como peça importante na acusação apresentou versões diferentes sobre o episódio. Outro episódio ocorrido no período foi a reaproximação entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que havia publicado um vídeo com críticas ao senador.
Com Covid-19, ator Tarcísio Meira morre aos 85 anos
Com Covid-19, ator Tarcísio Meira morre aos 85 anos
Artista estava internado desde o dia 6 de agosto
Por: Kamille Martinho
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- O ator Tarcísio Meira morreu aos 85 anos de idade nesta quinta-feira (12), vítima das complicações da Covid-19. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 6 de agosto, assim como a mulher, Glória Menezes. Ela segue internada na mesma unidade. O artista precisou ser intubado, e de acordo com o último boletim médico do Hospital Albert Einstein (SP), foi submetido a uma diálise contínua. Ele já havia tomado as duas doses da vacina contra a doença.Tido como um dos maiores atores da dramaturgia brasileira, Tarcísio começou a carreira artística no teatro e estreou na TV Tupi em 1959, no teleteatro Noites Brancas. Dois anos depois, contracenou pela primeira vez com Glória Menezes em Uma Pires Camargo, em 1961, de Geraldo Vietri. Os dois se casaram no ano seguinte. O único filho do casal, Tarcísio Filho, nasceu em 1964. Tarcísio e Glória se consagraram como um dos casais favoritos da TV brasileira, atuando juntos em novelas na Excelsior e na Globo. A última novela do ator foi "Orgulho e Paixão", de 2018. Ele interpretou Lorde Williamson, um poderoso industrial inglês, mas foi afastado da trama devido a uma infecção pulmonar.
Morre Eduardo Galvão aos 58 anos pelo coronavírus
Morre Eduardo Galvão aos 58 anos pelo coronavírus
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | TV Globo
- Morreu, ontem (7), o ator Eduardo Galvão aos 58 anos. Ele estava internado por conta da Covid-19 há mais de uma semana no Hospital Unimed, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Quando o ator deu entrada, quase metade dos seus pulmões já estavam comprometidos. O artista chegou a ficar entubado após complicações e seus últimos dias foram na UTI. A informação foi divulgada pela família na madrugada de hoje (8). A última participação do ator na Globo foi na novela “Bom Sucesso” em 2019, como Dr. Machado. Ele contracenou com Angélica no famoso programa infantil “Caça Talentos” em 1996 e atuou em filmes como “Despedida de Solteiro”, “Porto dos Milagres” e “O Beijo do Vampiro”.
























