Gás de cozinha pode ficar até R$ 10 mais caro na Bahia a partir de setembro
Gás de cozinha pode ficar até R$ 10 mais caro na Bahia a partir de setembro
Aumento está relacionado ao reajuste dos custos trabalhistas no setor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço do botijão de gás de 13 kg pode subir até R$ 10 na Bahia a partir de 1º de setembro, segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás).
- Com o reajuste, o botijão poderá custar cerca de R$ 160 em algumas regiões do estado. De acordo com a entidade, o aumento é motivado pelo reajuste salarial dos trabalhadores do setor e pelos custos de distribuição.
- Leia a matéria completa no Sudoeste Bahia.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os consumidores baianos podem enfrentar um novo reajuste no preço do gás de cozinha a partir de 1º de setembro. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás), o botijão de 13 quilos poderá sofrer um aumento de até R$ 10. Caso a previsão se confirme, o preço do produto poderá chegar a cerca de R$ 160 em algumas cidades do estado. O valor, porém, dependerá da política de preços adotada por cada revendedora e dos custos praticados em cada região. A possível alta ocorre após dois meses consecutivos de redução. Em julho, o botijão registrou queda média de 6,8%, enquanto em agosto houve nova redução de 7,1%, aliviando temporariamente o bolso dos consumidores. De acordo com o Sindrevgás, o reajuste está ligado ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, que elevou os custos com salários e mão de obra. Além disso, despesas com transporte, logística, armazenamento, tributos e manutenção da rede de distribuição também influenciam a formação do preço final do gás de cozinha.
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Categoria rejeitou proposta da Fenaban e cobra avanços em salários, PLR, benefícios, empregos e condições de trabalho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Acordo entre bancários e bancos não foi alcançado, levando à aprovação de uma paralisação nacional de 24 horas marcada para quinta-feira (20). A decisão segue a rejeição da proposta da Fenaban na Campanha Nacional Unificada de 2026, enquanto negociações continuam com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.
- Os trabalhadores exigem aumento real de salários, valorização da PLR, manutenção de empregos e agências, além de condições de trabalho mais seguras e igualdade de oportunidades. A paralisação foi motivada pela falta de índice de reajuste salarial e pela discussão sobre congelamento do piso de entrada para novos bancários, com propostas de reajustes diferenciados para três faixas salariais sem critérios definidos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Bancários aprovaram, em assembleias realizadas na segunda-feira (17) em diferentes regiões do país, uma paralisação nacional de 24 horas para esta quinta-feira (20). A decisão ocorreu após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) durante as negociações da Campanha Nacional Unificada de 2026. As negociações entre representantes dos trabalhadores e dos bancos continuam nesta terça-feira (18). A categoria também tem reuniões previstas com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal na quarta-feira (19), e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na sexta-feira (21). Entre as reivindicações dos bancários estão aumento real dos salários, valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e dos tíquetes, manutenção dos empregos e das agências, além do combate às metas consideradas abusivas e às condições de trabalho que podem contribuir para o adoecimento dos empregados. A categoria também cobra melhores condições de trabalho e saúde e igualdade de oportunidades. As entidades sindicais afirmam que não devem aceitar uma proposta sem avanços considerados concretos nos principais pontos da negociação. A paralisação foi definida após a Fenaban não apresentar um índice de reajuste salarial na última rodada e colocar em discussão o congelamento do piso de entrada para novos bancários. Também foram discutidos reajustes diferentes para três faixas salariais, sem definição de percentuais ou critérios.
Professores de Riacho de Santana anunciam paralisação diante de sucateamento das escolas e corte salarial
Categoria cobra cumprimento do piso e melhorias na rede municipal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Professores da rede municipal de Riacho de Santana aprovaram uma paralisação das atividades para o próximo dia 3 de junho, devido ao descumprimento do Piso Salarial Nacional do Magistério e problemas nas escolas da rede municipal. A categoria denuncia problemas de salário, precariedade nas escolas e falta de estrutura, além de distorções no plano de carreira e reclama da falta de valorização profissional.
