TSE explica falha na divulgação dos votos no primeiro turno
TSE explica falha na divulgação dos votos no primeiro turno
Sistema ficou 50 minutos sem atualizar os resultados para presidente, mas contagem dos votos não foi afetada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que a interrupção de 50 minutos na divulgação dos resultados do primeiro turno não comprometeu a contabilização dos votos para presidente e vice‑presidente, apesar da aba “Brasil” do painel ficar sem atualização entre 19h14 e 20h04 de domingo (4). A falha foi atribuída ao grande volume de dados recebidos simultaneamente, mas o processo de apuração seguiu normalmente.
- A área técnica do TSE está investigando o incidente para evitar recorrências no segundo turno, previsto para 25 de outubro, reforçando o compromisso com a transparência e a segurança do processo eleitoral.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (6) que a interrupção de 50 minutos na divulgação dos resultados do primeiro turno não afetou a contabilização dos votos para presidente e vice-presidente. A aba “Brasil” do painel de resultados ficou sem atualização entre 19h14 e 20h04 de domingo (4). Segundo o TSE, a falha ocorreu devido ao grande volume de dados recebido simultaneamente pelo sistema, mas os votos continuaram sendo contabilizados normalmente. A Corte informou que a área técnica investiga o problema para evitar que a falha volte a ocorrer no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Polícia Civil reforça plantões nos 417 municípios da Bahia nas Eleições 2026
Polícia Civil reforça plantões nos 417 municípios da Bahia nas Eleições 2026
Delegados, investigadores e escrivães estarão mobilizados nos dias 3 e 4 de outubro para atender ocorrências e reforçar a segurança durante o pleito.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia intensificará a presença nas 417 cidades do estado durante as Eleições 2026, com delegados, investigadores e escrivães em plantões reforçados para registrar ocorrências e aplicar as medidas de Polícia Judiciária previstas em lei. As delegacias territoriais e especializadas atuarão tanto em questões eleitorais quanto em crimes comuns, como homicídios e delitos digitais, enquanto o Departamento de Inteligência Policial ampliará o monitoramento de conteúdos online que possam ameaçar a segurança pública.
- No interior, o Departamento de Polícia do Interior (Depin) aumentará o efetivo e equipes especializadas focarão em crimes cibernéticos e homicídios. A corporação também garantirá atendimento às mulheres vítimas de violência, inclusive em municípios sem Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, seguindo o planejamento operacional e as atribuições legais de cada unidade durante o pleito.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia vai reforçar os plantões e manter equipes mobilizadas nos 417 municípios do estado durante as Eleições 2026, nos dias 3 e 4 de outubro. Delegados, investigadores e escrivães estarão preparados para registrar ocorrências e adotar as medidas de Polícia Judiciária previstas em lei. Segundo a corporação, as delegacias territoriais e especializadas atuarão em casos relacionados ao processo eleitoral, além de crimes comuns, como homicídios, tentativas de homicídio e delitos praticados no ambiente digital. O Departamento de Inteligência Policial também intensificará o monitoramento de informações e de conteúdos publicados na internet que possam indicar crimes ou afetar a segurança pública. No interior, o Departamento de Polícia do Interior (Depin) reforçará o efetivo, enquanto equipes especializadas atuarão em áreas como crimes cibernéticos e homicídios. A Polícia Civil também manterá o atendimento às mulheres vítimas de violência, inclusive em municípios sem Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Segundo a corporação, a atuação seguirá o planejamento operacional e as atribuições legais de cada unidade durante o período eleitoral.
17º BPM promove ciclo de palestras sobre as Eleições 2026 em Guanambi
17º BPM promove ciclo de palestras sobre as Eleições 2026 em Guanambi
Encontro reuniu policiais militares e representantes da Justiça Eleitoral no auditório do CEEP, em Guanambi.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O 17º Batalhão da Polícia Militar de Guanambi promoveu, na manhã de 24 de setembro, um ciclo de palestras sobre as Eleições 2026, reunindo efetivo da unidade e representantes da Justiça Eleitoral no auditório do CEEP. O evento contou com a participação do juiz eleitoral Ronaldo Filho, do promotor Francisco Júnior e da chefe do 64º Cartório Eleitoral, Sônia Silva, que abordaram o planejamento e a atuação policial durante o pleito.
