Alta de casos respiratórios pressiona Hospital do Oeste em Barreiras
Alta de casos respiratórios pressiona Hospital do Oeste em Barreiras
Unidade em Barreiras aponta aumento entre janeiro e abril; Fiocruz coloca estado em alerta máximo para SRAG
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Hospital do Oeste em Barreiras registrou um aumento de 120% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre janeiro e abril deste ano. De acordo com a unidade, as notificações passaram de 15 casos em janeiro para 33 em abril. Ao longo do período, foram contabilizados 10 casos em fevereiro e 24 em março, indicando tendência de alta na demanda por atendimento, especialmente na emergência e na ala pediátrica. A direção alerta para a necessidade de encaminhamento adequado dos pacientes, priorizando os casos mais graves.
- Dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram que, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados 1.732 casos de SRAG no estado. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) classifica a Bahia em nível de alerta máximo para incidência da síndrome. A SRAG é caracterizada por agravamento de sintomas gripais, como febre, tosse e coriza, evoluindo para dificuldade respiratória e necessidade de internação.
- A unidade segue priorizando casos de maior complexidade para evitar superlotação. A orientação é que pacientes com sintomas leves procurem unidades de atenção primária. O aumento dos casos tem impactado diretamente o atendimento pediátrico, com registro frequente de crianças em estado grave, algumas com necessidade de ventilação mecânica e internação em UTI.
Foto: SESAB
O Hospital do Oeste (HO), em Barreiras, registrou aumento de 120% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre janeiro e abril deste ano, em meio à maior circulação de vírus respiratórios na região. De acordo com a unidade, as notificações passaram de 15 casos em janeiro para 33 em abril. Ao longo do período, foram contabilizados 10 casos em fevereiro e 24 em março, indicando tendência de alta na demanda por atendimento, especialmente na emergência e na ala pediátrica.O hospital é referência para 36 municípios do oeste baiano e tem operado com alta procura por assistência respiratória. A direção alerta para a necessidade de encaminhamento adequado dos pacientes, priorizando os casos mais graves. Dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram que, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados 1.732 casos de SRAG no estado. Desse total, 254 tiveram confirmação para Influenza.O avanço ocorre em um contexto de sazonalidade dos vírus respiratórios e da circulação do subtipo Influenza A H3N2, incluindo o subclado K. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) classifica a Bahia em nível de alerta máximo para incidência da síndrome. A SRAG é caracterizada por agravamento de sintomas gripais, como febre, tosse e coriza, evoluindo para dificuldade respiratória e necessidade de internação.Segundo a direção do Hospital do Oeste, a unidade segue priorizando casos de maior complexidade para evitar superlotação. A orientação é que pacientes com sintomas leves procurem unidades de atenção primária. Na avaliação de profissionais da unidade, o aumento dos casos tem impactado diretamente o atendimento pediátrico, com registro frequente de crianças em estado grave, algumas com necessidade de ventilação mecânica e internação em UTI.
Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.
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Foto: Reprodução
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à Influenza A pararam de crescer na Bahia, segundo boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O relatório aponta sinal de estabilização — e até queda — no estado e em outros cinco do Nordeste. Apesar disso, a incidência da doença ainda é considerada alta.No país, a influenza está presente em 43,7% das mortes por SRAG com identificação de vírus, o que mantém o alerta das autoridades de saúde. Especialistas reforçam que a vacinação é a principal forma de conter casos graves. Segundo a médica Nanci Silva, da Escola Bahiana de Medicina, o imunizante reduz internações e mortes, mesmo sem garantir proteção total.A cobertura vacinal na Bahia ainda é baixa: apenas 11% do público-alvo foi imunizado até agora, de acordo com o Ministério da Saúde. A meta é alcançar mais de 3 milhões de pessoas até 30 de maio. Até o momento, cerca de 288 mil doses foram distribuídas no estado. Em todo o país, já são 15,7 milhões de doses enviadas para a campanha.A vacina é indicada para crianças, idosos e gestantes e integra o calendário nacional de imunização. Mesmo com a desaceleração recente, a Bahia ainda apresenta tendência de crescimento no longo prazo. Na análise das capitais, Salvador já mostra interrupção no avanço dos casos.Autoridades recomendam ampliar a vacinação para evitar nova alta e reduzir o impacto da doença.