- O sindicato também acusou que os cuidadores escolares recebem valores abaixo do salário mínimo e lamentou que o sindicato não conseguiu reunião direta com o prefeito João Vitor Martins Laranjeira, afirmando que já acionou a Justiça e promete ampliar as mobilizações nas ruas
Professores da rede municipal de Riacho de Santana aprovaram uma paralisação das atividades para o próximo dia 3 de junho. A decisão foi tomada durante assembleia organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Riacho de Santana (Sinserp). A categoria denuncia o descumprimento do Piso Salarial Nacional do Magistério, problemas no plano de carreira e precariedade nas escolas da rede municipal. De acordo com o presidente do sindicato, Reginaldo Alves, o município é um dos únicos da região a não cumprir a legislação federal do piso dos professores. Segundo o sindicalista, os problemas se agravaram desde 2023, quando a gestão municipal aplicou um corte de 15% nos salários da categoria durante negociações salariais. Além da questão salarial, o sindicato denuncia falta de estrutura nas unidades escolares. De acordo com a entidade, há escolas com problemas físicos, ausência de cadeiras e dificuldades no transporte escolar. O sindicato também aponta distorções no plano de carreira e reclama da falta de valorização profissional. Outra denúncia envolve cuidadores escolares, que, segundo a entidade, recebem valores abaixo do salário mínimo. Ainda conforme Reginaldo Alves, o sindicato tenta abrir diálogo com o prefeito João Vitor Martins Laranjeira, mas afirma que não conseguiu reunião direta com o gestor. A entidade informou que já acionou a Justiça e promete ampliar as mobilizações nas ruas a partir de junho caso as reivindicações não sejam atendidas.
Sindicato solicita ampliação de faixa etária para vacinação de jornalistas
Sindicato solicita ampliação de faixa etária para vacinação de jornalistas
Vacinação da categoria ainda é alvo de ação no Supremo Tribunal Federal (STF)
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Getty Images
- O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) enviou, nesta terça-feira (15), ofício ao Secretário Estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, e a presidente do Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde, Stela Souza, em que solicita a ampliação da faixa etária dos profissionais de imprensa a serem vacinados contra a Covid-19. A Comissão Intergestores Bipartite (CIB) autorizou no último dia 18 de maio, a vacinação dos profissionais de imprensa que atuam na linha de frente e possuem mais de 40 anos no último dia . Alvo de disputa judicial, a decisão foi questionada pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, mas o mandado de segurança teve seu pedido liminar negado pelo Tribunal de Justiça da Bahia no dia 2 de junho. Logo após, os municípios baianos que ainda não haviam iniciado a imunização da categoria em razão do processo judicial começaram a vacinar os jornalistas. Agora, com o processo de imunização em curso tanto na capital quanto no interior, o Sinjorba solicitou que a CIB analise a redução da idade dos profissionais de imprensa, visto a grande quantidade de jovens vitimados pelas novas cepas da Covid-19. Para o presidente do Sinjorba, Moacy Neves, é fundamental ampliar a idade do público vacinado. “A maior parte dos profissionais de imprensa que está em serviço presencial nas redações de rádio, TV, jornais, sites e assessorias encontra-se na faixa etária abaixo dos 40 anos. Para cada trabalhador vacinado pela resolução 085/2021 da CIB, outros dois ficaram de fora do direito e continuam arriscando suas vidas no trabalho cotidiano”, explicou Neves.
Por vacina da categoria, Sindicato dos Bancários decide paralisação
Por vacina da categoria, Sindicato dos Bancários decide paralisação
Paralisação está marcada para a próxima terça-feira (08) por 24 horas
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução
- O Sindicato dos Bancários da Bahia decidiu em plenária realizada na última segunda-feira (31) por uma paralisação de 24 horas da categoria. O objetivo do fechamento das agências é pressionar as autoridades públicas a incluírem a categoria como prioridade na vacinação contra Covid-19. “Não paramos um minuto sequer, efetuamos o pagamento do auxílio emergencial, atendemos uma verdadeira aglomeração nas agências todos os dias, mas, infelizmente o Ministério da Saúde, as secretarias estadual e municipais nos ignoraram e não nos incluíram no plano de vacinação. Fica um jogo de empurra o secretário estadual, diz que só pode incluir se o Ministério da Saúde incluir, os municipais dizem que só podem incluir se a Secretaria Estadual incluir a categoria”, disse o presidente do Sindicato dos Bancários, Augusto Vasconcelos, em entrevista ao Jornal da Cidade desta quarta-feira (2). A paralisação foi aprovada por 93% dos bancários. Segundo o representante sindical, o pedido para a inclusão da categoria na fila da vacinação vem sendo feito desde de dezembro de 2020. “Enquanto isso nós estamos vindo vários segmentos, sendo imunizados muitos desses segmentos que não tem a mesma exposição que estes profissionais que atuam nas agências”, argumenta Vasconcelos. Uma carreata dos bancários está prevista para o próximo sábado como forma de chamar atenção para o pleito, em várias cidades do estado.
