- Capitão Fábio Bonfim apresentou orientações operacionais, enquanto a capitã Catarina Malvar destacou normas de conduta para os policiais. O capitão Gustavo Kraychete explicou as atribuições do CICOM/Guanambi e a tenente‑coronel Gilmara Coutinho reforçou a importância do preparo das equipes para garantir a segurança nas eleições, alinhando as ações das instituições envolvidas.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
O 17º Batalhão da Polícia Militar realizou, na manhã desta quinta-feira (24), um ciclo de palestras sobre as Eleições 2026, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. A atividade ocorreu no auditório do CEEP e reuniu o efetivo da unidade e representantes da Justiça Eleitoral. Participaram o juiz eleitoral Ronaldo Filho, responsável pelas comarcas de Guanambi e Candiba; o promotor eleitoral Francisco Júnior; e a chefe do 64º Cartório Eleitoral da Bahia, Sônia Silva. Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados ao planejamento e à atuação policial durante o período eleitoral. O capitão Fábio Bonfim, coordenador de Planejamento Operacional, apresentou orientações sobre as ações operacionais. Já a capitã Catarina Malvar, corregedora e ouvidora setorial, abordou normas e condutas que devem ser observadas pelos policiais militares durante o pleito. O capitão Gustavo Kraychete, coordenador do CICOM/Guanambi, apresentou as atribuições e a área de atuação do órgão. A comandante do 17º BPM, tenente-coronel Gilmara Coutinho, destacou a importância do planejamento e da preparação do efetivo para a atuação durante as eleições. Segundo o batalhão, a iniciativa busca alinhar a atuação das instituições envolvidas e preparar as equipes para as ações de segurança durante o processo eleitoral.
e-Título: prazo para ativar aplicativo antes das eleições termina em breve; confira
Eleitor tem até 3 de outubro para fazer o primeiro acesso e concluir a validação dos dados; apenas baixar o aplicativo não é suficiente
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Quem pretende usar o e‑Título nas eleições de 2026 deve baixar, acessar e validar o aplicativo até 3 de outubro, véspera do primeiro turno. O TRE‑DF alerta que apenas o download não garante funcionamento; é preciso concluir o primeiro acesso, inserir dados cadastrais e, se solicitado, passar pelo reconhecimento facial, evitando sobrecarga nos servidores no dia da votação. O app oficial, disponível na Play Store e App Store, deve ser verificado para prevenir fraudes.
- Após a validação, o eleitor pode consultar o título digital, o QR Code e o local de votação diretamente no app, usando a aba “Onde Votar” e a ferramenta “Ver Rotas”. Caso o documento não contenha foto, será exigido outro documento com foto. O prazo final para ativação é 3 de outubro, com o primeiro turno marcado para 4 de outubro.
