Eleições 2026: Caetité e Lagoa Real não terão Lei Seca
Eleições 2026: Caetité e Lagoa Real não terão Lei Seca
Cartório Eleitoral confirma que não haverá proibição da venda de bebidas alcoólicas em Caetité e Lagoa Real. Em outras cidades da região, a Justiça Eleitoral determinou restrições.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleitores de Caetité e Lagoa Real poderão comprar bebidas alcoólicas normalmente nas Eleições 2026, já que a Justiça Eleitoral não impôs Lei Seca nesses municípios, ao contrário de outras cidades do Sudoeste da Bahia que proibiram a venda durante o pleito.
- A orientação é que votem com tranquilidade e aguardem a divulgação oficial dos resultados antes de comemorar. O primeiro turno, marcado para domingo (4), definirá deputados estaduais e federais, senadores, governador e presidente; se nenhum candidato a governador ou presidente alcançar maioria absoluta, haverá segundo turno em 25 de outubro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Eleitores de Caetité e Lagoa Real poderão comprar bebidas alcoólicas normalmente durante as Eleições 2026. Diferentemente de outras cidades do Sudoeste da Bahia, não haverá Lei Seca nos dois municípios, ou seja, a Justiça Eleitoral não determinou a suspensão da venda de bebidas alcoólicas. A informação foi confirmada pelo Cartório Eleitoral, sediado em Caetité e responsável pelas duas cidades. Em municípios como Guanambi, Licínio de Almeida, Iuiú e Urandi, os juízes eleitorais publicaram determinações proibindo a venda e a distribuição de bebidas durante o período estabelecido em cada localidade. A orientação para os eleitores de Caetité e Lagoa Real é que participem da votação com tranquilidade e aguardem a divulgação oficial dos resultados antes de comemorar. No primeiro turno, marcado para domingo (4), serão escolhidos deputados estaduais e federais, senadores, governador e presidente da República. Caso nenhum candidato a governador ou presidente consiga mais da metade dos votos válidos, a disputa será decidida em segundo turno, previsto para 25 de outubro. E ai, você poderá comemorar à vontade, evitando os excessos.
Disputa política sobre setor elétrico pode pesar no bolso do consumidor
Disputa política sobre setor elétrico pode pesar no bolso do consumidor
Derrubada de vetos à Lei 15.269 pode reativar subsídios e elevar custos no setor elétrico, segundo avaliação de especialistas.
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Foto: Agência Brasil
O impasse entre o Congresso Nacional e o governo Lula pode gerar impacto direto no bolso da população. Deputados e senadores articulam a derrubada dos vetos presidenciais à Lei 15.269, norma recém-sancionada que busca modernizar o setor elétrico e impedir o aumento das tarifas. Caso os vetos caiam, o resultado esperado é a alta da conta de luz. De acordo com analistas políticos, o movimento no Legislativo é guiado mais por retaliação política e pressões de grupos de interesse do que por critérios técnicos ou preocupação com o consumidor. A oposição tenta marcar posição, enquanto o Centrão reforça seu poder de barganha. Lula decidiu não recuar e manteve os vetos, apostando que o eleitorado interpretará o conflito como uma disputa entre elites em ano eleitoral. Pautas que poderiam avançar com consenso acabam sacrificadas em demonstrações de força, mesmo quando geram ônus à sociedade. A derrubada dos vetos à Lei do Licenciamento Ambiental é citada como exemplo dessa dinâmica. O texto original da Lei 15.269 chegou ao Planalto com diversos trechos considerados “jabutis”, por criarem subsídios, distorções de mercado e incentivos sem base técnica. Essas medidas transfeririam uma conta bilionária para o consumidor. A maior parte delas foi vetada, mas o Congresso trabalha para restabelecê-las integralmente.Entre os dispositivos que parlamentares querem reincluir estão a obrigatoriedade de fontes mais caras e ultrapassadas, como usinas térmicas a carvão, o que aumentaria os encargos pagos pelos brasileiros. Caso os vetos sejam derrubados, o efeito seria imediato: energia mais cara, mais subsídios cruzados e menor eficiência no setor elétrico.
























