Anvisa apreende lote falsificado de medicamento contra câncer de mama
Anvisa apreende lote falsificado de medicamento contra câncer de mama
Agência também proibiu lotes falsificados de toxina botulínica e suspendeu propagandas irregulares de medicamentos
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Anvisa anunciou a apreensão do lote falsificado B5011B05 do medicamento Phesgo, usado no tratamento do câncer de mama, e de três lotes (P08191, P08192 e P22368) da toxina botulínica Dysport, proibindo sua armazenagem, venda e uso. A agência também suspendeu propagandas de medicamentos manipulados da Queen Pharma Aesthetic e da Farmácia Malheiro, além de vetar a divulgação e comercialização de produtos à base de cannabis sem autorização sanitária, orientando consumidores e profissionais a verificarem a regularidade dos produtos antes da compra.
- As medidas reforçam a vigilância sanitária contra falsificações e publicidade irregular, destacando a importância de conferir lotes e comunicar suspeitas às autoridades para garantir a segurança dos pacientes e a integridade do mercado farmacêutico brasileiro.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de um lote falsificado do medicamento Phesgo, utilizado no tratamento do câncer de mama, e de três lotes falsificados da toxina botulínica Dysport. As medidas foram publicadas nesta segunda-feira (21) e também incluem a suspensão de propagandas irregulares de medicamentos manipulados e a proibição da divulgação e venda de produtos à base de cannabis sem autorização sanitária. No caso do Phesgo, a determinação envolve exclusivamente unidades identificadas com o lote B5011B05, fabricado em junho de 2025. Segundo a Anvisa, a própria fabricante, Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos, comunicou a identificação de unidades com características diferentes das apresentadas pelo produto original. Os produtos falsificados não podem ser armazenados, vendidos, distribuídos, importados, exportados ou utilizados. A Anvisa também proibiu a comercialização, distribuição e uso dos lotes P08191, P08192 e P22368 do Dysport. Conforme a fabricante Beaufour Ipsen Farmacêutica, os três lotes não são reconhecidos como produtos legítimos da empresa. Os prazos de validade informados são abril de 2029 para o lote P08191, maio de 2029 para o P08192 e fevereiro de 2029 para o P22368. A agência orienta consumidores e profissionais de saúde a conferirem a identificação dos produtos antes do uso e comunicarem aos órgãos de vigilância sanitária qualquer suspeita de falsificação. Entre as medidas divulgadas nesta segunda também está a suspensão de propagandas na internet de medicamentos manipulados comercializados pela Queen Pharma Aesthetic, incluindo produtos anunciados para emagrecimento, redução de gordura localizada, tratamentos capilares, melasma e procedimentos estéticos. A Anvisa ainda suspendeu a propaganda de medicamentos manipulados comercializados pela Farmácia Malheiro em seu site. Em outra determinação, a agência proibiu a divulgação e venda de produtos à base de cannabis anunciados por uma empresa não identificada, por não possuírem registro ou autorização sanitária para comercialização no Brasil. A recomendação da Anvisa é que consumidores consultem a regularidade de medicamentos e demais produtos sujeitos à vigilância sanitária antes da compra.
Mais de 2,7 mil ampolas de remédio emagrecedor sem registro no país são apreendidas na Bahia
Produtos foram encontrados escondidos na cabine e no compartimento de carga de uma carreta que transportava 38 toneladas de farinha de trigo
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Na segunda-feira (17), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 2.784 ampolas de tirzepatida, princípio ativo do medicamento Mounjaro, em Feira de Santana, Bahia. A carga, transportada irregularmente em uma carreta que também levava 38 toneladas de farinha de trigo, foi encontrada no compartimento de carga e na cabine do caminhão, sem documentação fiscal ou sanitária.
- O motorista alegou ter recebido a mercadoria em Santa Tereza do Oeste, Paraná, e que a entrega seria em Feira de Santana. A apreensão, que pode caracterizar contrabando, será investigada pela Polícia Federal, com suspeita de entrada do material pelo Paraguai e possíveis penas de dois a cinco anos de prisão.
Foto: Divulgação | PRF
Mais de 2,7 mil ampolas de um medicamento para emagrecimento foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na segunda-feira (17), em Feira de Santana, no interior da Bahia. A carga era transportada irregularmente em uma carreta que levava cerca de 38 toneladas de farinha de trigo. A apreensão ocorreu durante uma fiscalização no posto da PRF na BR-116 Sul. Ao vistoriar o veículo, os agentes localizaram 2.784 ampolas de tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, tanto no compartimento destinado à carga quanto na cabine do caminhão. Segundo a PRF, os produtos não possuíam documentação fiscal ou sanitária que comprovasse a regularidade do transporte. O motorista relatou que havia recebido a mercadoria em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, e que faria a entrega em Feira de Santana. Ele e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal no município. A origem da carga e o destino dos produtos serão investigados. A suspeita é de que o material tenha entrado no país por meio do Paraguai, o que pode caracterizar crime de contrabando. A legislação prevê pena de dois a cinco anos de prisão para esse tipo de crime.
