Foto: Reprodução | TSE
Quem pretende usar o e-Título para votar nas eleições de 2026 precisa ficar atento ao prazo. O aplicativo deve ser baixado, acessado e validado até sábado (3), véspera do primeiro turno, marcado para domingo (4). Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), somente fazer o download não garante que o aplicativo estará pronto para uso. É necessário realizar o primeiro acesso e concluir a validação das informações solicitadas pela plataforma. A recomendação tem como objetivo evitar uma possível sobrecarga nos servidores do sistema no dia da votação. O e-Título reúne informações e serviços da Justiça Eleitoral e também pode ser utilizado como documento de identificação no momento do voto, desde que apresentado diretamente na tela do celular ou tablet. Capturas de tela do aplicativo não são aceitas como documento. Como baixar e ativar o e-Título - O primeiro passo é procurar pelo e-Título na loja de aplicativos do celular. Em aparelhos Android, a busca deve ser feita na Play Store. Nos dispositivos da Apple, o download está disponível na App Store. Antes de instalar, é importante conferir se o aplicativo é o oficial da Justiça Eleitoral, como forma de evitar aplicativos falsos e possíveis golpes. Depois da instalação, o eleitor deve abrir o aplicativo, aceitar os termos de uso e informar dados que constam no cadastro eleitoral, como nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe. Durante a validação, o sistema pode solicitar um procedimento de reconhecimento facial. Nesse caso, é necessário seguir as orientações exibidas na tela, incluindo aproximar ou afastar o rosto da câmera. Para facilitar o reconhecimento, a orientação é realizar o procedimento em um ambiente bem iluminado e sem objetos que cubram o rosto. Como consultar o título e o local de votação - Depois de concluir o primeiro acesso, o eleitor pode consultar o título diretamente no aplicativo, na aba “e-Título”, localizada no canto inferior esquerdo da tela. O documento digital também apresenta um QR Code, que permite sua autenticação. Eleitores que fizeram a biometria e passaram pela validação podem ter a fotografia exibida no documento digital. Quem estiver com o e-Título sem foto, porém, deverá apresentar um documento oficial com foto para ser identificado na seção eleitoral. O aplicativo também permite consultar o local de votação. Para isso, basta acessar a opção “Onde Votar”, disponível na parte inferior da tela. Além do endereço, o eleitor pode utilizar a ferramenta “Ver Rotas” para consultar o caminho até o local de votação. Atenção ao prazo - 3 de outubro: último dia para baixar, acessar e concluir a validação do e-Título antes da votação; 4 de outubro: primeiro turno das eleições de 2026. Para quem pretende utilizar a versão digital do título no dia da votação, a recomendação é não deixar a ativação para a última hora.
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Declaração foi feita durante cerimônia de lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Em discurso na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais de 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, reforçou que a Justiça Eleitoral atua com total imparcialidade, não escolhe vencedores e garante eleições seguras por meio de múltiplas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente.
- A declaração surge em meio à crise no Supremo Tribunal Federal, onde os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes estão envolvidos em investigação após relatório da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou prazo de cinco dias para manifestações e encaminhou o caso a procedimento próprio, separado da apuração das fake news.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (4) que a Justiça Eleitoral atua com imparcialidade e não interfere na escolha dos eleitores. A declaração foi feita durante a cerimônia de lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. Em seu discurso, o ministro ressaltou que o papel do TSE é garantir o cumprimento da Constituição e a realização de eleições seguras. "A Justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição", afirmou. Nunes Marques também destacou que a segurança do processo eleitoral é resultado de diversas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente, reforçando que os sistemas permanecem transparentes e passíveis de verificação pelas entidades responsáveis. A manifestação ocorre em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Após a divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado ao caso Banco Master, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O presidente do STF, Edson Fachin, concedeu prazo de cinco dias para manifestações dos envolvidos e determinou que a apuração tramite em procedimento próprio, separado do inquérito das fake news.
TSE conclui lacração dos sistemas das urnas para as eleições de 2026
TSE conclui lacração dos sistemas das urnas para as eleições de 2026
Procedimento impede alterações nos programas das urnas e reforça a segurança do processo eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta‑feira (4) a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026, reforçando a segurança e a transparência do processo eleitoral.
