“Curandeiro” e falsa bênção: quadrilha de Brumado é presa após golpe contra idosos
Bando trocava cartões bancários durante supostos rituais religiosos e causou prejuízo superior a R$ 50 mil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma quadrilha originária de Brumado (BA) foi presa pela Polícia Civil do Distrito Federal em Taguatinga (DF) sob a acusação de aplicar golpes contra idosos. O grupo abordava as vítimas nas proximidades de agências bancárias oferecendo elixires de saúde e prometendo rituais de cura e bênção financeira, acumulando um prejuízo estimado em mais de R$ 50 mil.
- Durante as falsas orações, os suspeitos trocavam os cartões bancários dos idosos por cartões sem valor e lacravam envelopes com a instrução de que só fossem abertos após sete dias. Nesse período, os criminosos realizavam saques, transferências e compras. Os investigados, que já haviam passado por cidades de Minas Gerais e São Paulo, responderão por furto mediante fraude e associação criminosa.
Foto: Reprodução - PCDF
Uma quadrilha de Brumado, no sudoeste da Bahia, suspeita de aplicar golpes contra idosos foi presa em Taguatinga, no Distrito Federal. O grupo usava uma história de “bênção” e supostos rituais religiosos para furtar cartões bancários das vítimas. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o prejuízo causado pelo bando já passa de R$ 50 mil. O golpe começava perto de agências bancárias, onde um dos integrantes abordava idosos oferecendo elixires e produtos de saúde. Depois de ganhar a confiança da vítima, ele apresentava um suposto “curandeiro”, que prometia ajudar na saúde e até melhorar a vida financeira da pessoa. Durante a falsa oração, os criminosos aproveitavam a distração para pegar o cartão bancário e trocar por outro sem valor. Na sequência, colocavam o cartão falso em um envelope e diziam que ele só poderia ser aberto depois de sete dias, período necessário, segundo a conversa inventada, para a “bênção” funcionar. Enquanto o idoso acreditava no ritual, a quadrilha usava o cartão verdadeiro para fazer saques, transferências e compras. O grupo ainda tentava despistar a polícia viajando em carros alugados e mudando de cidade com frequência. Antes da prisão no Distrito Federal, os investigados passaram por municípios de Minas Gerais e São Paulo. A investigação foi conduzida pela 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). Os presos devem responder por associação criminosa e furto mediante fraude. A Polícia Civil orienta que possíveis vítimas que reconheçam o golpe procurem a delegacia mais próxima e registrem a ocorrência.
























