Mais de 330 mil famílias baianas podem perder desconto na conta de luz por cadastro irregular; saiba como verificar
Beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica devem atualizar informações no CadÚnico e na Neoenergia Coelba para manter a gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos por mês
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mais de 330 mil famílias na Bahia correm risco de perder Tarifa Social de Energia Elétrica devido a divergências cadastrais entre Neoenergia Coelba e Cadastro Único. Para evitar suspensão, beneficiários devem verificar dados atuais e regularizar cadastro se necessário. O benefício garante gratuidade nos primeiros 80 kWh de energia consumidos por mês para famílias de baixa renda que atendem aos critérios do programa.
- Para regularizar o cadastro, os beneficiários devem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo. Além disso, é necessário verificar as regras atuais para manter o benefício, como a atualização do Cadastro Único, endereço da unidade consumidora e conta de energia em nome de um integrante da família cadastrada.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Mais de 330 mil famílias de 415 municípios da Bahia podem perder o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) por causa de divergências cadastrais entre a Neoenergia Coelba e o Cadastro Único (CadÚnico). O benefício garante a gratuidade nos primeiros 80 kWh de energia consumidos por mês para famílias de baixa renda que atendem aos critérios do programa. Para evitar a suspensão do desconto, os beneficiários devem verificar se os dados cadastrais estão atualizados. Pelas regras atuais, é necessário que: o CadÚnico esteja atualizado; o endereço da unidade consumidora registrado na Neoenergia Coelba seja o mesmo informado no CadÚnico; a conta de energia esteja em nome de um integrante da família cadastrada; no caso de beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), os dados junto ao INSS também estejam corretos. Em caso de inconsistências, a orientação é procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo para regularizar o cadastro. Quem tem direito à Tarifa Social? Podem receber o benefício: famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa; indígenas e quilombolas cadastrados no CadÚnico; idosos e pessoas com deficiência que recebem o BPC/Loas; famílias que vivem em sistemas isolados, sem ligação ao Sistema Interligado Nacional; famílias com renda de até três salários mínimos que tenham integrante com doença ou deficiência que exija o uso contínuo de equipamentos elétricos essenciais.
Aneel mantém bandeira e conta de luz seguirá mais cara em junho
Aneel mantém bandeira e conta de luz seguirá mais cara em junho
Cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos permanece devido à redução das chuvas e ao maior uso de usinas termelétricas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho, o que significa que os consumidores brasileiros continuarão a pagar um acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Esta cobrança adicional, que se aplica aos usuários atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), permanece em vigor após ter sido ativada em maio, sucedendo um período de bandeira verde de janeiro a abril de 2026.
- A decisão da Aneel é motivada principalmente pelas condições climáticas, com a redução das chuvas impactando a capacidade de geração das hidrelétricas e exigindo o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custos operacionais mais elevados. O sistema de bandeiras tarifárias, instituído em 2015, serve para sinalizar os custos reais da produção de energia, com a bandeira amarela indicando um aumento nas despesas. Diante disso, especialistas recomendam que os consumidores adotem hábitos de consumo consciente para minimizar o impacto na conta de luz.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho. Com a decisão, os consumidores brasileiros continuarão pagando uma cobrança adicional nas contas de energia elétrica ao longo do próximo mês. Pela regra em vigor, será aplicado um acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida vale para todos os usuários atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), responsável pelo fornecimento de energia para a maior parte do país. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira amarela está relacionada às condições climáticas observadas neste período do ano. A redução das chuvas em diversas regiões brasileiras diminui a capacidade de geração das hidrelétricas, exigindo o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo de operação mais elevado. De janeiro a abril de 2026, os consumidores foram beneficiados pela bandeira verde, que não prevê cobrança adicional na conta de luz. No entanto, em maio, a Aneel acionou a bandeira amarela diante da mudança no cenário de geração de energia. A condição permanece para junho. Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias tem como objetivo informar aos consumidores os custos reais da produção de energia elétrica no país. O mecanismo funciona como um sinalizador que indica, mês a mês, se a geração está mais barata ou mais cara. As bandeiras são definidas com base em estudos e projeções realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), responsável por avaliar as condições de operação do sistema energético brasileiro. A análise considera fatores como volume dos reservatórios, previsão de chuvas e necessidade de utilização de fontes alternativas de geração. Quando a bandeira é verde, não há cobrança extra. Já as bandeiras amarela e vermelha representam custos adicionais, refletindo o aumento das despesas para produzir e distribuir energia elétrica no país. A recomendação dos especialistas é que os consumidores mantenham hábitos de consumo consciente para reduzir o impacto da cobrança adicional no orçamento familiar.
