- O procedimento, liderado pelo ministro Kassio Nunes Marques, garante que os softwares das urnas eletrônicas, transmissão de boletins e totalização de votos permaneçam idênticos às versões testadas, com códigos hash para auditoria e armazenamento em sala‑cofre.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu, nesta sexta-feira (4), a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. A etapa faz parte da preparação da infraestrutura tecnológica responsável pelo funcionamento das urnas eletrônicas, pela apuração dos votos e pela divulgação dos resultados. A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Após a assinatura digital, os programas foram lacrados e armazenados na sala-cofre da Corte, impedindo qualquer alteração nos sistemas que serão utilizados no pleito. Segundo o ministro, o procedimento garante que os softwares permaneçam idênticos às versões previamente testadas e fiscalizadas, assegurando autenticidade, integridade e transparência durante as eleições. A assinatura digital gera códigos de verificação, conhecidos como hashes, que permitem confirmar posteriormente que os programas instalados nas urnas são exatamente os mesmos aprovados pelo TSE. Os sistemas também podem ser auditados por entidades fiscalizadoras, que acompanham todas as etapas do processo. Entre os programas lacrados estão os responsáveis pelo funcionamento das urnas eletrônicas, pela transmissão dos boletins de urna, pela totalização dos votos e pelos mecanismos de segurança e criptografia das informações.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Nunes Marques reforça segurança da urna eletrônica
Nunes Marques reforça segurança da urna eletrônica
Presidente do tribunal destacou ações para ampliar a transparência e explicar à população como funciona o sistema de votação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu a segurança e a transparência do sistema eletrônico de votação brasileiro durante o encerramento da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, em Brasília. O evento promoveu ações em todo o país, como demonstrações públicas de desmonte das urnas e votações simuladas, visando aproximar a população do funcionamento das eleições e combater a desinformação.
- Além de classificar o sistema de votação como um patrimônio da democracia, o TSE anunciou a criação do Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional para monitorar o uso indevido de inteligência artificial e conteúdos falsos durante as campanhas eleitorais. As iniciativas reforçam as ações institucionais para o pleito de 2026, que terá seu primeiro turno realizado no dia 4 de outubro.
Foto: Jamile Ferraris/TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, voltou a defender a segurança e a confiabilidade do sistema eletrônico de votação brasileiro. Segundo ele, a Justiça Eleitoral tem ampliado as ações para mostrar à população como as urnas funcionam e reforçar a transparência do processo eleitoral. A declaração foi feita neste domingo (9), durante a abertura da Corrida pela Democracia, realizada no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. O evento marcou o encerramento da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, que promoveu uma série de atividades em diferentes partes do país. Durante o discurso, Nunes Marques destacou as demonstrações públicas de desmonte das urnas eletrônicas realizadas pelo TSE e pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). A iniciativa teve como objetivo apresentar à sociedade os componentes do equipamento e explicar, de forma prática, como ocorre o processo de votação. Ao longo da semana, também foram realizadas exposições, votações simuladas e atividades em escolas, centros comerciais, espaços públicos e eventos. A Justiça Eleitoral ainda promoveu ações relacionadas à acessibilidade, ao combate à desinformação e à aproximação da população com o funcionamento das eleições. Na avaliação do presidente do TSE, iniciativas como essas ajudam a ampliar o conhecimento sobre o sistema eleitoral e permitem que os eleitores tenham acesso direto a informações sobre segurança, transparência e possibilidade de auditoria da votação. Na semana passada, durante a retomada das sessões presenciais do tribunal, Nunes Marques já havia chamado a urna eletrônica brasileira de "patrimônio da democracia". O TSE também adotou novas medidas para enfrentar a desinformação durante o período eleitoral. Na sexta-feira (7), o tribunal criou o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, que terá entre suas atribuições o acompanhamento do uso indevido de inteligência artificial e da disseminação de conteúdos falsos durante a campanha. O grupo deverá auxiliar a presidência do TSE na adoção de medidas voltadas à preservação da normalidade e da integridade do processo eleitoral. O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. Os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O segundo turno está previsto para 25 de outubro e poderá ocorrer nas disputas para presidente e governador. A nova votação será realizada quando nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, desconsiderados os votos brancos e nulos.
Justiça Eleitoral desmonta urna eletrônica para mostrar funcionamento e segurança
Tribunal afirma que sistema é auditável, não tem conexão com a internet e passa por diversas etapas de fiscalização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) realizou uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades fiscalizadoras, demonstrando o funcionamento dos componentes internos do equipamento e os mecanismos de segurança do sistema de votação. A iniciativa, que integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, visa ampliar a transparência e consolidar a confiança pública no processo eleitoral por meio de auditorias realizadas por diversos órgãos parceiros.
