Em meio a polêmicas envolvendo Alfredo Gaspar, Flávio mantém vice e diz ter “confiança”
Presidenciável atribui ataques à atuação do aliado no caso do INSS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descartou a possibilidade de trocar a vice em sua chapa após acusações de estupro de vulnerável e desvios de emendas parlamentares. O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à acusação, que ele nega. Flávio Bolsonaro defendeu Gaspar e o classificou como uma 'pessoa preparada' e de 'coragem'.
- O caso tramita sob sigilo no STF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa um pedido da Polícia Federal para abrir investigação sobre a denúncia. Gaspar nega a acusação e afirmou estar disposto a realizar um exame de DNA para comprovar sua inocência.
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Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descartou nesta terça-feira (11) a possibilidade de trocar Alfredo Gaspar (PL-AL) da vice de sua chapa e saiu em defesa do aliado, que passou a ser alvo de questionamentos após acusações envolvendo suposto estupro de vulnerável e desvios de emendas parlamentares. Flávio afirmou ter “confiança” no deputado e o classificou como uma “pessoa preparada” e “de coragem”. Gaspar é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à acusação de estupro de vulnerável, que ele nega. O senador atribuiu os questionamentos à atuação de Gaspar nas investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. "Foi exatamente no momento em que ele estava ali defendendo os aposentados roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão do Lulinha, que foi feito isso contra ele. É uma pessoa do bem, uma pessoa preparada, da área da segurança pública, de quem temos confiança, de coragem", afirmou Flávio. O caso relacionado à acusação de estupro tramita sob sigilo no STF, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa um pedido da Polícia Federal para abrir investigação sobre a denúncia. Na semana passada, Gilmar encaminhou à PF um pedido da PGR para a realização de novas diligências antes de decidir sobre a abertura do inquérito. Acusação - A denúncia veio a público em março, durante a CPI do INSS, da qual Gaspar foi relator. Parlamentares que faziam oposição ao deputado na comissão, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), pediram à Polícia Federal a apuração do caso após afirmarem ter recebido documentos sobre a acusação. Segundo a representação, uma menina de 13 anos teria sido vítima de estupro, engravidado e tido um filho. O episódio teria ocorrido cerca de oito anos antes. Os parlamentares não apresentaram provas naquele momento, alegando a necessidade de preservar a adolescente e a mãe. Gaspar nega a acusação e afirmou estar disposto a realizar um exame de DNA para comprovar sua inocência. Após o caso vir a público, ele também acionou o STF contra Lindbergh e Soraya e disse ter disponibilizado material genético para eventual exame. Em nota, o deputado classificou as acusações como “falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis” e afirmou que elas seriam uma tentativa de tirar o foco das investigações sobre as fraudes no INSS.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
