- Durante o evento, especialistas detalharam o uso de lacres, assinaturas digitais, biometria e o fato de o aparelho não possuir conexão com a internet, reduzindo significativamente os riscos de invasões externas. O tribunal também enfatizou a eficácia do voto eletrônico em relação ao antigo sistema em papel, destacando que a informatização do processo trouxe maior agilidade, segurança e confiabilidade para a apuração dos resultados das eleições brasileiras.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promoveu, nesta segunda-feira (3), uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades responsáveis pela fiscalização das eleições. Durante o evento, o equipamento foi desmontado para demonstrar o funcionamento dos componentes internos e explicar os mecanismos de segurança utilizados no sistema de votação. A iniciativa integra a programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e tem como objetivo ampliar a transparência do processo eleitoral e fortalecer a confiança da população nas eleições brasileiras. Segundo o presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, a urna eletrônica passa por diversas etapas de auditoria e fiscalização realizadas por partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, universidades e outros órgãos. O secretário de Tecnologia da Informação do tribunal, Michel Kovacs, explicou que as urnas contam com lacres de segurança, assinaturas digitais, biometria e sistemas de auditoria que dificultam qualquer tentativa de fraude. Ele destacou ainda que o equipamento não possui conexão com a internet durante a votação, reduzindo riscos de ataques externos. Durante a apresentação, também foi explicado que os votos são armazenados em mais de um dispositivo e que, caso uma urna apresente falha, as informações podem ser transferidas para um equipamento de reserva sem perda dos votos registrados. Ao comentar a possibilidade de retorno do voto em papel, Kovacs afirmou que a adoção da urna eletrônica contribuiu para reduzir fraudes registradas antes da informatização das eleições e defendeu que o sistema eletrônico oferece maior rapidez, segurança e confiabilidade na apuração dos resultados.
Mais de 614 mil eleitores da Bahia ainda estão sem biometria para as Eleições 2026
Falta do cadastro biométrico não impede o voto, mas Justiça Eleitoral orienta atualização após o pleito
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Mais de 614 mil eleitores da Bahia ainda não possuem cadastro biométrico, o que representa 5,43% do eleitorado baiano. A Justiça Eleitoral esclarece que a ausência da biometria não impedirá a participação nas Eleições 2026, mas em caso de falha, o eleitor será orientado a atualizar a biometria posteriormente.
- A biometria foi implantada pela Justiça Eleitoral em 2008 como principal objetivo de reforçar a segurança do processo eleitoral, confirmando a identidade do eleitor e reduzindo o risco de fraudes. A identificação será realizada pelos procedimentos tradicionais adotados pela mesa receptora, mediante a apresentação de um documento oficial com foto.
Foto: Divulgação
Mais de 614 mil eleitores da Bahia ainda não possuem cadastro biométrico, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, 614.886 pessoas estão aptas a votar sem a biometria registrada, o que representa 5,43% do eleitorado baiano, formado por 11.321.005 eleitores. Apesar do número, a Justiça Eleitoral esclarece que a ausência da biometria não impedirá a participação nas Eleições 2026. Nesses casos, a identificação será realizada pelos procedimentos tradicionais adotados pela mesa receptora, mediante a apresentação de um documento oficial com foto. Em todo o país, a situação é semelhante: dos 158,7 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 17,4 milhões ainda não fizeram o cadastramento biométrico, equivalente a 10,99% do eleitorado nacional. Implantada pela Justiça Eleitoral desde 2008, a biometria tem como principal objetivo reforçar a segurança do processo eleitoral, confirmando a identidade do eleitor e reduzindo o risco de fraudes. Durante a votação, quem já possui o cadastro poderá ser identificado pela leitura da impressão digital na urna eletrônica. Caso haja falha no reconhecimento, o sistema permite até quatro tentativas antes da adoção de outros procedimentos de conferência. Se a identidade for confirmada, o eleitor votará normalmente e será orientado a atualizar a biometria posteriormente. O prazo para realizar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou cadastrar a biometria para participar das Eleições 2026 foi encerrado em 6 de maio. Quem ainda precisa fazer o procedimento deverá aguardar a reabertura do atendimento presencial nos cartórios eleitorais após o término do processo eleitoral.
























